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domingo, 19 de novembro de 2017

Nº 3 2 9 7 Série - 2017 - (nº 3 2 4) 19 de NOVEMBRO de 2017 SANTOS DE CADA DIA 11º A N O

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Nº  3 2 9 7



Série - 2017 - (nº 3 2 4)


19 de NOVEMBRO de 2017


SANTOS DE CADA DIA

11º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

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MATILDE DE HELFTA ou HACKEBORN, Santa



    

No mosteiro de Helfta, na Saxónia, Alemanha, Santa MATILDE virgem, que foi mulher de insigne doutrina e humildade, iluminada pelo dom divino da contemplação mística. (1298)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:



É, com a Irmã MATILDE MAGDEBURGO e Santa GERTRUDES, a Grande, a glória do monaquismo saxão de Helfta e um dos principais autores espirituais e místicos da Alemanha medieval.
Nascida cerca de 1241, pertencia a uma das primeiras famílias da Turíngia e tinha como irmã mais velha essa GERTRUDES DE HACKEBORN que, em 1251, aos 19 anos, veio a ser abadessa e ficou sendo durante 40 anos. MATILDE começou a viver com esta aos 7 anos, e da mesma recebeu o cargo de dirigir os estudos, sacros e profanos. Tinha verdadeira cultura, conhecia ORÍGENES, ALBERTO MAGNO e TOMÁS DE AQUINO. No coro, ajudada por Santa GERTRUDES presidia ao canto.
Santa MATILDE ao aproximar-se dos 50 anos, caiu doente. A sua irmã abadessa, também doente, morreu pouco depois. Enfraquecendo fisicamente, MATILDE revelou o seu grande segredo: as maravilhas que operava a graça na sua alma, tudo o que Deus lhe mostrava... Duas monjas tomaram nota destas confidências; uma das duas secretárias parece ter sido GERTRUDES, a Grande. As duas redactoras trabalharam de 1291 a cerca de 1298. O Livro de graça especial estava quase no fim quando MATILDE tremeu de medo; 
Não seria Deus traído nesses textos forçosamente deficientes? O Senhor tranquilizou-a. Mas não se pode dizer  que este livro seja da sua autoria e contém dizeres que lhe são atribuídos e recordações que lhe dizem respeito.
O espírito de pobreza de MATILDE manifestava-se nos vestidos cobertos de remendos. À mesa, estava por vezes alheia aos alimentos, e comia fosse o que fosse, ovos podres ou carne estragada. Notabilizava-se pela compaixão. E numa quaresma ensanguentou-se, porque se empenhava em expiar cânticos populares licenciosos. Familiar com Deus, ela não queria senão o que Ele queria. Gostava da acção de graças e do louvor divino. O Senhor chamava-lhe «Sua muito amada». os seus pensamentos e as suas visões, que se inspiram na Sagrada Escritura e na Liturgia, parecem-se com os escritos gertrudianos.
O renome de Santa MATILDE depressa se espalhou. BOCCÁCIO testemunha, no século XIV, a sua celebridade em Florença; os dominicanos tinham, propagado o Livro de que falamos. Uma encantadora jovem, MATELDA, aparece no Purgatório de Dante; é celebrada como guarda do Paraíso terrestre e banha no Létis o poeta sublime.
Esta MATELDA será a nossa MATILDE? A hipótese é admissível. A Santa morreu a 19 de Novembro de 1298 ou 1299, a data de 1310 é menos provável.


MATILDE MADGEBURGO, Santa

 


Texto do livro SANTOS DE CADA DIA da Editorial A. O. de Braga:

Mística cisterciense, nascida de nobre família em 1212, e falecida no recém-mencionado mosteiro em 1283. Favorecida, desde os 12 anos, com graças místicas extraordinárias, deixou a família e viveu, como beguina, em Madgeburgo, uma vida de oração assídua e de heroica mortificação sob a guia dos Padres Dominicanos.
Lá, no período 1250-1269, compôs o livro maravilhoso das suas visões e revelações. O dominicano HENRIQUE DE HALLE ordenou os manuscritos, formando com eles seis livros; um sétimo acrescentou ela ainda, em Helfta, para onde se retirou em 1270, depois de muitas incompreensões e contradições. Neste mosteiro encontrou MATILDE DE HACKEBORN e GERTRUDES, a Grande, mais novas que ela. Sobre estas influiu certamente, sobretudo quanto à devoção ao Sagrado Coração de Jesus, especialmente com a visão que ela teve em Madgeburgo, por 1280, na qual lhe apareceu esse Coração ferido, como símbolo de amor para com os homens.
A obra desta MATILDE. For,ada com prosa interrompida de vez em quando com poesias, manifesta gosto requintado e talento poético maravilhoso e florido; mas é sobretudo notável como precursora da devoção ao Sagrado Coração , cujos tesouros de bondade e misericórdia pintou. Chamada Santa por vários autores, MATILDE DE MAGDEBURGO nuca foi canonizada , nem consta que tenha recebido algum culto público.


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INÊS DE ASSIS, Santa
   




Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:

Nascida em Assis, em 1197, era irmã mais nova de Santa CLARA. Pertenciam a uma família das mais notáveis. pensava-se em casá-las, mas CLARA ouviu o apelo do Amor divino por meio do exemplo de FRANCISCO: deixara o conforto burguês para seguir a Jesus pobre e humilde. Jesus, nesta conversão maravilhosa, tinha alguma coisa de irresistível; era preciso deixar tudo para correr para a vida pelo sacrifício, para a felicidade pelo sofrimento. CLARA voou de casa (1212). INÊS veio-se juntar a ela passados quinze dias, em Santo Anjo de Panso, habitação das beneditinas  perto da Porciúncula. A família quis pela força fazê-la voltar ao meio dos seus. Feriram esta adolescente de quinze anos, arrancaram-lhe o cabelo. Quando quiseram levá-la, diz-se, ela tinha-se tornado como chumbo. Mas atenção, os hagiógrafos não devem fazer intervir , sem mais, nem a levitação nem o seu contrário. É preciso fazer reservas quanto a este aumentar o peso que se encontra já na lenda de Santa LUZIA e noutras. Mas também, não admira que haja parecenças entre os santos.
A vitória no caso de INÊS, pertenceu ao Espírito. INÊS voltou para junto de CLARA e FRANCISCO cortou-lhe a cabeleira rarificada. Depois colocou-as ele em São Damião, perto de Assis. Em seguida, INÊS foi enviada para Florença, como abadessa das beneditinas de Monticelli, que ambicionavam a vida franciscana. (1219). Muito lhe custou a separação da sua irmã CLARA, o que a levou a escrever uma carta desoladora. INÊS era bem mortificada , usando o cilício de crina de cavalo e alimentando-se de pão e água. E era extremamente compassiva.
Morreu em São Damião, o que muito desejava, quando tinha cerca de 56 anos; CLARA partira três meses antes.-O seu culto foi autorizado por BENTO XIV no meio do século XVIII.


  
Abdias, Santo





   
Comemoração de Santo ABDIAS profeta que, depois do exílio do povo de Israel, anunciou a ira do Senhor contra os povos inimigos.


Máximo de Cesareia, Santo




Em Cesareia, na Capadócia, hoje Kayseri, na Turquia, São MÁXIMO corepíscopo e mártir. (séc. III)




Severino, Exupério e Feliciano, Santos



Em Brennier, Vienne, Gália Lionense, hoje França, os santos SEVERINO, EXUPÉRIO e FELICIANO mártires. (séc. III) 


 

Barlaão de Antioquia, Santo



Em Antioquia, na Síria, hoje Antakya, Turquia, São BARLAÃO mártir que, embora rústico e analfabeto, mas fortalecido pela sabedoria de Cristo, com invencível constância na fé repeliu o fogo e o incenso que lhe punham nas mãos para sacrificar aos ídolos e, pela ferocidade do tirano, alcançou a palma do martírio. (303)
40 Santas Mulheres de Heracleia e o diácono ANON, Santo




Em Heracleia, na Trácia, hoje Mármara, Turquia, 40 santas mulheres, virgens e viúvas, mártires e o diácono ANON. (séc. IV).


Eudo de Velay, Santo  



Na região de Velay, Aquitânia, França, Santo EUDO abade e mártir. (752)

Simão da Calábria, Santo
   
  

No monte Mercúrio, na Calábria, Itália, São SIMÃO eremita. (séc. X)




Tiago Benfáti, Beato

 


Em Mântua, na Lombardia, Itália, o beato TIAGO BENFÁTI bispo da Ordem dos Pregadores que, além de pacificar as discórdias na cidade, socorreu o povo assolado pela peste e pela fome. (1332)


 


Eliseu García García e 
Alexandre Planas Saurí, Beatos
  

Em Garraf, Barcelona, Espanha, os beatos mártires ELISEU GARCÍA GARCÍA religiosos da Sociedade Salesiana e ALEXANDRE PLANAS SAURÍ que, no tempo da perseguição contra a fé, foram dignos de se associarem ao combate salvífico de Cristo. (1936)








...  e, A i n d a ...




Anastásio II, Santo



Non si conoscono le origini della famiglia, probabilmente greca (nda: anastasìs significa resurrezione in greco) stabilitasi a Roma. Anastasio II fu consacrato papa il 24 novembre del 496.
Così come non risultano molte altre notizie sul suo pontificato, del resto di breve durata se non quelle nefaste per aver tentato una sorta di riconciliazione con gli eretici monofistici con la riammissione alle  sue funzioni il diacono di Tessalonico Fotino, fervido seguace dell'idea monofisita.
La tradizione volle che questo papa fosse così impopolare, diversamente dal suo predecessore che fosse stato colpito dalla "maledizione divina" "nutu divinu percussus est"
Lo stesso Dante Alighieri, molti secoli dopo, finì per collocarlo nel canto XI, 6-9 dell' Inferno della Divina Commedia:
" ci racostammo, in dietro, ad un coperchio
d'un grand'avello, ov'io vidi una scritta
che dice: "Anastasio papa guardo,
lo qual trasse Fotin della via dritta".

Sempre secondo la tradizione la sua morte sarebbe stata simile a quella di Ario il quale, mentre era intento alle sue funzioni corporali e fisiologiche perse tutte le viscere che si sparsero sul terreno.
Questo sarebbe accaduto il 19 novembre del 498. Le sue spoglie furono sepolte sul sagrato di San Pietro ma il suo nome non comparì mai nè sul martirologio nè sul calendario universale.
Il titolo di "santo" gli viene attribuito in alcune liste di Romani Pontefici e da qualche scrittore; tuttavia, come osservano i Bollandisti, il suo nome non si trova in alcun Martirologio antico, nè esiste alcuna traccia di culto su di lui.
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Attone de Tordino, Santo



Il monastero benedettino di S. Niccolò in Tordino (Teramo) fu fondato nel 1004 e posto alle dipendenze di Montecassino; Attone ne fu il primo abate o priore. Un tempo, nei giorni di Pentecoste, i fedeli si recavano in pellegrinaggio alla sua tomba e bevevano l'acqua che stillava dal soffitto sopra il sarcofago. Il sepolcro e le reliquie di A. sono oggi scomparsi, e se ne celebra solo la festa il 19 novembre nella cattedrale di Teramo e nella chiesa parrocchiale (già abbaziale) di S. Atto, unita dal 1477 col Capitolo del Duomo

Bertoldo de Weingarten, Beato


Il beato Bertoldo di Heimburg, governò il monastero di Weingarter, dove si insediarono dei monaci provenienti dall'abbazia di Altomünster.
Non sappiamo la sua data di nascita, sappiamo però che il suo governo dell’abbazia durò trentadue anni, tra il 1200 e 1232.
All’epoca i monaci si prodigarono, tra le altre cose, nella miniatura di manoscritti. Il loro lavoro più famoso è il “Messale di Bertoldo” del 1217, ora nella Biblioteca “Pierpont Morgan” a New York.
Fu un devoto fervente della Santissima Vergine, come dimostrano le sue prescrizioni speciali per festeggiare il sabato, a lei dedicato. Di lui ci rimane una sola immagine, un quadro ad olio del XVII secolo, che si trova nel monastero, dove viene raffigurato come beato.
Morì il 19 novembre 1232.
Il menologio benedettino lo ricorda il 19 novembre

Fausto de Alexandria, Santo



Particolari della sua vita si trovano in alcuni capitoli della Storia Ecclesiastica di Eusebio. Fu diacono della Chiesa alessandrina dalla metà del sec. III fino agli inizi del sec. IV. Durante la persecuzione di Valeriano, giudicato dal prefetto Emiliano, insieme col vescovo Dionigi e con i diaconi Eusebio e Cheremone, subì l'esilio nella regione di Kefro in Libia col proprio vescovo e con Caio, Pietro e Paolo; poi, mentre Dionigi veniva trasferito altrove, egli ritornò in Egitto, ove fu costretto a vita randagia insieme con i diaconi Eusebio e Cheremone. Eusebio ha fatto di lui questo elogio: "Si è distinto nel confessare la fede ed è stato poi riservato sino alla persecuzione succeduta al nostro tempo (= Diocleziano); vecchio e pieno di giorni ha consumato nell'età nostra il martirio per decapitazione" (VII, 11, 26).
Il Martirologio Romano lo commemora al 19 novembre, tuttavia il suo nome ricorre altre volte: al 3 ottobre, con Caio, Pietro e Paolo; al 4 con Caio, Eusebio, Cheremone e Lucio. Si tratta sempre del diacono ricordato il 19 novembre, poiché i suoi compagni non sono altri che i diaconi alessandrini, menzionati da Eusebio, perseguitati insieme con il loro vescovo Dionigi, durante l'impero di Valeriano. Più difficile si presenta un altro problema: il Martirologio Romano, che desume la notizia da Eusebio, (parla di un "prete" Fausto 26 novembre), martire ad Alessandria, insieme con Didio, Ammonio ed altri, sotto l'impero di Massimino Daia e Calerio. Questo "prete" Fausto vissuto sotto il vescovo Pietro, secondo il Tillemont e l'Allard potrebbe essere identificato con il diacono, ma è più verosimile ammettere che si tratti di due martiri distinti. L'ultima persecuzione, infatti, ebbe in Egitto varie fasi con moltissimi martiri, per cui si può ritenere che il diacono Fausto fosse vittima nel primo periodo (303-305), mentre il prete Fausto fu martirizzato nel secondo periodo sotto Massimino Daia (311).

Filósofo de Vercelli, Santo




Un antico calendario eusebiano, pubblicato in un volume del 1676, stabiliva la festa di s. Filosofo vescovo di Vercelli, nell’omonima diocesi, al 19 novembre, culto oggi scomparso.
S. Filosofo fu il diciannovesimo vescovo della diocesi di Vercelli, così come lo riporta il catalogo episcopale della città.
Per poter stabilire, sia pure approssimativamente, il periodo del suo episcopato, bisogna partire dal dato certo di s. Flaviano, 14° vescovo morto nel 542, così come indicato dalla sua iscrizione sepolcrale e calcolando una media di 10 anni per i successivi quattro vescovi, dei quali si ignorano i dati cronologici, si arriva a san Filosofo nell’arco di tempo dei due ultimi decenni del VI secolo; uno storico locale lo dice contemporaneo di s. Gregorio Magno (535-604).
A causa delle devastazioni subite dalla basilica cattedrale e dall’annesso archivio, da parte degli Ungari nell’899, e poi da Arduino di Ivrea (955-1015) che l’incendiò, tutta la storica documentazione andò distrutta, per cui le poche notizie conosciute sui primi 40 vescovi, si possono desumere da qualche iscrizione sepolcrale e da qualche libro liturgico locale.
Anche di s. Filosofo non si conoscono notizie sulla sua vita e sui meriti, né contemporanee né posteriori, tuttavia è confermata la sua santità.
Nel 1145 il vescovo Ginulfo elevò a collegiata l’antichissima Pieve di S. Lorenzo, sul monte presso il borgo di Gattinara e poiché in essa da tempo immemorabile erano conservate le sacre spoglie di s. Flaviano, alcuni storici locali dedussero che tale provvedimento volesse onorane la memoria e rinnovarne il culto.


Narsete (Nerses) I, o Parto, Santo








Discendente dalla fami­glia di s. Gregorio Illuminatore e nipote di s. Iusik, Narsete nacque ca. l'a. 330 da Athanagines, figlio di Iusik e da Bambish, figlia del re armeno Tiran. Dopo avere ricevuto un'educazione corrispondente al suo stato principesco, frequentò le scuole elleniche di Cesarea. Sposato con la figlia del principe Vardan Mamikonian, Sahaktucht, ebbe un figlio che chiamò Sahak, il futuro grande Katholicos santo. Dopo tre anni, mortagli la moglie, Narsete ritornò in patria dove fu assunto dal re come suo camerlengo.
Nel 350 Arshak, figlio di Tiran, succedeva al padre sul trono del regno armeno, e cominciava a ristabilire l'ordine fra i principi, affidando a ciascuno il proprio ufficio ed il posto che gli competeva per successione; Tiran, infatti, aveva usurpato tutti i loro diritti. In questa occasione anche i principi chiesero al re di ristabilire alla sede katholicossale, com'era consuetudine, un discendente della famiglia di s. Gregorio. Il re acconsenti alla proposta e, d'accordo con i principi e con il popolo, scelse il camerlengo reale, il giovane Narsete che Fausto (Storia, IV, 3) descrive: « Di statura alta e di una bellezza eccezionale, ma nel medesimo tempo timoroso di Dio ed osservante dei precetti divini, sapiente e modesto, caritatevole e misericordioso, casto e sobrio nella vita coniugale, ed esemplare nel servizio militare ». Saputo dell'acclamazione popolare e del beneplacito del re, Narsete rifiutò l'elezione e per con­vincerli, cominciò ad accusarsi di peccati che non aveva mai commesso. Il popolo, incredulo, si assunse tutta la responsabilità di quei peccati, mentre il re, per troncare la questione, prese la spada dalle sue mani e gli tagliò la chioma. Quindi i vescovi armeni, su invito del re, si radunarono in un sinodo per eleggerlo canonicamente Katholicos dell'Armenia; poi lo inviarono a Cesarea per l'ordi­nazione sacerdotale e la consacrazione episcopale, accompagnato da otto principi e da una parata militare, come era consuetudine dai tempi di s. Gregorio.
Fausto afferma che a Cesarea Narsete fu consacrato dal metropolita Eusebio, e la data di tale consa­crazione, come risulta dall'analisi dei dati storici, sarebbe il 353. A quest'epoca, però, secondo la Series Episcoporum pubblicata dal Gams, il metro­polita di Cesarea era Dianeo (341-362); tuttavia in un documento armeno antico, che riporta la serie dei vescovi di Cesarea dall'inizio fino ai tempi di Elladio, troviamo notato per Eusebio: « Questi consacrò Nerses e rimase sulla sede per anni 19 ». Quindi essendo nota la data della morte di Euse­bio (370), quella dell'inizio della sua carriera, secondo il documento, dovrebbe essere l'anno 352; tutto ciò, unito ad altri dati, confermerebbe come data di consacrazione di Narsete l'anno 353.
Dopo il ritorno alla sua sede episcopale, Narsete convocò un sinodo i cui Atti non ci sono pervenuti, ma di cui Fausto ha conservato un riassunto: Narsete ordinò la costruzione di ospedali e di ospizi per i lebbrosi e per tutti i poveri della città che dove­vano essere ricoverati in questi luoghi e mantenuti dalla carità dei fedeli; vietò sotto severe pene l'usanza superstiziosa di piangere i morti secondo i riti pagani; decretò leggi per regolare il matrimonio cristiano e la vita coniugale; inflisse pene contro tutti i vizi e i delitti. Esortò inoltre il re, i principi e tutti coloro che esercitavano l'autorità, ad essere miti verso i propri sudditi, e a non gravarli di tasse eccessive. Ai sudditi ordinò di rendere perfetta obbedienza e fedeltà alle autorità. Infine istituì in diversi luoghi scuole di lingua greca e siriaca, per l'educazione della gioventù ed in particolare degli ecclesiastici.
Fausto loda l'ordine e la prosperità della Chiesa armena ai tempi di Narsete e scrive: « Ai suoi tempi le chiese godevano della pace e tutti i vescovi erano circondati di rispetto in tutta l'Armenia; le chiese erano colme di pompa e di magnificenza; il clero aumentava di numero, ed egli costruiva in tutto il paese nuove chiese e monasteri per i monaci. Egli stesso liberò molti dalla schiavitù; aiutava le vedove e gli orfani, ed ogni giorno ospitava molti poveri alla sua tavola. Benché avesse istituito ospizi per i poveri e gli indigenti, accettava nel suo palazzo chiunque venisse a chiedere aiuto, ed egli stesso li lavava, li ungeva e distribuiva loro il cibo » (Storia, IV, 4). Con l'istituzione degli ospizi e dei lebbrosari iniziò nell'Armenia quell'opera sociale che doveva continuare nei secoli seguenti a cura della Chiesa armena. Tutti i fedeli erano invitati ad aiutare queste opere; anzi, furono ema­nati anche canoni penali, che infliggevano come pena l'aiuto in denaro o in lavoro a questi ospizi. L'organizzazione fondata da Narsete è quindi una delle prime del genere che s'incontrano nella storia.
Come capo della Chiesa armena, aveva anche compiti nella vita civile e politica del regno; infatti a lui era affidato il tribunale. Il re stesso lo man­dò alla corte di Bisanzio per trattare con l'impe­ratore. La sua prima missione fu, nel 354, presso l'imperatore Costanzo II, con il quale stipulò un trattato di alleanza. Ritornò in patria riportando con sé i due nipoti del re Arshak, trattenuti presso l'imperatore come ostaggi, e la figlia di un prefetto dei pretoriani, Olimpia, come moglie per il re.
Ma la collaborazione tra Narsete e Arshak non durò a lungo, poiché quest'ultimo seguiva nella vita privata e sociale soltanto i propri interessi, non dando ascolto alle ammonizioni del vescovo. Il motivo fondamentale e decisivo della rottura tra i due fu l'uccisione di Gnel, nipote dello stesso re, avvenuta nel 359. Narsete esortò il sovrano a desi­stere dal suo delitto, ma questi, non solo non ritirò l'ordine dell'uccisione, ma prese anche la moglie della vittima. Il vescovo allora lo scomunicò, riti­randosi dal suo ufficio. Arshak elesse al suo posto Ciunak invitando i vescovi armeni a consacrarlo, ma, ad eccezione di due, nessuno accettò l'invito. Ciunak, che non ebbe alcuna giurisdizione eccle­siastica e si accontentò di accompagnare il re, non fu preso in considerazione dai vescovi armeni i quali affidarono l'ufficio di Narsete a Iussik che rap­presentò la Chiesa armena nel sinodo di Antiochia (364), come si legge tra i firmatari della lettera sinodale indirizzata all'imperatore Gioviano (cf. So­crate, Hist. Eccl., III, 25).
Il ritiro di Narsete nei suoi possedimenti ad Ashtishat durò per tutto il periodo del regno di Arshak, ma quando questi fu fatto prigioniero dal re sassanide Shapuh, su invito dei principi armeni, che resiste­vano all'invasione persiana, verso il 367 accettò di nuovo l'incarico. Tornò allora a Costantinopoli per stringere amicizia coll'imperatore Valentiniano I (364-375) e far incoronare il figlio di Arshak, Pap, re d'Armenia. L'imperatore accettò la proposta impegnandosi ad aiutare il nuovo re. Tornato in patria dopo il felice esito della missione, portò anche aiuti militari e potè assistere alla battaglia di Zirav in cui gli armeni riportarono la vittoria ed il re Pap potè stabilirsi sul suo trono.
Riprendendo il suo ufficio Narsete si dedicò intera­mente alla cura pastorale del popolo. Partecipò anche ai sinodi provinciali di Cesarea: nel 372 troviamo infatti il suo nome, con quello di altri due vescovi armeni, nella lettera del sinodo di Cesarea, al quale presiedette s. Basilio (Basilio, Ep. 92).
Ma anche il re Pap, come suo padre, non voleva ascoltare le ammonizioni di Narsete, anzi, risen­tito dei suoi rimproveri, lo fece avvelenare durante una festa, alla quale lo aveva invitato col pretesto di voler riappacificarsi. Il santo vescovo mori, nel 373, dopo essere ritornato al suo palazzo, circondato dai suoi amici e dai suoi discepoli.
Gli storiografi moderni non concordano circa l'uccisione da parte del re armeno, mentre il con­temporaneo Fausto lo asserisce apertamente, né vi sono motivi seri per negarlo. Non sono invece accettati l'esilio di Narsete da parte dell'imperatore Valentiniano, con il quale avrebbe avuto una discus­sione teologica circa l'arianesimo, e la sua parteci­pazione al concilio di Costantinopoli nel 381, in quanto la sua morte è fissata al 373.
Narsete fu sepolto a Thil, nella chiesa del villaggio di Erzerum, ove erano già stati sepolti tutti i suoi santi antenati e la tomba fu meta di pellegri­naggio fino all'invasione araba (sec. VII). In questo periodo la chiesa fu distrutta e non ci si curò più della tomba del santo fino al sec. XIII. Nel 1272, in seguito ad una visione, furono trovate le sue reliquie e il vescovo della diocesi, Sarkis, ordinò di costruire sul posto una chiesa a lui dedicata. Questa chiesa fu anche, da allora in poi, la catte­drale della sede vescovile.
La Chiesa armena celebra la festa di Narsete nella settimana della quarta domenica dopo Pentecoste.




Raimundo de Puy, Beato


 Figlio di Hughes du Puy, Signore de Pereins, d'Apifer e di Rochefort, già Governatore d'Acri e Generale al servizio di Goffredo di Buglione, egli era imparentato con Adhemar di Le Puy, legato papale nel corso della Prima Crociata. Successore del Beato Gerardo nel 1120, come secondo Gran Maestro dell'Ordine di Malta egli sviluppò l'Ordine secondo crismi di potenza militare. Egli prescrisse la croce puntata di Amalfi come simbolo ufficiale dell'Ordine, la quale divenne in seguito nota con il nome di Croce di Malta dopo che l'ordine stabilì la propria sede a Malta. Raymond divise l'ordine in fratelli religiosi, militari e affiliati e fondò la prima infermeria degli Ospitalieri presso la Chiesa del Santo Sepolcro a Gerusalemme. Egli fu presente alla Presa di Ascalona nel 1153



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miscelania 003

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Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las







Igreja da Comunidade de São PAULO DO VISO, entrada principal



Igreja da Comunidade de São PAULO DO VISO, entrada lateral  
Rua Padre Francisco Rangel.



Blogue: 
 SÃO PAULO (e Vidas de Santos) http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com

Desde 7 de Novembro de 2006, 
entrando pois no Décimo Primeiro ano de publicação diária 
exceptuando algumas (poucas) interrupções técnicas




ANTÓNIO FONSECA

Lista de Papas por ordem de data

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I - São PEDRO (42 a 47); II - São LINO; 67-76; III - ANACLETO I ou CLETO (76-88);

IV São CLEMENTE I (88-97); V - Santo EVARISTO I (97-105;

VI - Santo ALEXANDRE I (105-115); VII - São SISTO I (115-125);

VIII - São TELÉSFORO (125-136); IX - Santo HIGINO (136-140);

X - São PIO I (140-155); XI - Santo ANICETO (155-166);

XII - São SOTERO (166-175); XIII - Santo ELEUTÉRIO (175-189); XIV -

São VÍTOR I (189-199); XV - São ZEFERINO (199-217); XVI - São CALISTO I (217-222);

I -Santo HIPÓLITO (217-235) *Embora Anti-Papa foi considerado Santo*;

XVII - Santo URBANO I (222-230); XVIII - São PONCIANO (230-235);

XIX - Santo ANTERO (235-236); XX - São FABIÃO ou FABIANO (236-250);

XXI - São CORNÉLIO (251-253);

II - NOVACIANO (251) - II ANTI-PAPA;

XXII - São LÚCIO I (253-254); XXIII - Santo ESTÊVÃO (254-257);

XXIV - São SISTO II (257-258); XXV - São DIONÍSIO (259-268);

XXVI - São FÉLIX I (269-274); XXVII - Santo EUTIQUIANO (275-283);

XXVIII - São CAIO (283-296); XXIX - São MARCELINO (296-304);

VACATURA DA SANTA SÉ (305-308);

XXX - São MARCELO I (308-309); XXXI - Santo EUSÉBIO (309);

XXXII - São MILCÍADES ou MELQUÍADES (310-314);

XXXIII - São SILVESTRE I (314-335); XXXIV - São MARCOS (336);

XXXV - São JÚLIO I (337-352); XXXVI - São LIBÉRIO (352-366);

III - São FÉLIX II (335-358) - ANTI-PAPA;

XXXVII - São DÂMASO I (366-384);

IV - Santo URSINO (366-367) - ANTI-PAPA;

XXXVIII - São SIRÍCIO (384-399); XXXIX - Santo ANASTÁSIO I (399-401);

XL - Santo INOCÊNCIO I (401-417); XLI - São ZÓZIMO (417-418);

XLII - São BONIFÁCIO I (418-422);

V - EULÁLIO (418-419 - ANTI-PAPA;

XLIII - São CELESTINO I (422-432); XLIV - São SISTO III (432-440);

XLV - São LEÃO I MAGNO (440-461);

XLVI - Santo HILARIO ou HILARIÃO (461-468); XLVII - São SIMPLÍCIO (468-483); XLVIII - São FÉLIX III (483-492) (*) É considerado como Félix III, apesar o seu antecessor Félix II ter sido Anti-Papa; XLIX - São GELÁSIO I (492-496);

L - Santo ANASTÁSIO I (496-498) - LI - São SÍMACO (498-514);

VI - LOURENÇO (498 e 501-505) ANTI-PAPA;

LII - Santo HORMISDAS (514-523); LIII - São JOÃO I (523-526);

LIV - São FÉLIX IV (526-530);

VII - DIÓSCORO (530) - ANTI-PAPA;

LV - BONIFÁCIO II (530-532); LVI - JOÃO II (533-535); LVII - Santo AGAPITO I (515-536); LVIII - São SILVÉRIO (536-536); LIX - VIGILIO (537-555); LX - PELÁGIO I (556-561);

LXI - JOÃO III (561-574); LXII - São BENTO I (575-579); LXIII - PELÁGIO II (579-590); LXIV - São GREGÓRIO I MAGNO (590-604); LXV - SABINIANO (604-606);

LXVI - BONIFÁCIO III (607); LXVII - São BONIFÁCIO IV (608-615);

LXVIII - São DEODATO I ou ADEODATO (615-618); LXIX - BONIFÁCIO V (619-625); LXX - HONÓRIO I (625-638); LXXI - SEVERINO (640); LXXII - JOÃO IV (640-642); LXXIII - TEODORO I (642-649); LXXIV - São MARTINHO I (649-655);

LXXV - Santo EUGÉNIO I (654-657);

LXXVI - São VITALINO ou VITALIANO (657-672);

LXXVII - DEODATO II ou ADEODATO (672-676); LXXVIII - DONO (676-678);

LXXIX - Santo AGATÃO (678-681); LXXX - São LEÃO II (682-683);

LXXXI - São BENTO II (684-685); LXXXII - JOÃO V (685-686);

LXXXIII - CÓNON (686-687); LXXXIV - São SÉRGIO I (687-701);

VIII - TEODORO (687) - ANTI-PAPA; IX - PASCOAL (687) - ANTI-PAPA;

LXXXV - JOÃO VI (701-705); LXXXVI - JOÃO VII (705-707); LXXXVII - SISÍNIO (708); LXXXVIII - CONSTANTINO I (708-715); LXXXIX - São GREGÓRIO II (715-731);

XC - São GREGÓRIO III (731-741); XCI - São ZACARIAS (741-752);

XCII - ESTÊVÃO II (752-757); XCIII - São PAULO I (757-767);

X - CONSTANTINO II (767-769) - ANTI-PAPA;

XCIV - ESTÊVÃO III (768-772);

XI - FILIPE (768) - ANTI-PAPA;

XCV - ADRIANO I (772-795); XCVI - São LEÃO III (795-816);

XCVII - ESTÊVÃO IV (816-817); XCVIII - São PASCOAL I (817-824);

XCIX - EUGÉNIO II (824-827); C - VALENTIM (827); CI - GREGÓRIO IV (827-844);

CII - SÉRGIO II (844-847);

XII - JOÃO (844) - ANTI-PAPA;

CIII - São LEÃO IV (847-855); CIV - BENTO III (855-858);

XIII - ANASTÁSIO (855) - ANTI-PAPA;

CV - São NICOLAU I MAGNO (858-867); CVI - ADRIANO II (867-872);

CVII - JOÃO VIII (872-882); CVIII - MARINHO I (882-884);

CIX - Santo ADRIANO III (884-885); CX - ESTÊVÃO V (885-891);

CXI - FORMOSO (891-896); CXII - BONIFÁCIO VI (896);

CXIII - ESTÊVÃO VI (896-897); CXIV - ROMANO (897); CXV - TEODORO II (897);

CXVI - JOÃO IX (898-900); CXVII - BENTO IV (900-903); CXVIII - LEÃO V (903);

XIV - CRISTÓVÃO (903-904) - ANTI-PAPA;

CXIX - SÉRGIO III (904-911); CXX - ANASTÁSIO III (911-913);

CXXI - LANDON (913-914); CXXII - JOÃO X (914-928); CXXIII - LEÃO VI (928);

CXXIV - ESTEVÃO VII (928-931); CXXV - JOÃO XI (931-935);

CXXVI - LEÃO VII (936-939) CXXVII - ESTEVÃO VIII (939-942);

CXXVIII - MARINHO II (942-946); CXXIX - AGAPITO II (946-955);

CXXX - JOÃO XII (955-964); CXXXI - LEÃO VIII (963-965);

CXXXII - BENTO V (964-966); CXXXIII - JOÃO XIII (965-972);

CXXXIV - BENTO VI (973-974);

XV - BONIFÁCIO VII (974 e 984-985) - ANTI-PAPA;

CXXXV - BENTO VII (974-983); CXXXVI - JOÃO XIV (983-984);

CXXXVII - JOÃO XV (985-996); CXXXVIII - GREGÓRIO V (996-999);

XVI - JOÃO XVI (997-998) - ANTI-PAPA;

CXXXIX - SILVESTRE II (999-1003); CXL - JOÃO XVII (1003);

CXLI - JOÃO XVIII (1003-1009); CXLII - SÉRGIO IV (1009-1012);

XVII - GREGÓRIO VI (1012) - ANTI-PAPA;

CXLIII - BENTO VIII (1012-1024); CXLIV - JOÃO XIX (1024-1032);

CXLV - BENTO IX (1032-1044, 1045 e 1047-1048)(**); CXLVI - SILVESTRE III - (1045)

CXLVII - GREGÓRIO VI (1045-1046); CXLVIII - CLEMENTE II (1046-1047);

CXLIX - DÂMASO II (1048); CL - São LEÃO IX (1049-1054)

(**) Possível Anti-Papa, embora apareça em algumas listas como Papa legítimo, apesar de ter causado alguns problemas com SILVESTRE III e com DÃMASO II;

CLI - VÍTOR II (1055-1057); CLII - ESTEVÃO IX (1057-1058);

XVIII - BENTO X (1058- 1059) -ANTI-PAPA;

CLIII - NICOLAU II (1059-1061); CLIV - ALEXANDRE II (1061-1073);

XIX - HONÓRIO II (1061-1072) - ANTI-PAPA;

CLV - São GREGÓRIO VII (1073-1085);

XX - CLEMENTE III (1080-1084) ANTI-PAPA;

CLVI - BEATO VÍTOR III (1086-1087); CLVII - BEATO URBANO II (1088-1099); CLVIII - PASCOAL Ii (1099-1118);

XXI - TEODORICO (1100) - ANTI-PAPA; XXII - ALBERTO (1102 - ANTI-PAPA;

XXIII - SILVESTRE IV (1105-1111) - ANTI-PAPA;

CLIX - GELÁSIO II (1118-1119);

XXIV - GREGÓRIO VIII (1118-1121) - ANTI-PAPA;

CLX - CALISTO II (1119-1124); CLXI - HONÓRIO II (1124-1130);

XXV - CELESTINO II (1124); - ANTI-PAPA;

CLXII - INOCÊNCIO II (1130-1143);

XXVI - ANACLETO II (1130-1138) - ANTI-PAPA; XXVII - VÍTOR IV (1138) - ANTI-PAPA;

CLXIII - CELESTINO II (1143-1144); CLXIV - LÚCIO II (1144-1145);

CLXV - BEATO EUGÉNIO III (1145-1153); CLXVI - ANASTÁSIO IV (1153-1154); CLXVII - ADRIANO IV (1154-1159); CLXVIII - ALEXANDRE III (1159-1181);

XXVIII - VÍTOR IV (1159-1164) - ANTI-PAPA; XXIX - PASCOAL III (1164-1168) - ANTI-PAPA; XXX - CALISTO III - (1168-1178) - ANTI-PAPA;

XXXI - INOCÊNCIO III (1179-1180); - ANTI-PAPA;

CLXIX - LÚCIO III (1181-1185); CLXX - URBANO III (1185-1187);

CLXXI - GREGÓRIO VIII (1187); CLXXII - CLEMENTE III (1187-1191);

CLXXIII - CELESTINO III (1191-1198); CLXXIV - INOCÊNCIO III (1198-1216);

CLXV - HONÓRIO III (1216-1227); CLXXVI - GREGÓRIO IX (1227-1241);

CLXXVII - CELESTINO IV (1241); CLXXVIII - INOCÊNCIO IV (1243-1254);

CLXXIX - ALEXANDRE IV (1254-1261); CLXXX - URBANO IV (1261-1264);

CLXXXI - CLEMENTE IV (1265-1268); CLXXXII - BEATO GREGÓRIO X (1271-1276); CLXXXIII - BEATO INOCÊNCIO V (1276); CLXXXIV - ADRIANO V (1276);

CLXXXV - JOÃO XXI (1276-1277) CLXXXVI - NICOLAU III (1277-1280);

CLXXXVII - MARTINHO IV (1281-1285); CLXXXVIII - HONÓRIO IV (1285-1287); CLXXXIX - NICOLAU IV (1288-1292); CXC - SÃO CELESTINO V (1294);

CXCI - BONIFÁCIO VIII (1294-1303) CXCII - BEATO BENTO XI (1303-1304);

CXCIII - CLEMENTE V (1305-1314); CXCIV - JOÃO XXII (1316-1334);

XXXII - NICOLAU V - ANTI-PAPA (1328-1330);

CXCV - BENTO XII (1334-1342); CXCVI - CLEMENTE VI (1342-1352);

CXCVII - INOCÊNCIO VI (1352-1362); CXCVIII - BEATO URBANO V (1362-1370); CXCIX - GREGÓRIO XI (1370-1378); CC - URBANO VI (1378-1389);

CCI - BONIFÁCIO IX (1389-1404); CCII - INOCÊNCIO VII (1404-1406);

CCIII - GREGÓRIO XII (1406-1415);

XXXIII - CLEMENTE VII - ANTI-PAPA (1378-1394);

XXXIV - BENTO XIII - ANTI-PAPA (1394-1420);

XXXV - ALEXANDRE V - ANTI-PAPA (1409-1410);

XXXVI - JOÃO XXIII ANTI-PAPA (1410-1415);

XXXVII - CLEMENTE VIII ANTI-PAPA (1423-1429);

CCIV - MARTINHO V (1334-1342);

XXXVIII - BENTO IV ANTI-PAPA (1425-1430);

CCV - EUGÉNIO IV (1431-1447);

XXXIX - FÉLIX V ANTI-PAPA (1439-1449);

CCVI - NICOLAU V (1447-1465); CCVII - CALISTO III (1455-1458);

CCVIII - PIO II (1458-1464); CCIX - PAULO II (1464-1471); CCX - SISTO IV (1471-1484); CCXI - INOCÊNCIO VIII (1484-1492); CCXII - ALEXANDRE VI (1492-1503);

CCXIII - PIO III (1503); CCXIV - JÚLIO II (1503-1513); CCXV - LEÃO X (1513-1521); CCXVI - ADRIANO VI (1522-1523); CCXVII - CLEMENTE VII (1523-1534);

CCXVIII - PAULO III (1534-1549); CCXIX - JÚLIO III (1550-1555);

CCXX - MARCELO II (1555); CCXXI - PAULO IV (1555-1559);

CCXXII - PIO IV (1559-1565); CCXXIII - SÃO PIO V (1566-1572);

CCXXIV - GREGÓRIO XIII (1572-1585); CCXXV - SISTO V (1585-1590);

CCXXVI - URBANO VII - (1590); CCXXVII - GREGÓRIO XIV (1590-1591);

CCXXVIII - INOCÊNCIO IX (1591); CCXXIX - CLEMENTE VIII (1592-1605);

CCXXX - LEÃO XI (1605); CCXXXI - PAULO V (1605-1621):

CCXXXII - GREGÓRIO XV (1623-1644); CCXXXIII - URBANO VIII (1623-1644); CCXXXIV - INOCÊNCIO X (1644-1655); CCXXXV - ALEXANDRE VII (1655-1667); CCXXXVI - CLEMENTE IX (1667-1669); CCXXXVII - CLEMENTE X (1670-1676); CCXXXVIII - BEATO INOCÊNCIO XI (1676-1689);

CCXXXIX - ALEXANDRE VIII (1689-1691); CCXL - INOCÊNCIO XII (1691-1700);

CCXLI - CLEMENTE XI (1700-1721); CCXLII - INOCÊNCIO XIII (1721-1724);

CCXLIII - BENTO XIII (1724-1730); CCXLIV - CLEMENTE XII (1730-1740);

CCXLV - BENTO XIV (1740-1758); CCXLVI - CLEMENTE XIII (1758-1769);

CCXLVII - CLEMENTE XIV (1769-1774); CCXLVIII - PIO VI (1775-1799);

CCXLIX - PIO VII (1800-1823); CCL - LEÃO XII (1823-1829); CCLI - PIO VIII (1829-1830); CCLII - GREGÓRIO XVI (1831-1846); CCLIII - BEATO PIO IX (1846-1878);

CCLIV - LEÃO XIII (1878-1903); CCLV - SÃO PIO X (1903-1914);

CCLVI - BENTO XV (1914-1922); CCLVII - PIO XI (1922-1939);

CCLVIII - PIO XII (1939-1958); CCLIX - SÃO JOÃO XXIII (1958-1963);

CCLX - PAULO VI (1963-1978); CCLXI - JOÃO PAULO I - (1978);

CCLXII - SANTO JOÃO PAULO II;

CCLXIII - BENTO XVI - PAPA DESDE 18 DE ABRIL DE 2005 até 28 DE FEVEREIRO DE 2013 data em que renunciou passando a ser PAPA EMÉRITO;

CCLXIV - FRANCISCO - Eleito em 28 de Fevereiro de 2013

por renúncia de BENTO XVI - Papa Emérito

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