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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Nº 1940 - 2ª PÁGINA - O ANTIGO TESTAMENTO - 2º LIVRO DOS MACABEUS - SEGUNDA PARTE - (14) - 26 DE FEVEREIRO DE 2014

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O ANTIGO TESTAMENTO
26 DE FEVEREIRO DE 2014
Nº 1940 - 2 ª PÁGINA
antoniofonseca1940@hotmail.com
2014

miscelania 002

Mapa Antigo de ISRAEL
miscelania 124
Distribuição de Israel após a sua saída do EGIPTO

Nº 1940


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Caros Amigos:
Após a Comunicação feita em título e verificando-se que retomei a publicação diária desta página sobre o Texto incluso na BÍBLIA SAGRADA – n’O ANTIGO TESTAMENTO, que venho publicando desde 12 de Novembro de 2012, há quase ano e meio, à razão de 1 ou 2 Capítulos por dia de todos os livros que o compõem (que são 42, como se sabe) e dos quais já consegui editar 22 (praticamente metade…).
Reconheço que é um trabalho cansativo e que requer muita disposição de espírito e muito cuidado na transcrição de todas as palavras que contêm os textos que me propus levar a cabo. Não fora as frequentes e malfadadas avarias que têm causado muitas interrupções no meu computador, possivelmente estaria já um pouco mais adiantado, embora soubesse à partida que iria ser uma tarefa bastante difícil para levar a cabo com os poucos conhecimentos técnicos que possuo, para não falar da idade, que se Deus quiser, de hoje a três dias de 74 anos - mas, graças a Deus, tudo isso tem sido ultrapassado com a Sua ajuda e a minha Fé em que poderei terminar esta tarefa – dure o tempo que durar, – pois Deus me tem dado Saúde e Força para a continuar.
A partir de agora, vou centralizar-me apenas na transcrição dos textos, deixando de mencionar as palavras que durante esse longo tempo, têm antecedido a mesma. Mencionarei apenas os Livros já publicados e os que faltam, em cada dia.
Assim, pois já foram aqui publicados até agora, os textos dos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO, JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º e 2º de SAMUEL, 1º Reis e 2º Reis, 1º e 2º dos Paralipómenos ou Crónicas, ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º dos MACABEUS, …
Faltando, pois publicar, os seguintes:
2º dos MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
Como dizia nas edições anteriores,
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não! Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver! Sei, no entanto que se poderá dizer: trata-se de uma  tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*). e, SE CALHAR, É… Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma. Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se no entanto, o vier a conseguir, darei muitas Graças a Deus.
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI  TODOS OS POVOS”.


É apenas isto realmente, que eu estou tentando fazer. AF.
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Mãos à obra, pois, continuemos:


ANTIGO TESTAMENTO


2º Livro dos MACABEUS
Reino Asmoneu - Simão
Reino dos Asmoneus – SIMÃO e JOÃO HIRCANO, seu filho











SEGUNDO LIVRO DOS MACABEUS

SEGUNDA PARTE

   Antíoco Epifânio - IV
Antíoco Epífanes (o Epifânio)

14 – PAZ COM NICANOR


Três anos mais tarde, Judas e os seus amigos souberam que Demétrio (1 Mac 7, 1), filho de Seleuco, tinha desembarcado em Tripoli com um poderoso exército e uma grande esquadra; soube, também, que o país caíra nas suas mãos  e que havia dado a morte a Antíoco e ao seu tutor Lísias. Entretanto, um certo Alcimo outrora sumo sacerdote, mas voluntariamente contaminado, por ocasião da introdução dos costumes pagãos, considerando que já não lhe restava nenhuma esperança de salvação, nem possibilidade de jamais se aproximar do altar, veio ter com o rei Demétrio, no ano cento e cinquenta e um. Presenteou-lhe uma coroa de ouro, uma palma e, além  disso, alguns ramos e oliveira, oferecidos no templo. Naquele dia, contudo , não lhe disse nada. Mas aproveitou a ocasião propicia para executar a sua maldade, quando foi chamado ao conselho por Demétrio e interrogado sobre as disposições  e intentos dos judeus: Respondeu ele: «Aqueles judeus, que se chamam assideus, à frente dos quais se encontra  Judas Macabeu, fomentam a guerra e a sedição e impedem que o reino  goze de paz. E eu mesmo, despojado da minha dignidade hereditária, quero dizer, do sumo sacerdócio, vim agora aqui, primeiramente por ser fiel aos interesses do rei, e, depois, para zelar pelo bem dos meus compatriotas, pois, pela temeridade dos que citei, toda a nossa nação se encontra  em ruínas. Quando fores informado de todas estas coisas, ó rei, pela benevolência que testemunhas  a todos, toma as medidas necessárias , para a salvação do nosso país e da nossa raça ameaçada. Enquanto  Judas estiver vivo, é impossível que ali haja paz». 
Dito isto, os restantes amigos do rei, hostis à causa  de Judas, excitaram ainda mais a cólera de Demétrio. Este designou imediatamente Nicanor, ex-comandante do corpo de elefantes, e promoveu-o a general da Judeia, ordenando-lhe que partisse a fim de matar Judas, dispersar as suas tropas  e instalar Alcimo como sacerdote do grande templo. Então, os gentios, que por temor a Judas,  tinham fugido da Judeia, agruparam-e ao lado de Nicanor, imaginando que as misérias e as perdas dos judeus seriam para eles prosperidade. Os judeus, ao ouvirem falar da expedição de Nicanor e do ataque dos gentios, cobriram a cabeça de pó e rezaram Àquele que elegeu o Seu povo para sempre e, jamais deixará de socorrer, de modo visível, a sua herança. Às ordens do seu chefe, o exército avançou imediatamente  e encontrou o inimigo perto da aldeia de Dessau. Simão, irmão de Judas, havia começado o combate com Nicanor, mas sofreu um pequeno revés com a repentina chegada de novos inimigos. Contudo, Nicanor, conhecendo a coragem dos homens de Judas e a grandeza de ânimo com que eles se atiravam ao combate pela pátria, temeu  expor a sua sorte à decisão da batalha. Assim enviou à frente Possidónio, Teodoro e Matatias, para apresentar e receber proposições de paz. As propostas de paz foram por muito tempo examinadas: o general comunicou-as às tropas e, uniformemente, foram aceites. Fixaram um dia para que os chefes conferenciassem, secretamente, entre si. De um lado e do outro, avançou um carro e colocaram duas cadeiras de honra (1 Mac 7, 27). Judas postou homens armados em lugares estratégicos, prontos para qualquer eventualidade, se os adversários cometessem alguma perfídia. A conferência dos chefes foi satisfatória (1 Mac 7, 39). Nicanor passou a residir em Jerusalém, sem perturbar ninguém e despediu aquela multidão de tropas que havia trazido consigo. Procurava constantemente a companhia de Judas, com uma amizade sincera (1, Mac 7, 27). Instou para que ele se casasse e tivesse filhos. Judas casou-se, gozou de tranquilidade e gozou da vida. Verificando Alcimo os sentimentos recíprocos de ambos os chefes, investigou as cláusulas do tratado e dirigiu-se a Demétrio, acusando Nicanor de conjuração contra o estado, porque havia designado Judas seu sucessor, o qual era inimigo do reino. O rei, exasperado e excitado pelas calúnias deste malvado, escreveu a Nicanor, dizendo-lhe que estava descontente com os tratados feitos e ordenando-lhe que enviasse Macabeu preso, o mais depressa possível, para Antioquia. Recebendo esta noticia, Nicanor ficou consternado e triste por ter de violar tratados feitos com Judas, sem que houvesse recebido dele alquerque agravo. Mas, não podendo contrariar as ordens do rei, procurava ocasião para executar ardilosamente a ordem recebida (1 Mac 7, 29).
Ameaças de Nicanor - Reparando Macabeu que Nicanor se mostrava mais rude para com a sua pessoa e que as suas relações não eram tão amigáveis como de costume, pensou que este procedimento era mau presságio. Reunindo, pois, um grupo dos seus partidários ocultou-se de Nicanor (1 Mac 7, 26). Logo que soube que havia sido logrado por Judas, dirigiu-se ao grande e sublime templo, no momento em que os sacerdotes ofereciam o fisiocracia e ordenou-lhes que entregassem esse homem (1 Mac 7, 33). Os sacerdotes, porém, juraram-lhe que nada sabiam  do paradeiro do homem que procurava . Então, estendendo a mão para o templo (1 Mac 7, 47), jurou: «Se não me entregardes Judas preso, arrasarei este templo de Deus, destruirei o altar e no mesmo lugar edificarei um magnifico templo a Baco». E dito isto, retirou-se. Os sacerdotes, então, ergueram as mãos para o céu e invocaram Aquele que sempre pelejou pelo Seu povo, dizendo: « Senhor do universo, Vós que de nada necessitais, quiseste possuir entre nós um templo para Vossa habitação. Preserva, pois, Santíssimo Senhor, para sempre, livre de toda a profanação, esta casa que há pouco foi purificada».


Morte de Razis
 -  Aconteceu também que Razis, um dos anciãos de Jerusalém, foi denunciado a Nicanor. Era um homem dedicado para com os seus concidadãos, de grande reputação, ao qual chamavam pai dos judeus, por causa da sua benevolência. Anteriormente, por ocasião da resistência ao paganismo, fora acusado de judaísmo e, pelo judaísmo, expusera o seu corpo e a sua vida. Nicanor, que pretendia dar prova da sua hostilidade para com os judeus, enviou mais de quinhentos homens a fim de o prender. Julgava, que, prendendo-o, causaria aos judeus um gravíssimo dano. Mas, no momento em que os soldados se iam apoderar da torre da casa e forçar a entrada, e dada a ordem de atear fogo e incendiar as portas, Razis, estando para ser preso, feriu-se com a espada, preferindo morrer nobremente antes que cair nas mãos dos ímpios e receber ultrajes indignos da sua nobrezia. Mas, como ma precipitação com que se feriu a ferida não fosse mortal e os soldados invadissem já a sua casa, resolutamente corcireu para cima do muro e, com coragem, precipitou-se de modo a cair sobre eles. Estes afastaram-se com rapidez e Razis caiu no espaço deixado vazio. E como ainda respirasse, cheio de ardor, ergueu-se e, embora o seu sangue jorrasse como numa fonte das suas horríveis feridas, atravessou, correndo, pelo meio da multidão. E subindo para uma rocha escarpada, e já exangue, arrancou as entranhas com as suas próprias mãos e lançou-as sobre os seus inimigos, pedindo ao Senhor da vida e do espírito que lhas restituísse um dia. E acabou a vida desta maneira.



 

(Texto do 2º Livro dos MACABEUS)


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Local onde se processa este Blogue


http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf




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Este texto deverá  será  publicado em





26 de Fevereiro de 2014

ANTÓNIO FONSECA

Lista de Papas por ordem de data

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I - São PEDRO (42 a 47); II - São LINO; 67-76; III - ANACLETO I ou CLETO (76-88);

IV São CLEMENTE I (88-97); V - Santo EVARISTO I (97-105;

VI - Santo ALEXANDRE I (105-115); VII - São SISTO I (115-125);

VIII - São TELÉSFORO (125-136); IX - Santo HIGINO (136-140);

X - São PIO I (140-155); XI - Santo ANICETO (155-166);

XII - São SOTERO (166-175); XIII - Santo ELEUTÉRIO (175-189); XIV -

São VÍTOR I (189-199); XV - São ZEFERINO (199-217); XVI - São CALISTO I (217-222);

I -Santo HIPÓLITO (217-235) *Embora Anti-Papa foi considerado Santo*;

XVII - Santo URBANO I (222-230); XVIII - São PONCIANO (230-235);

XIX - Santo ANTERO (235-236); XX - São FABIÃO ou FABIANO (236-250);

XXI - São CORNÉLIO (251-253);

II - NOVACIANO (251) - II ANTI-PAPA;

XXII - São LÚCIO I (253-254); XXIII - Santo ESTÊVÃO (254-257);

XXIV - São SISTO II (257-258); XXV - São DIONÍSIO (259-268);

XXVI - São FÉLIX I (269-274); XXVII - Santo EUTIQUIANO (275-283);

XXVIII - São CAIO (283-296); XXIX - São MARCELINO (296-304);

VACATURA DA SANTA SÉ (305-308);

XXX - São MARCELO I (308-309); XXXI - Santo EUSÉBIO (309);

XXXII - São MILCÍADES ou MELQUÍADES (310-314);

XXXIII - São SILVESTRE I (314-335); XXXIV - São MARCOS (336);

XXXV - São JÚLIO I (337-352); XXXVI - São LIBÉRIO (352-366);

III - São FÉLIX II (335-358) - ANTI-PAPA;

XXXVII - São DÂMASO I (366-384);

IV - Santo URSINO (366-367) - ANTI-PAPA;

XXXVIII - São SIRÍCIO (384-399); XXXIX - Santo ANASTÁSIO I (399-401);

XL - Santo INOCÊNCIO I (401-417); XLI - São ZÓZIMO (417-418);

XLII - São BONIFÁCIO I (418-422);

V - EULÁLIO (418-419 - ANTI-PAPA;

XLIII - São CELESTINO I (422-432); XLIV - São SISTO III (432-440);

XLV - São LEÃO I MAGNO (440-461);

XLVI - Santo HILARIO ou HILARIÃO (461-468); XLVII - São SIMPLÍCIO (468-483); XLVIII - São FÉLIX III (483-492) (*) É considerado como Félix III, apesar o seu antecessor Félix II ter sido Anti-Papa; XLIX - São GELÁSIO I (492-496);

L - Santo ANASTÁSIO I (496-498) - LI - São SÍMACO (498-514);

VI - LOURENÇO (498 e 501-505) ANTI-PAPA;

LII - Santo HORMISDAS (514-523); LIII - São JOÃO I (523-526);

LIV - São FÉLIX IV (526-530);

VII - DIÓSCORO (530) - ANTI-PAPA;

LV - BONIFÁCIO II (530-532); LVI - JOÃO II (533-535); LVII - Santo AGAPITO I (515-536); LVIII - São SILVÉRIO (536-536); LIX - VIGILIO (537-555); LX - PELÁGIO I (556-561);

LXI - JOÃO III (561-574); LXII - São BENTO I (575-579); LXIII - PELÁGIO II (579-590); LXIV - São GREGÓRIO I MAGNO (590-604); LXV - SABINIANO (604-606);

LXVI - BONIFÁCIO III (607); LXVII - São BONIFÁCIO IV (608-615);

LXVIII - São DEODATO I ou ADEODATO (615-618); LXIX - BONIFÁCIO V (619-625); LXX - HONÓRIO I (625-638); LXXI - SEVERINO (640); LXXII - JOÃO IV (640-642); LXXIII - TEODORO I (642-649); LXXIV - São MARTINHO I (649-655);

LXXV - Santo EUGÉNIO I (654-657);

LXXVI - São VITALINO ou VITALIANO (657-672);

LXXVII - DEODATO II ou ADEODATO (672-676); LXXVIII - DONO (676-678);

LXXIX - Santo AGATÃO (678-681); LXXX - São LEÃO II (682-683);

LXXXI - São BENTO II (684-685); LXXXII - JOÃO V (685-686);

LXXXIII - CÓNON (686-687); LXXXIV - São SÉRGIO I (687-701);

VIII - TEODORO (687) - ANTI-PAPA; IX - PASCOAL (687) - ANTI-PAPA;

LXXXV - JOÃO VI (701-705); LXXXVI - JOÃO VII (705-707); LXXXVII - SISÍNIO (708); LXXXVIII - CONSTANTINO I (708-715); LXXXIX - São GREGÓRIO II (715-731);

XC - São GREGÓRIO III (731-741); XCI - São ZACARIAS (741-752);

XCII - ESTÊVÃO II (752-757); XCIII - São PAULO I (757-767);

X - CONSTANTINO II (767-769) - ANTI-PAPA;

XCIV - ESTÊVÃO III (768-772);

XI - FILIPE (768) - ANTI-PAPA;

XCV - ADRIANO I (772-795); XCVI - São LEÃO III (795-816);

XCVII - ESTÊVÃO IV (816-817); XCVIII - São PASCOAL I (817-824);

XCIX - EUGÉNIO II (824-827); C - VALENTIM (827); CI - GREGÓRIO IV (827-844);

CII - SÉRGIO II (844-847);

XII - JOÃO (844) - ANTI-PAPA;

CIII - São LEÃO IV (847-855); CIV - BENTO III (855-858);

XIII - ANASTÁSIO (855) - ANTI-PAPA;

CV - São NICOLAU I MAGNO (858-867); CVI - ADRIANO II (867-872);

CVII - JOÃO VIII (872-882); CVIII - MARINHO I (882-884);

CIX - Santo ADRIANO III (884-885); CX - ESTÊVÃO V (885-891);

CXI - FORMOSO (891-896); CXII - BONIFÁCIO VI (896);

CXIII - ESTÊVÃO VI (896-897); CXIV - ROMANO (897); CXV - TEODORO II (897);

CXVI - JOÃO IX (898-900); CXVII - BENTO IV (900-903); CXVIII - LEÃO V (903);

XIV - CRISTÓVÃO (903-904) - ANTI-PAPA;

CXIX - SÉRGIO III (904-911); CXX - ANASTÁSIO III (911-913);

CXXI - LANDON (913-914); CXXII - JOÃO X (914-928); CXXIII - LEÃO VI (928);

CXXIV - ESTEVÃO VII (928-931); CXXV - JOÃO XI (931-935);

CXXVI - LEÃO VII (936-939) CXXVII - ESTEVÃO VIII (939-942);

CXXVIII - MARINHO II (942-946); CXXIX - AGAPITO II (946-955);

CXXX - JOÃO XII (955-964); CXXXI - LEÃO VIII (963-965);

CXXXII - BENTO V (964-966); CXXXIII - JOÃO XIII (965-972);

CXXXIV - BENTO VI (973-974);

XV - BONIFÁCIO VII (974 e 984-985) - ANTI-PAPA;

CXXXV - BENTO VII (974-983); CXXXVI - JOÃO XIV (983-984);

CXXXVII - JOÃO XV (985-996); CXXXVIII - GREGÓRIO V (996-999);

XVI - JOÃO XVI (997-998) - ANTI-PAPA;

CXXXIX - SILVESTRE II (999-1003); CXL - JOÃO XVII (1003);

CXLI - JOÃO XVIII (1003-1009); CXLII - SÉRGIO IV (1009-1012);

XVII - GREGÓRIO VI (1012) - ANTI-PAPA;

CXLIII - BENTO VIII (1012-1024); CXLIV - JOÃO XIX (1024-1032);

CXLV - BENTO IX (1032-1044, 1045 e 1047-1048)(**); CXLVI - SILVESTRE III - (1045)

CXLVII - GREGÓRIO VI (1045-1046); CXLVIII - CLEMENTE II (1046-1047);

CXLIX - DÂMASO II (1048); CL - São LEÃO IX (1049-1054)

(**) Possível Anti-Papa, embora apareça em algumas listas como Papa legítimo, apesar de ter causado alguns problemas com SILVESTRE III e com DÃMASO II;

CLI - VÍTOR II (1055-1057); CLII - ESTEVÃO IX (1057-1058);

XVIII - BENTO X (1058- 1059) -ANTI-PAPA;

CLIII - NICOLAU II (1059-1061); CLIV - ALEXANDRE II (1061-1073);

XIX - HONÓRIO II (1061-1072) - ANTI-PAPA;

CLV - São GREGÓRIO VII (1073-1085);

XX - CLEMENTE III (1080-1084) ANTI-PAPA;

CLVI - BEATO VÍTOR III (1086-1087); CLVII - BEATO URBANO II (1088-1099); CLVIII - PASCOAL Ii (1099-1118);

XXI - TEODORICO (1100) - ANTI-PAPA; XXII - ALBERTO (1102 - ANTI-PAPA;

XXIII - SILVESTRE IV (1105-1111) - ANTI-PAPA;

CLIX - GELÁSIO II (1118-1119);

XXIV - GREGÓRIO VIII (1118-1121) - ANTI-PAPA;

CLX - CALISTO II (1119-1124); CLXI - HONÓRIO II (1124-1130);

XXV - CELESTINO II (1124); - ANTI-PAPA;

CLXII - INOCÊNCIO II (1130-1143);

XXVI - ANACLETO II (1130-1138) - ANTI-PAPA; XXVII - VÍTOR IV (1138) - ANTI-PAPA;

CLXIII - CELESTINO II (1143-1144); CLXIV - LÚCIO II (1144-1145);

CLXV - BEATO EUGÉNIO III (1145-1153); CLXVI - ANASTÁSIO IV (1153-1154); CLXVII - ADRIANO IV (1154-1159); CLXVIII - ALEXANDRE III (1159-1181);

XXVIII - VÍTOR IV (1159-1164) - ANTI-PAPA; XXIX - PASCOAL III (1164-1168) - ANTI-PAPA; XXX - CALISTO III - (1168-1178) - ANTI-PAPA;

XXXI - INOCÊNCIO III (1179-1180); - ANTI-PAPA;

CLXIX - LÚCIO III (1181-1185); CLXX - URBANO III (1185-1187);

CLXXI - GREGÓRIO VIII (1187); CLXXII - CLEMENTE III (1187-1191);

CLXXIII - CELESTINO III (1191-1198); CLXXIV - INOCÊNCIO III (1198-1216);

CLXV - HONÓRIO III (1216-1227); CLXXVI - GREGÓRIO IX (1227-1241);

CLXXVII - CELESTINO IV (1241); CLXXVIII - INOCÊNCIO IV (1243-1254);

CLXXIX - ALEXANDRE IV (1254-1261); CLXXX - URBANO IV (1261-1264);

CLXXXI - CLEMENTE IV (1265-1268); CLXXXII - BEATO GREGÓRIO X (1271-1276); CLXXXIII - BEATO INOCÊNCIO V (1276); CLXXXIV - ADRIANO V (1276);

CLXXXV - JOÃO XXI (1276-1277) CLXXXVI - NICOLAU III (1277-1280);

CLXXXVII - MARTINHO IV (1281-1285); CLXXXVIII - HONÓRIO IV (1285-1287); CLXXXIX - NICOLAU IV (1288-1292); CXC - SÃO CELESTINO V (1294);

CXCI - BONIFÁCIO VIII (1294-1303) CXCII - BEATO BENTO XI (1303-1304);

CXCIII - CLEMENTE V (1305-1314); CXCIV - JOÃO XXII (1316-1334);

XXXII - NICOLAU V - ANTI-PAPA (1328-1330);

CXCV - BENTO XII (1334-1342); CXCVI - CLEMENTE VI (1342-1352);

CXCVII - INOCÊNCIO VI (1352-1362); CXCVIII - BEATO URBANO V (1362-1370); CXCIX - GREGÓRIO XI (1370-1378); CC - URBANO VI (1378-1389);

CCI - BONIFÁCIO IX (1389-1404); CCII - INOCÊNCIO VII (1404-1406);

CCIII - GREGÓRIO XII (1406-1415);

XXXIII - CLEMENTE VII - ANTI-PAPA (1378-1394);

XXXIV - BENTO XIII - ANTI-PAPA (1394-1420);

XXXV - ALEXANDRE V - ANTI-PAPA (1409-1410);

XXXVI - JOÃO XXIII ANTI-PAPA (1410-1415);

XXXVII - CLEMENTE VIII ANTI-PAPA (1423-1429);

CCIV - MARTINHO V (1334-1342);

XXXVIII - BENTO IV ANTI-PAPA (1425-1430);

CCV - EUGÉNIO IV (1431-1447);

XXXIX - FÉLIX V ANTI-PAPA (1439-1449);

CCVI - NICOLAU V (1447-1465); CCVII - CALISTO III (1455-1458);

CCVIII - PIO II (1458-1464); CCIX - PAULO II (1464-1471); CCX - SISTO IV (1471-1484); CCXI - INOCÊNCIO VIII (1484-1492); CCXII - ALEXANDRE VI (1492-1503);

CCXIII - PIO III (1503); CCXIV - JÚLIO II (1503-1513); CCXV - LEÃO X (1513-1521); CCXVI - ADRIANO VI (1522-1523); CCXVII - CLEMENTE VII (1523-1534);

CCXVIII - PAULO III (1534-1549); CCXIX - JÚLIO III (1550-1555);

CCXX - MARCELO II (1555); CCXXI - PAULO IV (1555-1559);

CCXXII - PIO IV (1559-1565); CCXXIII - SÃO PIO V (1566-1572);

CCXXIV - GREGÓRIO XIII (1572-1585); CCXXV - SISTO V (1585-1590);

CCXXVI - URBANO VII - (1590); CCXXVII - GREGÓRIO XIV (1590-1591);

CCXXVIII - INOCÊNCIO IX (1591); CCXXIX - CLEMENTE VIII (1592-1605);

CCXXX - LEÃO XI (1605); CCXXXI - PAULO V (1605-1621):

CCXXXII - GREGÓRIO XV (1623-1644); CCXXXIII - URBANO VIII (1623-1644); CCXXXIV - INOCÊNCIO X (1644-1655); CCXXXV - ALEXANDRE VII (1655-1667); CCXXXVI - CLEMENTE IX (1667-1669); CCXXXVII - CLEMENTE X (1670-1676); CCXXXVIII - BEATO INOCÊNCIO XI (1676-1689);

CCXXXIX - ALEXANDRE VIII (1689-1691); CCXL - INOCÊNCIO XII (1691-1700);

CCXLI - CLEMENTE XI (1700-1721); CCXLII - INOCÊNCIO XIII (1721-1724);

CCXLIII - BENTO XIII (1724-1730); CCXLIV - CLEMENTE XII (1730-1740);

CCXLV - BENTO XIV (1740-1758); CCXLVI - CLEMENTE XIII (1758-1769);

CCXLVII - CLEMENTE XIV (1769-1774); CCXLVIII - PIO VI (1775-1799);

CCXLIX - PIO VII (1800-1823); CCL - LEÃO XII (1823-1829); CCLI - PIO VIII (1829-1830); CCLII - GREGÓRIO XVI (1831-1846); CCLIII - BEATO PIO IX (1846-1878);

CCLIV - LEÃO XIII (1878-1903); CCLV - SÃO PIO X (1903-1914);

CCLVI - BENTO XV (1914-1922); CCLVII - PIO XI (1922-1939);

CCLVIII - PIO XII (1939-1958); CCLIX - SÃO JOÃO XXIII (1958-1963);

CCLX - PAULO VI (1963-1978); CCLXI - JOÃO PAULO I - (1978);

CCLXII - SANTO JOÃO PAULO II;

CCLXIII - BENTO XVI - PAPA DESDE 18 DE ABRIL DE 2005 até 28 DE FEVEREIRO DE 2013 data em que renunciou passando a ser PAPA EMÉRITO;

CCLXIV - FRANCISCO - Eleito em 28 de Fevereiro de 2013

por renúncia de BENTO XVI - Papa Emérito

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