FELIZ PÁSCOA

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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Nº 1920 - 2ª PÁGINA - O ANTIGO TESTAMENTO - 1 LIVRO DOS MACABEUS - (11) - 6 de Fevereiro de 2014

Apesar de já ter entrado no mês de Fevereiro (.. ainda não estou em dia…) continuo a  chamar a vossa atenção para o texto que escrevi na 1ª página “SANTOS DE CADA DIA” sobre a suspensão e o reinicio dos mesmo, desde 16 de Dezembro de 2013. Obrigado.

O ANTIGO TESTAMENTO

6 de Fevereiro de 2014

Nº 1920  -  2ª PÁGINA

antoniofonseca1940@hotmail.com
2014

miscelania 002

Mapa Antigo de ISRAEL

Nº 1920

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Caros Amigos:

Conforme poderão verificar, se o desejarem, poderão consultar a edição deste Blogue, de 12 de Novembro de 2012, na qual iniciei  - diariamente – a transcrição dos textos descritos na Bíblia Sagrada – por Capítulos (e livros). Simplesmente resolvi, de repente, começar a editar todo o texto do

ANTIGO TESTAMENTO

que, como é sabido - é composto por uma série de vários livros: Os primeiros considerados como LIVROS HISTÓRICOS, os quais vão desde o Pentateuco (atribuído a Moisés),que compreende o Génesis, o Êxodo, o Levítico, os Números e o Deuteronómio, e a seguir, Josué, Juízes, Rute, Livros dos Reis (2) que se completam com os 2 livros dos Paralipómenos ou Crónicas. Seguem-se depois Esdras e Neemias, Tobias, Judite, Ester e o Livro dos Macabeus. Seguem-se os LIVROS DIDÁCTICOS com os livros de Job, Livro dos Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Sabedoria e Eclesiástico; e por fim os LIVROS PROFÉTICOS: Isaías, Jeremias, Baruc, Ezequiel, Daniel, Oseias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miqueias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.

São pois 42 o número total dos livros sobre o Antigo Testamento que tenciono transcrever

até que Deus mo permita, evidentemente…

Para já – neste momento já consegui transcrever os capítulos referentes aos livros GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO, JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º e 2º de SAMUEL, 1º Reis e 2º Reis, 1º e 2º dos Paralipómenos ou Crónicas, ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER,

(Uff... É obra…)

num total de 410 páginas, ficando a faltar apenas 680 capítulos…!!! (mais ou menos) referentes aos restantes, que são apenas os:

1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).

- Sejamos optimistas –.

Ainda agora é de manhã e alguns dos amigos que conheci há mais de 60 anos, já atingiram os 90 ou quase 100 (dois pelo menos) e ainda estão aí para as curvas. Ora, eu ainda só tenho 73 e se Deus quiser hei-de também chegar a uma idade razoável.

!!!SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS …!!! (coisa pouca…)

Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não! Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver! Sei, no entanto que se poderá dizer:

trata-se de uma  tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*). e, SE CALHAR, É…

Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma. Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.

Se no entanto, o vier a conseguir, darei muitas Graças a Deus.

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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.

Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos,

no dia da sua Ascensão ao Céu:

IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI 

TODOS OS POVOS”.

É apenas isto realmente, que eu estou tentando fazer. AF.

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Mãos à obra, pois, continuemos:

ANTIGO TESTAMENTO

1º Livro dos MACABEUS

Reino Asmoneu - Simão

Reino dos Asmoneus

JUDAS MACABEU

Matatias pai de Judas Macabeu

Matatias, pai de JUDAS MACABEU

11 – TRAIÇÃO DE PTOLOMEU CONTRA ALEXANDRE

 

O rei do Egipto reuniu um exército tão numeroso como as areias das praias do mar e uma frota considerável, com o  astuto propósito de se apoderar do reino de Alexandre, a fim de o anexar ao seu. Chegou à Síria com palavras de paz e os habitantes das cidades abriram-lhe as suas portas e saíram ao seu encontro, conforme o rei Alexandre ordenara , já que era seu sogro. Mas Ptolomeu, logo que entrava numa cidade, punha nela uma guarnição militar. Ao entrar em Azot, mostraram-lhe o templo de Dagon, destruído pelo fogo. Azot , e os arrabaldes  da cidade em ruínas, os cadáveres estendidos por terra e, ao lado dos caminhos, os montões daqueles que tinham sido mortos na batalha. Contaram ao rei tudo o que fizera Jónatas , com o fim de o tornar odioso, mas o rei guardou silêncio. Jónatas veio a Jope, ao encontro do rei, com grande pompa, saudaram-se mutuamente  e passaram ali a noite. Depois, Jónatas acompanhou o rei até ao rio, chamado Eleútero, e voltou a Jerusalém. O rei Ptolomeu estabeleceu assim o seu poderio sobre todas as cidades, desde a costa à cidade marítima de Selêucia forjando maus planos contra Alexandre . Enviou embaixadores a Demétrio, dizendo-lhe: «Vem, façamos juntos a aliança e dar-.te-ei a minha filha, mulher de Alexandre, e reinarás sobre o reino dos  teus pais. Lamento, com razão. ter-lhe dado minha filha, porque efe procurou assassinar-me». Acusava-o, desta forma, porque cobiçava o reino. Por fim, tirou-lhe a sua filha e deu-a a Demétrio, afastando-se dele  e manifestando a sua inimizade pública. Ptolomeu entrou em Antioquia e cingiu-se com um duplo diadema: o do Egipto e o da Ásia. Por aqueles dias  o rei Alexandre encontrava-se na Cilícia, cujos habitantes se tinham revoltado. Mas, avisado, veio para travar combate  com ele. Ptolomeu saiu-lhe ao encontro com  o seu exército , avançou com força imponente e derrotou-o. Enquanto o rei Ptolomeu triunfava, Alexandre chegou à Arábia, para procurar ali asilo, mas o árabe Zabdiel mandou cortar-lhe a cabeça e enviou-a ao rei do Egipto. Mas dali a três dias, morreu também Ptolomeu e as guarnições que pusera nas fortalezas foram massacradas pelos habitantes das cidades vizinhas. Demétrio começou a reinar no ano cento e sessenta e sete.

Continuação da prosperidade de Jónatas  - Por aqueles dias, Jónatas convocou os homens da Judeia , para se apoderarem da cidadela de Jerusalém, e com esse fim, construiu numerosas máquinas de guerra. Imediatamente, alguns ímpios, inimigos da própria nação, dirigiram-se ao rei Demétrio e contaram-lhe que Jónatas sitiava a cidadela. Irritado com esta notícia, pôs-se logo a caminho e alcançou a Ptolemaida. De lá escreveu a Jónatas , que não atacasse a cidadela e que viesse o mais depressa possível ter com ele para conferenciar em Ptolemaida. Mas Jónatas, logo que recebeu a mensagem, ordenou que se continuasse o cerco e, escolhendo alguns dos mais antigos de Israel e alguns sacerdotes expôs-se ao perigo. Levou consigo ouro, prata, vestes e outros presentes, foi a Ptolemaida ter com o rei e achou graça diante dele. Com efeito, apesar de alguns renegados  da sua nação o combaterem, o rei tratou-o, como o fizeram os seus predecessores, e exaltou-o à vista dos seus cortesãos. Confirmou-o no sumo sacerdócio e em todos os títulos  que possuía anteriormente, considerou-o com o primeiro dos seus amigos. Jónatas pediu ao rei que lhe concedesse imunidade de impostos  na Judeia e nos três distritos da Samaria, prometendo-lhe em troca trezentos talentos. Assentiu o rei e escreveu a Jónatas sobre este assunto uma carta, do teor seguinte:«O rei Demétrio ao seu irmão Jónatas e ao povo judeu, saúde! Enviamo-vos , a fim de que tomeis conhecimento, a cópia da carta que dirigimos a vosso respeito, ao nosso pai Lastenes:  O rei Demétrio ao seu pai Lastenes, saúde! Resolvemos fazer mercês à nação dos judeus, nossos leais amigos, que manifestam os seus bons sentimentos  a nosso respeito. Decretamos, pois, que toda a Judeia e os três distritos de Aferema, de Lida e Ramata, arrebatados à Samaria e anexados à Judeia, entrem na sua posse. Todos os seus lucros pertencerão aos que sacrificam em Jerusalém, em lugar do tributo que, cada ano, o rei cobrava dos frutos da terra e das árvores. Igualmente, perdoamos–lhes, desde agora, os restantes tributos, que nos pagavam, dos dízimos das salinas e das coroas que nos eram dados. Nada será anulado nesses decretos, nem agora nem nunca. Cuidai, pois, de fazer uma cópia deste decreto e entregai-a a Jónatas, para que seja colocada na santa montanha, em lugar visível». Vendo Demétrio que a terra estava tranquila e que ninguém lhe resistia, licenciou o seu exército e mandou os seus soldados cada um para sua casa, com excepção das forças mercenárias que recrutara nas ilhas estrangeiras. Esta decisão desagradou a todas as tropas que tinham servido os seus pais. Mas Trifon, antigo partidário de Alexandre, verificando que todo o exército murmurava contra Demétrio, foi procurar Emalcué, o árabe que educou o jovem Antíoco, filho de Alexandre. Instou para que lho entregasse, a fim de o fazer reinar no lugar de seu pai. Contou-lhe tudo o que Demétrio  fez e a hostilidade do seu exército contra ele, permanecendo ali bastantes dias. Entretanto, Jónatas mandou pedir ao rei Demétrio que tirasse as tropas que se encontravam na cidadela  e nas outras fortalezas, porque hostilizavam Israel. Demétrio respondeu a Jónatas dizendo: «Não só farei isto por ti e pelo teu povo,mas cumular-vos-ei de honras, quando chegar a ocasião propícia. Por agora, far-me-ias um grande favor se enviasses homens em meu socorro, porque os meus soldados abandonaram-me». Jónatas enviou imediatamente a Antioquia três mil homens valorosos, a cuja chegada oi rei se sentiu muito feliz. Os habitantes da cidade, em número de quase cento e vinte mil, amotinaram-se a fim de matarem o rei. Este refugiou-se no seu palácio e o povo, ocupando as ruas da cidade, começou o assalto. Então o rei chamou os judeus em seu auxílio, os quais se agruparam ao seu redor; depois, espalharam-se pela cidade e mataram nesse dia cerca de cem mil homens. Incendiaram a cidade, apoderaram-se de um numeroso espólio e salvaram o rei. O habitantes perceberam que os judeus faziam da cidade o que lhes apetecia, perderam a sua coragem, e suplicantes,clamaram ao rei, dizendo «Dai-nos  paz e que os judeus cessem de combater contra nós e a nossa cidade». Depuseram, pois, as suas armas e fizeram a paz. Os judeus, cobertos de glória diante do rei e dos súbditos, regressaram a Jerusalém com abundantes despojos. Demétrio conservou o seu trono e todo o país ficou tranquilo diante dele.

Novas vitórias de Jónatas – Contudo, o rei faltou  à sua palavra, separou-e de Jónatas e não mais lhe pagou benevolência com benevolência, ao contrário, tratou-o muito mal. Depois destes acontecimentos, Trifon chegou com o jovem Antíoco, o qual foi proclamado rei e cingiu o diadema. Todas as forças que Demétrio despedira agruparam-se ao redor dele para combater este último, obrigando-o a fugir derrotado. Trifon apoderou-se dos elefantes e conquistou Antioquia. O jovem Antíoco escreveu a Jónatas, dizendo-lhe: «Confirmo-te no sumo pontificado. Mantenho-te à frente dos quatro distritos e quero que sejas um dos amigos do rei». Enviou-lhe, também, vasos e utensílios de ouro, concedeu-lhe autorização de beber em copos de ouro, de vestir-se de púrpura e de trazer uma fivela de ouro. Ao mesmo tempo, nomeou o seu irmão, Simão, governador, desde a Escada de Tiro até à fronteira do Egipto. Então Jónatas partiu, atravessou o país ao longo do rio e percorreu as cidades. As tropas sírias ajuntaram-se-.lhe para lutar a seu lado. Chegou a Ascalon e os habitantes saíram a recebê-lo com grandes honras. De lá seguiu para Gaza, que lhe fechou as portas; mas ele sitiou-a, incendiou-a e saqueou os arredores. Então os habitantes de Gaza imploraram-lhe paz, que lhes foi outorgada; mas Jónatas tomou, como reféns, os filhos dos nobres e enviou-os para Jerusalém. A seguir, percorreu todo o país até Damasco. Jónatas teve notícia de que os generais de Demétrio tinham chegado a Cades, na Galileia, com um forte exército, com intenção de pôr fim à sua actividade. Deixou no país, o seu irmão Simão e foi ao encontro deles. Simão acampou em frente de Betsur, combateu-a durante muito tempo e sitiou-a. Por fim, os habitantes pediram-lhe a paz. Ele concedeu-lha, mas expulsou-os da cidade, da qual se apoderou, pondo nela uma guarnição. Jónatas acampou com o seu exército perto do lago de Genesar, e pela manhã, muito cedo, penetrou na planície de Azor. Aqui encontrou o exército estrangeiro que lhe armara emboscada nas montanhas. E os que estavam na emboscada saíram dos seus postos e travaram a luta.,Todos os homens de Jónatas fugiram, ficando a sue lado apenas Matatias, filho de Absalão (2 Mac 11, 7) e Judas, filho de Calfi chefes da milícia. Jónatas rasgou as suas vestes, cobriu a cabeça de pó e rezou. Depois, lançou-se de novo sobre os inimigos, derrotou-os e afugentou-os. Vendo isto, as tropas que o tinham abandonado regressaram para junto dele, e, todos juntos, perseguiram os inimigos até Cades onde estes tinham o seu acampamento. Ali mesmo se estabeleceram. Naquele dia, morreram cerca de três mil estrangeiros, e Jónatas voltou para Jerusalém.

    Simão 

Simão, filho de Matatias e irmão de Judas Macabeu

(Texto do 1º Livro dos MACABEUS)

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Local onde se processa este Blogue

miscelania 003

http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf

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Este texto deveria ter sido publicado em

6 de FEVEREIRO DE 2014 – 10.15 h

ANTÓNIO FONSECA

http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf; http:// wikipedia.org.

Lista de Papas por ordem de data

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I - São PEDRO (42 a 47); II - São LINO; 67-76; III - ANACLETO I ou CLETO (76-88);

IV São CLEMENTE I (88-97); V - Santo EVARISTO I (97-105;

VI - Santo ALEXANDRE I (105-115); VII - São SISTO I (115-125);

VIII - São TELÉSFORO (125-136); IX - Santo HIGINO (136-140);

X - São PIO I (140-155); XI - Santo ANICETO (155-166);

XII - São SOTERO (166-175); XIII - Santo ELEUTÉRIO (175-189); XIV -

São VÍTOR I (189-199); XV - São ZEFERINO (199-217); XVI - São CALISTO I (217-222);

I -Santo HIPÓLITO (217-235) *Embora Anti-Papa foi considerado Santo*;

XVII - Santo URBANO I (222-230); XVIII - São PONCIANO (230-235);

XIX - Santo ANTERO (235-236); XX - São FABIÃO ou FABIANO (236-250);

XXI - São CORNÉLIO (251-253);

II - NOVACIANO (251) - II ANTI-PAPA;

XXII - São LÚCIO I (253-254); XXIII - Santo ESTÊVÃO (254-257);

XXIV - São SISTO II (257-258); XXV - São DIONÍSIO (259-268);

XXVI - São FÉLIX I (269-274); XXVII - Santo EUTIQUIANO (275-283);

XXVIII - São CAIO (283-296); XXIX - São MARCELINO (296-304);

VACATURA DA SANTA SÉ (305-308);

XXX - São MARCELO I (308-309); XXXI - Santo EUSÉBIO (309);

XXXII - São MILCÍADES ou MELQUÍADES (310-314);

XXXIII - São SILVESTRE I (314-335); XXXIV - São MARCOS (336);

XXXV - São JÚLIO I (337-352); XXXVI - São LIBÉRIO (352-366);

III - São FÉLIX II (335-358) - ANTI-PAPA;

XXXVII - São DÂMASO I (366-384);

IV - Santo URSINO (366-367) - ANTI-PAPA;

XXXVIII - São SIRÍCIO (384-399); XXXIX - Santo ANASTÁSIO I (399-401);

XL - Santo INOCÊNCIO I (401-417); XLI - São ZÓZIMO (417-418);

XLII - São BONIFÁCIO I (418-422);

V - EULÁLIO (418-419 - ANTI-PAPA;

XLIII - São CELESTINO I (422-432); XLIV - São SISTO III (432-440);

XLV - São LEÃO I MAGNO (440-461);

XLVI - Santo HILARIO ou HILARIÃO (461-468); XLVII - São SIMPLÍCIO (468-483); XLVIII - São FÉLIX III (483-492) (*) É considerado como Félix III, apesar o seu antecessor Félix II ter sido Anti-Papa; XLIX - São GELÁSIO I (492-496);

L - Santo ANASTÁSIO I (496-498) - LI - São SÍMACO (498-514);

VI - LOURENÇO (498 e 501-505) ANTI-PAPA;

LII - Santo HORMISDAS (514-523); LIII - São JOÃO I (523-526);

LIV - São FÉLIX IV (526-530);

VII - DIÓSCORO (530) - ANTI-PAPA;

LV - BONIFÁCIO II (530-532); LVI - JOÃO II (533-535); LVII - Santo AGAPITO I (515-536); LVIII - São SILVÉRIO (536-536); LIX - VIGILIO (537-555); LX - PELÁGIO I (556-561);

LXI - JOÃO III (561-574); LXII - São BENTO I (575-579); LXIII - PELÁGIO II (579-590); LXIV - São GREGÓRIO I MAGNO (590-604); LXV - SABINIANO (604-606);

LXVI - BONIFÁCIO III (607); LXVII - São BONIFÁCIO IV (608-615);

LXVIII - São DEODATO I ou ADEODATO (615-618); LXIX - BONIFÁCIO V (619-625); LXX - HONÓRIO I (625-638); LXXI - SEVERINO (640); LXXII - JOÃO IV (640-642); LXXIII - TEODORO I (642-649); LXXIV - São MARTINHO I (649-655);

LXXV - Santo EUGÉNIO I (654-657);

LXXVI - São VITALINO ou VITALIANO (657-672);

LXXVII - DEODATO II ou ADEODATO (672-676); LXXVIII - DONO (676-678);

LXXIX - Santo AGATÃO (678-681); LXXX - São LEÃO II (682-683);

LXXXI - São BENTO II (684-685); LXXXII - JOÃO V (685-686);

LXXXIII - CÓNON (686-687); LXXXIV - São SÉRGIO I (687-701);

VIII - TEODORO (687) - ANTI-PAPA; IX - PASCOAL (687) - ANTI-PAPA;

LXXXV - JOÃO VI (701-705); LXXXVI - JOÃO VII (705-707); LXXXVII - SISÍNIO (708); LXXXVIII - CONSTANTINO I (708-715); LXXXIX - São GREGÓRIO II (715-731);

XC - São GREGÓRIO III (731-741); XCI - São ZACARIAS (741-752);

XCII - ESTÊVÃO II (752-757); XCIII - São PAULO I (757-767);

X - CONSTANTINO II (767-769) - ANTI-PAPA;

XCIV - ESTÊVÃO III (768-772);

XI - FILIPE (768) - ANTI-PAPA;

XCV - ADRIANO I (772-795); XCVI - São LEÃO III (795-816);

XCVII - ESTÊVÃO IV (816-817); XCVIII - São PASCOAL I (817-824);

XCIX - EUGÉNIO II (824-827); C - VALENTIM (827); CI - GREGÓRIO IV (827-844);

CII - SÉRGIO II (844-847);

XII - JOÃO (844) - ANTI-PAPA;

CIII - São LEÃO IV (847-855); CIV - BENTO III (855-858);

XIII - ANASTÁSIO (855) - ANTI-PAPA;

CV - São NICOLAU I MAGNO (858-867); CVI - ADRIANO II (867-872);

CVII - JOÃO VIII (872-882); CVIII - MARINHO I (882-884);

CIX - Santo ADRIANO III (884-885); CX - ESTÊVÃO V (885-891);

CXI - FORMOSO (891-896); CXII - BONIFÁCIO VI (896);

CXIII - ESTÊVÃO VI (896-897); CXIV - ROMANO (897); CXV - TEODORO II (897);

CXVI - JOÃO IX (898-900); CXVII - BENTO IV (900-903); CXVIII - LEÃO V (903);

XIV - CRISTÓVÃO (903-904) - ANTI-PAPA;

CXIX - SÉRGIO III (904-911); CXX - ANASTÁSIO III (911-913);

CXXI - LANDON (913-914); CXXII - JOÃO X (914-928); CXXIII - LEÃO VI (928);

CXXIV - ESTEVÃO VII (928-931); CXXV - JOÃO XI (931-935);

CXXVI - LEÃO VII (936-939) CXXVII - ESTEVÃO VIII (939-942);

CXXVIII - MARINHO II (942-946); CXXIX - AGAPITO II (946-955);

CXXX - JOÃO XII (955-964); CXXXI - LEÃO VIII (963-965);

CXXXII - BENTO V (964-966); CXXXIII - JOÃO XIII (965-972);

CXXXIV - BENTO VI (973-974);

XV - BONIFÁCIO VII (974 e 984-985) - ANTI-PAPA;

CXXXV - BENTO VII (974-983); CXXXVI - JOÃO XIV (983-984);

CXXXVII - JOÃO XV (985-996); CXXXVIII - GREGÓRIO V (996-999);

XVI - JOÃO XVI (997-998) - ANTI-PAPA;

CXXXIX - SILVESTRE II (999-1003); CXL - JOÃO XVII (1003);

CXLI - JOÃO XVIII (1003-1009); CXLII - SÉRGIO IV (1009-1012);

XVII - GREGÓRIO VI (1012) - ANTI-PAPA;

CXLIII - BENTO VIII (1012-1024); CXLIV - JOÃO XIX (1024-1032);

CXLV - BENTO IX (1032-1044, 1045 e 1047-1048)(**); CXLVI - SILVESTRE III - (1045)

CXLVII - GREGÓRIO VI (1045-1046); CXLVIII - CLEMENTE II (1046-1047);

CXLIX - DÂMASO II (1048); CL - São LEÃO IX (1049-1054)

(**) Possível Anti-Papa, embora apareça em algumas listas como Papa legítimo, apesar de ter causado alguns problemas com SILVESTRE III e com DÃMASO II;

CLI - VÍTOR II (1055-1057); CLII - ESTEVÃO IX (1057-1058);

XVIII - BENTO X (1058- 1059) -ANTI-PAPA;

CLIII - NICOLAU II (1059-1061); CLIV - ALEXANDRE II (1061-1073);

XIX - HONÓRIO II (1061-1072) - ANTI-PAPA;

CLV - São GREGÓRIO VII (1073-1085);

XX - CLEMENTE III (1080-1084) ANTI-PAPA;

CLVI - BEATO VÍTOR III (1086-1087); CLVII - BEATO URBANO II (1088-1099); CLVIII - PASCOAL Ii (1099-1118);

XXI - TEODORICO (1100) - ANTI-PAPA; XXII - ALBERTO (1102 - ANTI-PAPA;

XXIII - SILVESTRE IV (1105-1111) - ANTI-PAPA;

CLIX - GELÁSIO II (1118-1119);

XXIV - GREGÓRIO VIII (1118-1121) - ANTI-PAPA;

CLX - CALISTO II (1119-1124); CLXI - HONÓRIO II (1124-1130);

XXV - CELESTINO II (1124); - ANTI-PAPA;

CLXII - INOCÊNCIO II (1130-1143);

XXVI - ANACLETO II (1130-1138) - ANTI-PAPA; XXVII - VÍTOR IV (1138) - ANTI-PAPA;

CLXIII - CELESTINO II (1143-1144); CLXIV - LÚCIO II (1144-1145);

CLXV - BEATO EUGÉNIO III (1145-1153); CLXVI - ANASTÁSIO IV (1153-1154); CLXVII - ADRIANO IV (1154-1159); CLXVIII - ALEXANDRE III (1159-1181);

XXVIII - VÍTOR IV (1159-1164) - ANTI-PAPA; XXIX - PASCOAL III (1164-1168) - ANTI-PAPA; XXX - CALISTO III - (1168-1178) - ANTI-PAPA;

XXXI - INOCÊNCIO III (1179-1180); - ANTI-PAPA;

CLXIX - LÚCIO III (1181-1185); CLXX - URBANO III (1185-1187);

CLXXI - GREGÓRIO VIII (1187); CLXXII - CLEMENTE III (1187-1191);

CLXXIII - CELESTINO III (1191-1198); CLXXIV - INOCÊNCIO III (1198-1216);

CLXV - HONÓRIO III (1216-1227); CLXXVI - GREGÓRIO IX (1227-1241);

CLXXVII - CELESTINO IV (1241); CLXXVIII - INOCÊNCIO IV (1243-1254);

CLXXIX - ALEXANDRE IV (1254-1261); CLXXX - URBANO IV (1261-1264);

CLXXXI - CLEMENTE IV (1265-1268); CLXXXII - BEATO GREGÓRIO X (1271-1276); CLXXXIII - BEATO INOCÊNCIO V (1276); CLXXXIV - ADRIANO V (1276);

CLXXXV - JOÃO XXI (1276-1277) CLXXXVI - NICOLAU III (1277-1280);

CLXXXVII - MARTINHO IV (1281-1285); CLXXXVIII - HONÓRIO IV (1285-1287); CLXXXIX - NICOLAU IV (1288-1292); CXC - SÃO CELESTINO V (1294);

CXCI - BONIFÁCIO VIII (1294-1303) CXCII - BEATO BENTO XI (1303-1304);

CXCIII - CLEMENTE V (1305-1314); CXCIV - JOÃO XXII (1316-1334);

XXXII - NICOLAU V - ANTI-PAPA (1328-1330);

CXCV - BENTO XII (1334-1342); CXCVI - CLEMENTE VI (1342-1352);

CXCVII - INOCÊNCIO VI (1352-1362); CXCVIII - BEATO URBANO V (1362-1370); CXCIX - GREGÓRIO XI (1370-1378); CC - URBANO VI (1378-1389);

CCI - BONIFÁCIO IX (1389-1404); CCII - INOCÊNCIO VII (1404-1406);

CCIII - GREGÓRIO XII (1406-1415);

XXXIII - CLEMENTE VII - ANTI-PAPA (1378-1394);

XXXIV - BENTO XIII - ANTI-PAPA (1394-1420);

XXXV - ALEXANDRE V - ANTI-PAPA (1409-1410);

XXXVI - JOÃO XXIII ANTI-PAPA (1410-1415);

XXXVII - CLEMENTE VIII ANTI-PAPA (1423-1429);

CCIV - MARTINHO V (1334-1342);

XXXVIII - BENTO IV ANTI-PAPA (1425-1430);

CCV - EUGÉNIO IV (1431-1447);

XXXIX - FÉLIX V ANTI-PAPA (1439-1449);

CCVI - NICOLAU V (1447-1465); CCVII - CALISTO III (1455-1458);

CCVIII - PIO II (1458-1464); CCIX - PAULO II (1464-1471); CCX - SISTO IV (1471-1484); CCXI - INOCÊNCIO VIII (1484-1492); CCXII - ALEXANDRE VI (1492-1503);

CCXIII - PIO III (1503); CCXIV - JÚLIO II (1503-1513); CCXV - LEÃO X (1513-1521); CCXVI - ADRIANO VI (1522-1523); CCXVII - CLEMENTE VII (1523-1534);

CCXVIII - PAULO III (1534-1549); CCXIX - JÚLIO III (1550-1555);

CCXX - MARCELO II (1555); CCXXI - PAULO IV (1555-1559);

CCXXII - PIO IV (1559-1565); CCXXIII - SÃO PIO V (1566-1572);

CCXXIV - GREGÓRIO XIII (1572-1585); CCXXV - SISTO V (1585-1590);

CCXXVI - URBANO VII - (1590); CCXXVII - GREGÓRIO XIV (1590-1591);

CCXXVIII - INOCÊNCIO IX (1591); CCXXIX - CLEMENTE VIII (1592-1605);

CCXXX - LEÃO XI (1605); CCXXXI - PAULO V (1605-1621):

CCXXXII - GREGÓRIO XV (1623-1644); CCXXXIII - URBANO VIII (1623-1644); CCXXXIV - INOCÊNCIO X (1644-1655); CCXXXV - ALEXANDRE VII (1655-1667); CCXXXVI - CLEMENTE IX (1667-1669); CCXXXVII - CLEMENTE X (1670-1676); CCXXXVIII - BEATO INOCÊNCIO XI (1676-1689);

CCXXXIX - ALEXANDRE VIII (1689-1691); CCXL - INOCÊNCIO XII (1691-1700);

CCXLI - CLEMENTE XI (1700-1721); CCXLII - INOCÊNCIO XIII (1721-1724);

CCXLIII - BENTO XIII (1724-1730); CCXLIV - CLEMENTE XII (1730-1740);

CCXLV - BENTO XIV (1740-1758); CCXLVI - CLEMENTE XIII (1758-1769);

CCXLVII - CLEMENTE XIV (1769-1774); CCXLVIII - PIO VI (1775-1799);

CCXLIX - PIO VII (1800-1823); CCL - LEÃO XII (1823-1829); CCLI - PIO VIII (1829-1830); CCLII - GREGÓRIO XVI (1831-1846); CCLIII - BEATO PIO IX (1846-1878);

CCLIV - LEÃO XIII (1878-1903); CCLV - SÃO PIO X (1903-1914);

CCLVI - BENTO XV (1914-1922); CCLVII - PIO XI (1922-1939);

CCLVIII - PIO XII (1939-1958); CCLIX - SÃO JOÃO XXIII (1958-1963);

CCLX - PAULO VI (1963-1978); CCLXI - JOÃO PAULO I - (1978);

CCLXII - SANTO JOÃO PAULO II;

CCLXIII - BENTO XVI - PAPA DESDE 18 DE ABRIL DE 2005 até 28 DE FEVEREIRO DE 2013 data em que renunciou passando a ser PAPA EMÉRITO;

CCLXIV - FRANCISCO - Eleito em 28 de Fevereiro de 2013

por renúncia de BENTO XVI - Papa Emérito

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