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quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Nº 2870 - (251 - 2016) - SANTOS DE CADA DIA - 7 DE SETEMBRO DE 2016 - OITAVO ANO

Caros Amigos:





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Desde o dia 1 de Janeiro que venho colocando aqui os meus Votos de um Bom Ano de 2016.
Como estamos no último terço do Ano, que se aproxima do seu fim velozmente, passo a desejar

UM BOM resto do ANO DE 2016

Nº 2870 -  (251 - 2016) 

7 DE SETEMBRO DE 2016

SANTOS DE CADA DIA

8º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO



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Comemorar e lembrar os
Santos de Cada Dia
é dever de todo o católico,
assim como procurar seguir os seus exemplos
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REGINA DE ALISE, Santa

 

Em Alésia, na Gália, hoje Alise-Sainte-Reine, na França, Santa REGINA mártir. (data incerta).



SOZONTE DE POMPEIOPÓLIS, Santo
 

Em Pompeiopólis, na Cilícia hoje Turquia, São SOZONTE mártir. (data incerta)


FESTO e DESIDÉRIO, Santos



Em Benevento, na Campânia, Itália, os santos mártires FESTO diácono e DESIDÉRIO leitor. (séc. IV)

 
EVÚRCIO DE ORLEÃES, Santo

         

Em Orleães, na Gália Lionense, hoje França, Santo EVÚRCIO bispo. (séc. IV)



GRATO DE AOSTA, Santo



Em Aosta, nos Alpes Graios, Itália, São GRATO bispo. (séc. V)

MEMÓRIO e companheiros, Santos



  
Em Breuil, Troyes, França, os santos MEMÓRIO e companheiros mártires, que, segundo a tradição foram mortos por Átila, rei dos Hunos. (séc. V)


ALPINO ou ALBINO DE CHALONS-SUR-MARNE, Santo

  

Em Chalons-sur-Marne, na Gália Lionense, França, Santo ALPINO ou ALBINO bispo que foi discípulo de São LOPO DE TROYES. (séc. V)
 
CLODOALDO ou CLOUD, Santo




Em Nogent-sur-Seine, Paris, França, São CLODOALDO ou CLOUD presbitero de família régia que, depois de terem sido mortos seu pai e seus irmãos foi acolhido por sua avó Santa CLOTILDE e, rejeitando o reino terreno abraçou a vida clerical. (560)


CARÍSSIMA DE ALBI, Santa


 
Em Albi, na Aquitânia, França, Santa CARÍSSIMA virgem reclusa. (séc. VI)

MADELBERTA DE MAUBEUGE, Santa

 

Em Maubeuge, Hainaut, na Austrásia hoje França, Santa MADELBERTA abadessa que sucedeu a sua irmã Santa ADELTRUDES. (705)


HILDUARDO DE FLANDRES,  Santo


Na Flandres, Austrásia hoje Bélgica, a comemoração de Santo HILDUARDO bispo. (760)


GAUZELINO DE TOUL, Santo



Em Toul, Lorena, França, São GAUZELINO bispo que promoveu a observância monástica. (962)


JOÃO DE LÓDI, Santo



Em Gúbbio, na Úmbria, Itália, São JOÃO DE LÓDI bispo que foi companheiro de São PEDRO DAMIÃO nas suas missões pontifícias. (1106) 

ESTÊVÃO DE CHÂTILLON, Santo

 


Em Die, França, Santo ESTÊVÃO DE CHÂTILLON bispo que afastado da solidão de Portes-en-Bugey mas nada diminuindo a sua austeridade cartusiana, presidiu excelentemente a esta igreja. (1208) 


MARCOS CRISTINO, ESTÊVÃO PONGRACZ e MELCHIOR GRODZIECKI, Santos

   


 Em Kosice, nos montes Cárpatos, hoje Eslováquia, os santos mártires MARCOS CRISINO presbitero de Eaztergom, ESTÊVÃO PONGRACZ e MELCHIOR GRODZIECKI presbiteros da Companhia de Jesus, que nem a fome nem a tortura da roda nem os tormentos do fogo puderam induzir a abjurar da fé católica. (1619)


TOMÁS TSUJI, LUÍS MAKI e JOÃO MAKI, Beatos

 Em Nagasáqui, Japão, os beatos mártires TOMÁS TSUJI presbitero da Companhia de Jesus, LUÍS MAKI ee seu filho JOÃO que foram condenados à fogueira por causa da sua fé cristã. (1627)


RANDOLFO CORBY e JOÃO DUCKETT, Beatos

 Em Londres, Inglaterra, os beatos RANDOLFO CORBY da Companhia de Jesus e JOÃO DUCKETT presbiteros e mártires que, no reinado de Carlos I, por terem entrado na Inglaterra como sacerdotes, foram condenados à morte no patíbulo de Tyburn e assim mereceram, a palma celeste. (1644)


CLÁUDIO BARNABÉ LAURENT DE MASCLOUX e 
FRANCISCO D'OUDINOT DE LA BOISSIÉRE, Beatos 

Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort na França, os beatos CLÁUDIO BARNABÉ LAURENT DE MASCLOUS e FRANCISCO D'OUDINOT DE LA BOISSIÉRRE presbiteros e mártitres que, presos durante a revolução francesa por causa do sacerdocio e encerrados na galera, morreram por Cristo consumidos pela fome e inanição. (1794) 


JOÃO BAPTISTA MAZZUCÓNI, Beato 


Na ilha de Woodlark, na Oceania, o Beato JOÃO BAPTISTA MAZZUCÓNI presbitero do Instituto das Missões Estrangeiras de Milão e mártir, que depois de passar três anos na obra de evangelização já exausto, devido às febres e feridas, foi morto a golpe de machado em ódio à fé cristã. (1855)


EUGÉNIA PICCO, Beata
 

Em Parma, na Emília-Romanha, Itália, a Beata EUGÉNIA PICCO virgem da Congregação das Pequenas Filhas dos Sagrados Corações de Jesus e Maria que, consagrando-se magnanimemente a vontade de Deus, promoveu a digmidade das mulheres e fomentou a formação espiritual e cultural das religiosas. (1921) 


INÁCIO KLOPOTOWSKI, Beato

 

Em Varsóvia, na Polónia, o Beato INÁCIO  KLOPOTOWSKI, presbitero da diocese de Lublin, fundador da Congregação de Nossa Senhora do Loreto. (1931)

ASCENSÃO DE SÃO JOSÉ DE CALASANZ (Ascensão Lloret Marco), Beata


 

Em Gandia, Valência, Espanha, a Beata ASCENSÃO DE SÃO JOSÉ DE CALASANZ (Ascensão Lloret Marco) virgem do Instituto das Irmãs Carmelitas da Caridade e mártir que, durante a perseguição religiosa, venceu gloriosamente o combate da fé. (1936) 


FÉLIX GÓMEZ-PINTO PIÑERO, Beato

 

Em Huelva, perto de Guadalajara, Espanha, o beato FÉLIX GÓMEZ-PINTO PIOÑERO presbitero da Ordem dos Frades Menores e mártires. ((1936)


ANTÓNIO MARIA DE JESUS 
(António Bonet Seró) e 
MARCELO DE SANTA ANA 
(José Maria Masip Tamarit), Beatos

Em Barcelona, Espanha, os beatos mártires ANTÓNIO MARIA DE JESUS (António Bonet Seró) presbitero da Ordem dos Carmelitas Descalços e MARCELO DE SANTA ANA (José Maria Masip Tamarit) religiosos da mesma Ordem. (1936)


TIRSO DE JESUS MARIA (Gregório Sánchez Sancho), Beato

Em Toledo, espanha, o Beato TIRSO DE JESUS MARIA (Gregório Sanchez Sancho) presbitero da Ordem dos Carmelitas Descalços e mártir. (1936)




 ... E AINDA  ...

ANASTÁSIO GARZON GONZALEZ, Beato



Nacque a Madrigal de las Altas Torres, in provincia di Avila, il 7 settembre 1908 e fu battezzato poco dopo. Mentre era allievo delle Scuole Professionali salesiane di Madrid, sentì la vocazione religiosa e ottenne di fare il Noviziato a Carabanchel Alto (Madrid), dove emise i voti il 15 agosto 1929 come coadiutore. Per il buono spirito che lo animava e le attitudini alla meccanica, venne inviato in Italia a completare la formazione tecnica e religiosa. Dopo il ritorno in patria ebbe l’incarico del laboratorio di meccanica nel collegio di Madrid.
Qui lo sorprese la rivoluzione del 1936. Dopo alterne vicende, riconosciuto come religioso, fu definitivamente imprigionato il 6 settembre e condotto alla fucilazione.
Beatificato il 28 ottobre 2007.


ALEXANDRE DE MILÃO, Beato

 Alessandro nacque a Milano. Entrò tra i minori osservanti nel convento campestre di santa Maria delle Grazie di Chieri. Morì a Chieri il 7 settembre 1505, in concetto di santità, dopo una vita dipreghiera e di zelo.Il suo corpo è venerato nella chiesa di San Giorgio

CONSOLATA DE RÉGGIO EMÍLIA, Santa

 

Santa Consolata martire, venerata a Reggio Emilia, è stata spesso confusa oppure identificata con l’altra santa omonima di Genova, venerata però il 5 dicembre.
Non ci sono punti di contatto fra le due sante, vissute secondo le leggende, in epoche diverse, in luoghi diversi e morte una martire e l’altra no.
Per quanto riguarda la santa Consolata, oggetto di queste poche note, ella è menzionata nel “Catalogus Generalis” del Ferrari, alla pag. 576, edito a Venezia nel 1613.
Lo studioso agiografo, afferma che ai suoi tempi, cioè all’inizio del XVII secolo, era venerata il 6 settembre, santa Consolata martire, sia nella cattedrale di Reggio Emilia, sia in una chiesa della diocesi, a lei dedicata.
Lo studioso aggiungeva, che non era riuscito a conoscere, né il suo luogo d’origine, né il tempo del martirio; l’ipotesi era che si trattasse di una martire del periodo delle persecuzioni contro i cristiani, le cui reliquie siano state traslate, come quelle di tanti altri martiri, dalle catacombe in varie zone d’Italia, per salvarle dalle distruzioni e profanazioni dei barbari, arrivati fino a Roma; e che in seguito ebbero culto locale, a volte credendoli originari del luogo.
Lo stesso agiografo Ferrari, quando dopo dodici anni, nel 1625, ristampò il suo “Catalogus Generalis”, in edizione aggiornata e corretta, non inserì più il nome di santa Consolata; del resto gli stessi scrittori di Reggio Emilia, sia antichi che moderni non parlano di lei.


CALCEDÓNIO, Santo



Non ci si può credere, ma da una reliquia o ‘corpo santo’, donata ai gesuiti del convento della Madonna di Manresa a Malta, da parte di papa Benedetto XIV nel 1753, è scaturito un culto così diffuso per Calcedonio sia a Malta che in Sicilia.
Il ‘corpo santo’ proveniva dal cimitero di Pretestato e dall’iscrizione dell’ampolla, rinvenuta con le sacre reliquie, “Calcedonius in pace”, fu identificato per il martire Calcedonio.
Poi alla diffusione della sua devozione ci pensarono i gesuiti della provincia siciliana dell’Ordine, sotto la spinta anche dei miracoli che venivano attribuiti al santo, nei primi anni dopo l’invenzione delle reliquie.
Padre E. Aguilera gesuita, descrisse in un racconto molto particolareggiato le feste del 1754 tenute in occasione della traslazione di parte delle reliquie, nella cappella a lui dedicata, nella chiesa di s. Francesco Saverio in Palermo.
Il culto si diffuse in numerosi luoghi della Sicilia e del napoletano; gli furono dedicati degli altari a Messina e Catania; a Palermo, come già detto, una sontuosa cappella, dove tuttora si conserva una sua reliquia.
La sua festa è stata diversificata nei vari luoghi dove è venerato; a Malta il 24 luglio; a Mazara del Vallo il 17 febbraio; a Lipari e Palermo il 7 settembre.
Papa Clemente XIII con disposizione del 22 novembre 1766, concesse alla città e diocesi di Palermo l’autorizzazione al culto di s. Calcedonio martire con Messa propria; concessione richiesta anche dal viceré marchese Fogliani.
Il santo martire è invocato per ottenere un felice esito nei parti. Il nome Calcedonio è inteso come abitante di Calcedonia, antica città dell’Asia Minore sul Bosforo, di fronte a Bisanzio, oggi villaggio di Kadiköy in Turchia; la città fu sede, nel 451 d. C. del IV Concilio Ecumenico detto di Calcedonia, dove si affermò il dogma che in Gesù Cristo vi è una sola persona con due nature (umana e divina). 

CHIAFREDDO DE SALUZZO, Santo



In data odierna il calendario liturgico della diocesi di Saluzzo (Cn) riporta la festa di “San Chiaffredo martire”, che tale Chiesa locale venera come patrono principale. Per meglio comprendere l’origine del culto di questo presunto intrepido testimone della fede cristiana, occorre però ripercorrere brevemente la vicenda della celebre Legione Tebea, alla quale la pietà popolare ha leggendariamente arruolato il santo oggi in questione.
Al 22 settembre il nuovo Martyrologium Romanum cita così questo glorioso esercito: “A Saint-Maurice-en-Valais in Svizzera, ricordo dei Santi martiri Maurizio, Essuperio, Candido, soldati, che, come narra Sant’Eucherio di Lione, con i loro compagni della Legione Tebana e il veterano Vittore, nobilitarono la storia della Chiesa con la loro gloriosa passione, venendo uccisi per Cristo sotto l’imperatore Massimiano”. Seppur sinteticamente, sono così ben riassunte le poche certezze che danno un fondamento storico al vasto culto sviluppatosi in tutta Europa ed in particolare sulle Alpi. Secondo cronache redatte in un tempo successivo furono solo due i soldati che riuscirono a scampare al sanguinoso eccidio, ma presto iniziarono a fiorire leggende su altri soldati che trovarono rifugio in svariate località, intraprendendo una capillare opera di evangelizzazione e subendo poi anch’essi il martirio.
Se ne contano all’incirca 400, di cui quasi una sessantina solo in Piemonte, tra i quali i santi oggi in questione, agganciati all’ormai proliferante ed avvincente Legione dalla fantasia di alcuni agiografi che nulla conoscevano di certo relativamente a questi antichi martiri.
Assai bizzarro è in realtà il contesto in cui nacque il culto di questo anonimo santo. Pare infatti, come narra un antica leggenda, che all’inizio del sec. XIV, nell’allora sperduta località di Crissolo, oggi in provincia di Cuneo, svariate volte una persona cadde da un dirupo senza riportare alcun danno fisico. La cosa destò stupore tra i testimoni dell’accaduto, facendoli gridare al miracolo. Il casuale rinvenimento operato da un contadino, arando il terreno ai piedi del dirupo, di un sarcofago contenente i resti di un corpo umano, fece supporre alla popolazione locale che si trattasse di un ipotetico santo per la cui intercessione si era salvato da più incidenti il loro compaesano, tutto ciò si disse in seguito a rivelazione divina. Nel dialetto locale a questo misterioso personaggio fu attribuito il nome di “San Ciafrè” e sulla sua tomba sorse il celebre santuario di Crissolo.
Su quest’ultimo le prime notizie certe risalgono al 1387, qualora da Avignone un “Breve” del papa Clemente VII concedette indulgenze a chi avesse fatto visita a tale chiesa ed avesse offerto il proprio contributo per le necessarie riparazioni. La leggenda tramandata da Guglielmo Baldesano verso la fine del XVI secolo, narrò di un certo Teofredo o Chiaffredo o Jafredo, questi i nomi con cui ancora oggi viene talvolta indicato, soldato della famosa legione tebea di stanza in Gallia, fuggito poi in Piemonte per non sacrificare agli idoli e martirizzato a Crissolo nel 270 circa, sotto gli imperatori Diocleziano e Massimiano. La leggenda non ha evidentemente alcun fondamento storico, poiché è infatti ben poco probabile che un legionario del III secolo portasse un nome di così chiara impronta germanica. Pare inoltre che il sepolcreto di Crissolo, del quale faceva parte il sarcofago di Chiaffredo, fosse riservato esclusivamente a pagani.
Nel 1902 uno studioso avanzò l’azzardata ipotesi che Chiaffredo fosse da identificarsi con Teofredo, abate del monastero di Calmiliac presso Puy-en-Velay, ucciso dai Saraceni nell’VIII secolo e venerato anche in Piemonte. Se però si prende per buona questa identificazione, resterebbe inspiegata la presenza di due corpi del santo a Puy ed a Crissolo. Il corpo di San Chiaffredo fu trasferito prima nel castello di Revello nel 1593, poi nel duomo di Saluzzo nel 1642.
Il vescovo di Saluzzo monsignor Tornabuoni, in occasione del sinodo del 1516, estese all’intera diocesi il culto del santo, eleggendolo quale celeste patrono insieme con l’altro celebre soldato tebeo San Costanzo. Le statue dei due martiri svettano infatti ai lati dell’altar maggiore della cattedrale saluzzese.
Il presupposto che San Chiaffredo abbia militato nella Legione Tebea gli ha simbolicamente conferito la nazionalità egiziana, fattore che ha contribuito alla diffusione del suo culto anche presso la Chiesa Copta, che venera dunque tanto San Maurizio quanto tutti quei suoi leggendari compagni il cui ricordo è tramandato in un qualche piccolo santuario d’Europa.
L’iconografia relativa a San Chiaffredo è solita presentarlo con tutti gli attributi tipici dei soldati tebei: la palma del martirio, la spada, lo stendardo con croce rossa in campo bianco e la Croce Mauriziana, cioè trilobata, sul petto.
L’assenza di una citazione esplicita di San Chiaffredo sul Martyrologium Romanum, come d’altronde di gran parte dei martiri pseudo-tebei, è giustificata dalla volontà di evitare un’eccessiva proliferazione di santi storicamente incerti, preferendo dunque così comprendere tutti i presunti compagni di San Maurizio nella celebrazione del 22 settembre e riservando alla Chiese locali la facoltà di inserire nei calendari diocesani le loro festività proprie nelle date tradizionali.

EVA DE DREUX, Santa



Sant’Eva (in francese Ève) è una vergine martire venerata a Dreux di cui è Patrona (città della Francia settentrionale, dipart. Eure et Loir sulla Blaise), di lei si sa solo quello che la tradizione ha rimandato e cioè il suo martirio, che avvenne con ogni probabilità in una delle persecuzioni dei primi secoli del cristianesimo.
Per il resto non sappiamo quando e come visse, non sappiamo chi fu, ma certamente innamorata del suo Gesù, per il quale affrontò il martirio, come altre decine di migliaia di cristiani, uomini, donne e anche fanciulli, in quel triste e pure tanto glorioso periodo dell’avvento del Cristianesimo, nel vasto Impero Romano.
La Rivoluzione Francese alla fine del Settecento, fece scomparire una cappella eretta nel 1653 e dedicata a sant’Eva ed anche una croce più antica, che era stata posta, secondo la tradizione sul luogo del martirio.
La chiesa di S. Pietro a Dreux conserva alcune sue reliquie e dal 1946 la sua festa in città, che ricorre il 6 settembre, è celebrata con il rito doppio di prima classe con ottava, cioè con solennità e per gli otto giorni successivi.

Il nome Eva deriva dall’ebraico Hauuâh o Héva, che significa “madre dei viventi”; nei Calendari vi sono quattro sante con questo nome, compresa Eva la progenitrice, venerate in giorni diversi

GUIDO DE AREZZO, Beato






Si è discusso e si discute ancora sul luogo di nascita di questo beato: chi ha pensato a qualche località francese, chi ad Arezzo, basandosi su testimonianze di antichi scrittori e sui mss. dei piú vetusti codd. guidoniani, chi di recente ha sostenuto che è originario di Pomposa, giacché in alcune lettere, ancora inedite, afferma di essere "Pomposiano agro exhortus". Circa la precisa data di nascita mancano documenti; generalmente è fatta oscillare fra il 990 e il 1000. All'età di ventidue anni entrò nel celebre monastero di Pomposa ove si formò sotto la direzione dell'abate Guido di Ravenna.
In quel tempo l'apprendimento della musica presentava gravi difficoltà perché mancava una notazione scritta, ed il canto era eseguito ad orecchio. Guido intese portare un ordine nella notazione musicale e cominciò ad attuare un nuovo metodo di insegnamento del canto. Ma, come spesso accade agli innovatori, il suo sistema trovò ostacoli negli stessi monaci di Pomposa, per cui, venuto in disaccordo con lo stesso abate Guido, preferí spontaneamente abbandonare il monastero (ca. 1025).
In alcune biografie si legge che peregrinò vario tempo in Italia e in Europa, ma sembra che la sua nuova dimora fosse proprio Arezzo, dove fu accolto dal vescovo Teodaldo che lo autorizzò alla predicazione e lo incaricò dell'insegnamento della musica ai pueri cantores della cattedrale. Egli attuò il suo nuovo metodo, ottenendo un successo che ne aumentò notevolmente la fama. Su consiglio dello stesso vescovo di Arezzo compose un libro, il Micrologus, in cui esponeva i criteri seguiti nel canto e nella teoria musicale e che dedicò in segno di riconoscenza al presule.
La notizia delle innovazioni del monaco-maestro aretino giunse a Giovanni XIX che ben tre volte lo invitò a Roma. Guido vi si recò verso il 1030-1032 accompagnato dal preposto Pietro e dall'abate Grunwaldo. Dai suoi cantori fece eseguire vari saggi che trovarono piena approvazione nel pontefice, il quale avrebbe voluto che si fermasse nella città eterna per istruirne i cantori, ma Guido, colpito da malaria e per il clima non confacente alla sua salute, preferí ritornare nella sua Arezzo. A Roma ebbe occasione di incontrare il suo vecchio abate di Pomposa, dal quale ricevette le scuse per le incomprensioni subite e l'invito a rientrare nel suo primitivo monastero. Guido promise, ma non mantenne. In qualche biografia invece si afferma che sarebbe succeduto a Guido di Ravenna nell'ufficio di abate. In realtà dopo il rientro da Roma le notizie sul monaco musicista si fanno sporadiche e saltuarie. Probabilmente fu a Fonte Avellana, ove si afferma (a torto) divenisse abate, e a Camaldoli. Questo fatto sembra suffragare l'affermazione che egli sia stato un monaco-eremita camaldolese, ma in proposito manca un accordo fra gli studiosi. E' certo però che continuò nella sua attività musicale, come ne fanno testimonianza i suoi numerosi scritti fra cui vanno ricordati il Praefatio in antipLonarium e le Regulae rithmicae.
Ignoto è l'anno della morte: la data oscilla fra il 1045 e il 1050. Da qualche scrittore dell'Ordine Camaldolese è presentato come beato, ma notizie di culto mancano prima del sec. XVI come pure ogni menzione nei martirologi dell'Ordine. La commemorazione è posta al 7 settembre.
IGNÁZIO (Ignatius) KLOPOTOWSKI, Beato



Secondo il nuovo rituale, che con papa Benedetto XVI si è voluto instaurare riguardo le future beatificazioni, che non saranno più esclusivamente celebrate dal papa, ma con la sua approvazione e lettera apostolica verranno celebrate anche da cardinali incaricati o dalle Chiese nazionali, il cardinale Jozef Glemp, primate di Polonia, ha beatificato padre Ignazio Klopotowski il 19 giugno 2005.
Il beato Ignazio (Ignacy) Klopotowski nacque il 20 luglio 1866 a Korzeniowska (Polonia) da Jan e Isabella Dobrowolska e battezzato due giorni dopo nella parrocchia di Drohiczyn.
Dalla famiglia ricevé un’educazione religiosa e patriottica, incentrata sul binomio Dio e la patria. Terminato il ginnasio a Siedlce, nel 1883 a 17 anni entrò nel Seminario Maggiore di Lublino, dopo quattro anni fu inviato a proseguire gli studi presso l’Accademia Religiosa di Pietroburgo, dove si laureò in teologia.
Il 5 luglio 1891 a 25 anni, fu ordinato sacerdote dal vescovo mons. Jaczewski nella cattedrale di Lublino. Per 17 anni ricoprì vari incarichi pastorali e d’insegnamento affidatogli dal vescovo di Lublino: viceparroco di S. Paolo Apostolo, professore nel Seminario diocesano, viceparroco della parrocchia della cattedrale, cappellano dell’Ospedale di S. Vincenzo de’ Paoli, cappellano della chiesa di S. Stanislao e ancora professore nel Seminario fino al 1908, quando lasciò Lublino per Varsavia.
Negli anni della sua permanenza a Lublino, si distinse per l’amore profondo verso i poveri, gli orfani e i disoccupati, partecipando con sensibilità ai loro problemi morali e materiali.
Mise su un’attività editoriale letteraria-pubblicistica, i cui proventi uniti alle offerte ricevute, spendeva a favore dei bisognosi e delle opere caritative da lui stesso istituite.
Fondò orfanotrofi e case per anziani, a Lublino organizzò la Casa del Lavoro, consistente in una scuola di avviamento all’artigianato per i giovani disoccupati.
Per le ragazze avviate sulla via della prostituzione, aprì l’Asilo di S. Antonio dove potevano trovare possibilità di lavoro lecito.
Aveva uno spirito editoriale, che mise al servizio delle necessità spirituali dei suoi assistiti e della gente semplice e poco istruita, pubblicò libri di preghiere e di contenuto religioso per la diffusione della dottrina cristiana.
Nel 1905 tentò di pubblicare un giornale cattolico “Praca” (Lavoro), ma non ottenne il permesso delle autorità russe, che allora dominavano quella parte della Polonia.
Qualche anno dopo, con l’editto di tolleranza dello zar Nicola II, poté pubblicare il quotidiano “Polak Katolik”, il settimanale “Posiew” (Semina) e i mensili “Buona Domenica” e “Circolo del Rosario”, tutti in lingua polacca.
Nel 1908 con il permesso dei rispettivi vescovi, si trasferì a Varsavia dove organizzò una tipografia che stampava libri da lui editi, per la coraggiosa difesa della fede e dei principi morali cristiani.
Divenuto effettivo della diocesi di Varsavia nel 1919, don Ignazio Klopotowski fu nominato parroco della parrocchia della Madonna di Loreto, presso la chiesa di S. Floriano nel quartiere ‘Praga’.
Anche qui si profuse nelle opere di carità, allestendo una cucina gratuita e dei dormitori per i poveri del quartiere. Contemporaneo del beato Bartolo Longo (1841-1926), che a Pompei in Italia aveva fondato opere sociali, tipografia, basilica, congregazione religiosa, per l’assistenza degli orfani e figli dei carcerati, anche padre Ignazio Klapotowski a Varsavia in Polonia, diede vita alla Casa Editrice Loretana e fondò la Congregazione delle “Suore delle Beata Maria Vergine di Loreto” (Loretane), con la specifica vocazione della diffusione della buona stampa.
La Congregazione, sulle orme del fondatore, s’impegnò sin dall’inizio all’attività caritative, all’apostolato della Parola di Dio attraverso la stampa con proprie Case Editrici e alla santificazione dei propri membri; ottenne l’approvazione pontificia nel 1971 da papa Paolo VI.
L’instancabile operatore di carità e fondatore, morì a Varsavia il 7 settembre 1931 a 65 anni e i suoi resti riposano nel cimitero delle suore da lui fondate. Il 22 giugno 1988 la Santa Sede diede il nulla osta per l’apertura del processo per la sua beatificazione, conclusasi con la proclamazione a beato, il 19 giugno 2005.

Autore: Antonio Borrelli





Ignatius Klopotowski nacque il 20 luglio 1866 a Korzeniówka, in Polonia. Ricevette sin dalla tenera età una solida formazione religiosa dai sui genitori, nonché un fervido amore per la sua patria. Nel 1883 Ignatius fece il suo ingresso nel Seminario Maggiore di Lublino ed il 5 luglio 1891, per mano del vescovo Franciszek Jaczewski, ricevette l'ordinazione presbiterale nella cattedrale della città.
Il novello sacerdote fu destinato come vicario parrocchiale alla parrocchia di San Paolo, ma già l'anno successivo fu trasferito come cappellano dell'ospedale di San Vincenzo e contemporaneamente divenne professore presso il seminario di cui sino a pochi mesi prima era stato allievo. Qui, per ben 14 anni, don Ignatius insegnò Sacre Scritture, Catechesi, Omiletica, Teologia Morale e Diritto Canonico.
Tra il 1892 ed il 1894 prestò servizio presso la cattedrale di Lublino come vicario, dopodichè fu nominato rettore della chiesa di San Stanislao, ove poté fornire assistenza ai fedeli greco-cattolici allora oggetto di persecuzione.
Il beato Klopotowski conosceva comunque bene la miseria generale che avvolgeva la vita di numerosi suoi compatrioti, privi di beni materiali, in preda alla decadenza morale, senza formazione ne occupazione.
Di fronte ad una così tragica realtà il giovane sacerdote non poté restare indifferente e si prodigò immediatamente nella fondazione di numerosi istituzioni caritatevoli: nuove occupazioni domestiche per i cittadini di Lublino, una scuola professionale, una sede per il recupero sotto ogni aspetto delle donne vittime della prostituzione, orfanotrofi per i bambini e ricoveri per gli anziani.
Con il prezioso asilio delle Ancelle dell'Immacolata, Ignatius fondò inoltre una serie di scuole rurali, ma per ciò, tuttavia, dovette soffrire gravi repressioni da parte delle autorità russe.
Assai interessato inoltre a fornire un'adeguata assistenza spirituale anche ai più poveri, sin dai primi anni del suo ministero pubblicò dei libri di preghiere e degli opuscoli spirituali.
Nel 1905 iniziò invece a pubblicare "Polak-Katolik”, seguito poi da altri giornali settimanali e mensili. Tre anni dopo trasferì la sua attività editoriale a Varsavia al fine di aumentare il rendimento e poter iniziare nuove pubblicazioni.
Per una migliore gestione del suo grande progetto editoriale, il beato Ignatius decise allora di fondare la congregazione delle “Suore della Beata Vergine Maria di Loreto”. Ciò avvenne a Varsavia il 31 luglio 1920, con l'approvazione dell'allora Nunzio Apostolico Achille Ratti, futuro papa Pio XI.
In seguito si fece ancora promotore dell'apertura di alcuni centri per curare e sfamare i bambini poveri e le donne anziane. Il ricordo che fu tramandato di lui fu quello di “padre e protettore degli orfani”.
La morte lo colse a Varsavia il 7 settembre 1931 e venne sepolto nel cimitero polacco di Powazki.
La congregazione da lui fondata ha ricevuto il riconoscimento pontificio nel 1971. Oggi conta 24 case e 220 religiosi che compongono l'ordine.
Ignatius Klopotowski fu dichiarato Venerabile da Giovanni Paolo II il 20 dicembre 2004. Il 3 maggio 2005 fu poi riconosciuto un miracolo attribuito alla sua intercessione per permetterne la beatificazione unitamente a due suoi connazionali il 19 giugno seguente a Varsavia per mano del cardinale Jozef Glemp, primate di Polonia, delegato speciale del nuovo papa Benedetto XVI.

LEONARDO, Beato



Ricevuto l'abito mercedario dalie mani di San Pietro Nolasco, il Beato Leonardo, si distinse per la prudenza, l'autorevolezza e la dottrina. Colmo di opere insigni morì santamente raggiungendo le delizie eterne in Cristo Signore.
L'Ordine lo festeggia il 7 settembre.


MARCO CRISINI (Krizevcanin), Santo



Nato a KriÏevci in Croazia nel 1588 da nobile famiglia croata. Alunno dei Gesuiti a Vienna e Graz (dottorato in filosofia), studiò poi alla Gregoriana a Roma (1611-15) essendo alunno del collegio Germanico-Ungarico.
Fu ordinato a Roma. Era amico di coloro che furono poi suoi compagni di martirio.
Tornando in Croazia esercitò per due anni il ministero pastorale e quindi fu chiamato dal Card. Pázmány (suo ex-professore a Graz) a dirigere il seminario di Trnava.
Nominato anche canonico di Esztergom (il capitolo si trovava a Trnava, a motivo della presenza dei turchi in Ungheria).
All'inizio del 1619 fu mandato dal Capitolo ad amministrare i beni della già abbazia benedettina a Krásna, presso Kosice.
Al momento del martirio aveva 31 anni.
Quando il principe ungherese di Transilvania, calvinista, Gabor Bethlen, iniziò la guerra contro l'imperatore (inizio del 1619) i Gesuiti, già espulsi dalla Boemia e Moravia (dai luterani boemi in accordo con Bethlen), trovarono asilo in Austria, Polonia ed Ungheria.
Kosice fu assediata dall'esercito di Giorgio I Rákoczi, futuro principe di Transilvania (in settembre). Il governatore cattolico di Kosice fu tradito dai suoi mercenari e la popolazione calvinista lo consegnò a Rákoczi, insieme con i tre sacerdoti suoi ospiti (5 settembre 1619).
Il Capo del Consiglio municipale, Reyner, istigato dal predicatore calvinista Alvinczi, chiese la morte di tutti i cattolici della città.
La maggioranza dei calvinisti si oppose allo sterminio totale, però la condanna di tre preti stava bene a tutti.
Il 7 settembre, di notte, cominciò la tortura, tesa a piegare lo spirito e condurre all'abiura del cattolicesimo. Esecutori materiali furono i soldati di Rákoczi, in presenza di Alvinczi e Reyner. Krizevcanin fu decapitato dopo le prime torture. Decapitato un po' più tardi Grodziecki. Più a lungo dovette soffrire Pongrácz. Evirato, sospeso con al testa in giù, bruciato con torce fino all'uscita delle viscere. Creduto morto, il mattino seguente fu buttato con i corpi dei suoi compagni in un pozzo di scolo, dove visse ancora 20 ore pregando tutto il tempo.
L'assassinio delle miti vittime suscitò costernazione anche tra la popolazione protestante; tuttavia furono proibiti i funerali.
La sepoltura dei corpi avvenne soltanto 6 mesi più tardi (attualmente le reliquie si trovano nella chiesa delle Orsoline a Trnava). Poco dopo il martirio, il Card. Pázmány iniziò il processo canonico in vista della beatificazione, che sarebbe avvenuta il 15 gennaio 1905 a Roma. 

MARIA BORBONE DE AMIENS, Beata


Secondo Arturo da Moustier, Maria Borbone è stata clarissa nel monastero di San Giorgio e Santa Chiara ad Amiens, "regio sanguine nata, ingenti vitae sanctinomia refulsit".
La Borbone morì verso il 1445 ed è ricordata il 7 settembre


MELCHIORRE GRODZIECKI , Santo



Nato nel 1584 a Cieszyn (Slesia) da una nobile famiglia polacca, che era attiva in Slesia e Moravia (un suo zio, Giovanni, era Vescovo di Olomouc e fondatore del noviziato dei Gesuiti a Brno).
Alunno del collegio dei Gesuiti a Vienna entrò nel noviziato di Brno nel 1603. Fece studi filosofici e teologici a Praga, dove fu ordinato nel 1614.
Meno brillante nelle materie teoriche, si mostrò capace pedagogo, specialmente con i giovani delle famiglie povere di Praga.
Nel 1618 fu mandato dal collegio di Hemenné a Kosice come cappellano dei soldati polacchi e boemi, mercenari del governatore imperiale, e della popolazione slovacca.
Al momento del martirio aveva 35 anni.
Quando il principe ungherese di Transilvania, calvinista, Gabor Bethlen, iniziò la guerra contro l'imperatore (inizio del 1619) i Gesuiti, già espulsi dalla Boemia e Moravia (dai luterani boemi in accordo con Bethlen), trovarono asilo in Austria, Polonia ed Ungheria.
Kosice fu assediata dall'esercito di Giorgio I Rákoczi, futuro principe di Transilvania (in settembre). Il governatore cattolico di Kosice fu tradito dai suoi mercenari e la popolazione calvinista lo consegnò a Rákoczi, insieme con i tre sacerdoti suoi ospiti (5 settembre 1619).
Il Capo del Consiglio municipale, Reyner, istigato dal predicatore calvinista Alvinczi, chiese la morte di tutti i cattolici della città.
La maggioranza dei calvinisti si oppose allo sterminio totale, però la condanna di tre preti stava bene a tutti.
Il 7 settembre, di notte, cominciò la tortura, tesa a piegare lo spirito e condurre all'abiura del cattolicesimo. Esecutori materiali furono i soldati di Rákoczi, in presenza di Alvinczi e Reyner. Krizevcanin fu decapitato dopo le prime torture. Decapitato un po' più tardi Grodziecki. Più a lungo dovette soffrire Pongrácz. Evirato, sospeso con al testa in giù, bruciato con torce fino all'uscita delle viscere. Creduto morto, il mattino seguente fu buttato con i corpi dei suoi compagni in un pozzo di scolo, dove visse ancora 20 ore pregando tutto il tempo.
L'assassinio delle miti vittime suscitò costernazione anche tra la popolazione protestante; tuttavia furono proibiti i funerali.
La sepoltura dei corpi avvenne soltanto 6 mesi più tardi (attualmente le reliquie si trovano nella chiesa delle Orsoline a Trnava). Poco dopo il martirio, il Card. Pázmány iniziò il processo canonico in vista della beatificazione, che sarebbe avvenuta il 15 gennaio 1905 a Roma.


PARAGORIO e companheiros PARTEO, PARTENOPREO e SEVERINO, Santos



E’ incerto il tempo in cui visse, secondo la tradizione locale di Noli (Savona, Paragorio nacque in questa città ligure nel IV secolo; di famiglia nobile intraprese la carriera militare, subendo il martirio in Corsica per la fede cristiana, insieme ai suoi soldati Parteo, Partenopeo, Severino, anch’essi nativi di Noli.
Una tradizione successiva li classifica come soldati della Legione Tebea che scamparono al martirio ordinato dall’imperatore Massimiano e si recarono come missionari in Corsica, dove furono uccisi per ordine del pretore della zona.
La chiesa edificata in loro onore a Noli è dell’VIII secolo, essa rimane come importante documento storico attestante l’esistenza e il martirio di s. Paragorio e dei suoi compagni.
La presenza in questa chiesa, ricostruita nell’XI secolo, di sarcofagi e decorazioni di età bizantina – longobarda e il fatto che il nome Paragorio e quello di Parteo e Partenopeo sono di origine greca, ha fatto formulare l’ipotesi che si possa trattare di un comandante di nave bizantino, che avrebbe guidato le navi dell’antica repubblica marinara di Noli, contro gli infedeli del tempo e le cui gesta siano state poi retrodatate nel tempo, in tradizioni successive.
Quando nel 1239 Noli fu elevata al rango di Diocesi, questa chiesa fu scelta come cattedrale e tale rimase fino al 1572 quando il titolo passò ad un’altra chiesa dentro le mura della città.
S. Paragorio è rappresentato vestito da guerriero a cavallo, impugnando il vessillo marinaro di Noli, a piedi vicino a lui vi sono i tre compagni, essi sono venerati anche a Herault in Provenza e nella zona di Berry antico ducato francese.
La loro festa si celebra il 7 settembre.


RODOLFO CORBI e GIOVANNI DUCKETT, Beatos

A Londra in Inghilterra, beati Randolfo Corby, della Compagnia di Gesù, e Giovanni Duckett, sacerdoti e martiri, che, condannati a morte sotto il re Carlo I perché entrati in Inghilterra da sacerdoti, conseguirono la palma celeste morendo impiccati a Tyburn


STEFANO PONGRACZ , Santo



Rampollo della nobiltà ungherese nacque nel 1582 nel castello di Alvincz in Transilvania. Dopo gli studi classici nella terra natia e nel collegio dei Gesuiti a Cluj (oggi Romania) entrò nel noviziato della Compagnia di Gesù a Brno, nel 1602. Quindi proseguì gli studi filosofici a Praga e teologici a Graz.
Ordinato prete fu mandato come prefetto degli studi e soprattutto come predicatore al collegio di Humenné (oggi Slovacchia).
Nel 1619 fu inviato a Ko‰ice come cappellano militare delle truppe ungheresi imperiali e dei pochi civili cattolici ungheresi.
La sua attività suscitò l'ira dei calvinisti, che erano in maggioranza.
Al momento del martirio aveva 37 anni.
Quando il principe ungherese di Transilvania, calvinista, Gabor Bethlen, iniziò la guerra contro l'imperatore (inizio del 1619) i Gesuiti, già espulsi dalla Boemia e Moravia (dai luterani boemi in accordo con Bethlen), trovarono asilo in Austria, Polonia ed Ungheria.
Kosice fu assediata dall'esercito di Giorgio I Rákoczi, futuro principe di Transilvania (in settembre). Il governatore cattolico di Kosice fu tradito dai suoi mercenari e la popolazione calvinista lo consegnò a Rákoczi, insieme con i tre sacerdoti suoi ospiti (5 settembre 1619).
Il Capo del Consiglio municipale, Reyner, istigato dal predicatore calvinista Alvinczi, chiese la morte di tutti i cattolici della città.
La maggioranza dei calvinisti si oppose allo sterminio totale, però la condanna di tre preti stava bene a tutti.
Il 7 settembre, di notte, cominciò la tortura, tesa a piegare lo spirito e condurre all'abiura del cattolicesimo. Esecutori materiali furono i soldati di Rákoczi, in presenza di Alvinczi e Reyner. Kriievcanin fu decapitato dopo le prime torture. Decapitato un po' più tardi Grodziecki. Più a lungo dovette soffrire Pongrácz. Evirato, sospeso con al testa in giù, bruciato con torce fino all'uscita delle viscere. Creduto morto, il mattino seguente fu buttato con i corpi dei suoi compagni in un pozzo di scolo, dove visse ancora 20 ore pregando tutto il tempo.
L'assassinio delle miti vittime suscitò costernazione anche tra la popolazione protestante; tuttavia furono proibiti i funerali.
La sepoltura dei corpi avvenne soltanto 6 mesi più tardi (attualmente le reliquie si trovano nella chiesa delle Orsoline a Trnava). Poco dopo il martirio, il Card. Pázmány iniziò il processo canonico in vista della beatificazione, che sarebbe avvenuta il 15 gennaio 1905 a Roma.


Tommaso Tsuji, Ludovico Maki e Giovanni Maki, Beatos


A Nagasaki in Giappone, beati martiri Tommaso Tsuji, sacerdote della Compagnia di Gesù, Ludovico Maki e suo figlio Giovanni, condannati al rogo in odio alla fede cristia

VENTURA DE CITTÁ DI CASTELLOna
VENTURA DE CITTÁ DI CASTELLO, Santo



entura, rettore, nel XIII secolo, della chiesa di S. Bartolomeo vicino alla villa di Centoia presso Valdipetrina nel territorio di Città di Castello (Perugia), fu un sacerdote pio e zelante. Un giorno si imbatté in un mulattiere che tagliando la legna nel bosco bestemmiava orrendamente. Ventura lo corresse con dolcezza, ma l’uomo, infuriato, uccise il sacerdote con un colpo d’ascia nascondendo poi il corpo insanguinato sotto un mucchio di pietre. Secondo la tradizione tramandata dagli agiografi, una colomba percosse col becco la campana della chiesa del santo, facendola suonare a morto, e quindi volò su quel mucchio di pietre, per poi tornare di nuovo alla chiesa. La gente del luogo, accortasi del fatto, si mise alla ricerca del Ventura. Il corpo del sacerdote fu trovato dopo molti giorni e, raccolto devotamente, fu seppellito in una tomba nella chiesa. Da quel momento la chiesa di S. Bartolomeo prese il nome di San Ventura, e divenne meta di continui pellegrinaggi.
Avendo un uomo, nel trasportare il corpo del martire, ottenuta la guarigione dal “male di rottura”, il Ventura fu invocato, da allora in poi, come protettore dall’ernia, Tutti gli agiografi pongono la data del martirio al 7 settembre 1250. Alla festa di San Ventura, celebrata annualmente, avvenivano spesso fatti spiacevoli, per cui il vescovo mons. Giuseppe Sebastiani decise di porvi rimedio. Ottenute le necessarie facoltà dalla Sacra Congregazione dei Riti, inviò in segreto due sacerdoti per fare la ricognizione del corpo del santo. In seguito, il 17 luglio 1684, lo stesso vescovo Sebastiani, con un cappellano, il cancelliere e un servitore si recò di notte a prelevare il corpo di Ventura, che fu accolto con ogni onore in Città di Castello e collocato nella chiesa del seminario in un’urna di noce dorata e intagliata, donata dal marchese Filippo Bufalini. Il vescovo intendeva così presentare ai chierici un modello di virtù e di zelo sacerdotale, fiorito in un’umile chiesa della diocesi. Nel 1752 il vescovo Giovanni Battista Lattanzi, riedificato il seminario dalle fondamenta, lo pose sotto la protezione dell’Immacolata Concezione e dei santi Florido vescovo e Ventura martire. Nel 1952 il vescovo Filippo Maria Cipriani pose il corpo del martire in una nuova urna, offerta dal clero diocesano, e fece ricomporre le ossa di Ventura, rivestendole dei paramenti sacerdotali con l’aggiunta di una maschera in cera, opera dello scultore Romolo Bartolini, che lascia scoperta la ferita del cranio. In quegli anni venne promossa la devozione a Ventura anche fuori diocesi con varie iniziative, proponendolo come “il martire antiblasfemo”.
La festa del santo era, un tempo, la prima domenica di settembre sia in Valdipetrina, dove ogni anno si ponevano fanciulli sul suo sepolcro per preservarli dall’ernia, sia, dopo la traslazione, nella chiesa del seminario, mentre nei calendari la sua festa figurava al 7 settembre. Nel calendario della diocesi di Città di Castello la sua memoria fu di nuovo inserita, nel 1981, al 5 settembre, con ufficio e messa propri. Il Ventura è raffigurato con l’ascia conficcata in testa, oppure al momento del martirio, come nel quadro disegnato da Gian Ventura Borghesi e dipinto da Simone Nelli di Citerna nel XVII secolo per l’altare maggiore della chiesa del seminario. Una statua di stucco, anch’essa del XVII secolo, si trova nel Santuario di Belvedere assieme a quelle dei santi della Chiesa Tifernate. In cattedrale ci sono ben tre sue immagini: un affresco nella cappella del Santissimo Soccorso, opera di Bernardino Gagliardi; in gloria assieme ad altri santi tifernati, negli affreschi di Marco Benefial sulla volta del presbiterio; ed infine negli affreschi della cupola, opera di Tommaso Conca. 

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Local onde se processa este blogue, na cidade do Porto


miscelania 003


Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In

MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e

sites: Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, e outros











Blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos) -  http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com

Lista de Papas por ordem de data

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I - São PEDRO (42 a 47); II - São LINO; 67-76; III - ANACLETO I ou CLETO (76-88);

IV São CLEMENTE I (88-97); V - Santo EVARISTO I (97-105;

VI - Santo ALEXANDRE I (105-115); VII - São SISTO I (115-125);

VIII - São TELÉSFORO (125-136); IX - Santo HIGINO (136-140);

X - São PIO I (140-155); XI - Santo ANICETO (155-166);

XII - São SOTERO (166-175); XIII - Santo ELEUTÉRIO (175-189); XIV -

São VÍTOR I (189-199); XV - São ZEFERINO (199-217); XVI - São CALISTO I (217-222);

I -Santo HIPÓLITO (217-235) *Embora Anti-Papa foi considerado Santo*;

XVII - Santo URBANO I (222-230); XVIII - São PONCIANO (230-235);

XIX - Santo ANTERO (235-236); XX - São FABIÃO ou FABIANO (236-250);

XXI - São CORNÉLIO (251-253);

II - NOVACIANO (251) - II ANTI-PAPA;

XXII - São LÚCIO I (253-254); XXIII - Santo ESTÊVÃO (254-257);

XXIV - São SISTO II (257-258); XXV - São DIONÍSIO (259-268);

XXVI - São FÉLIX I (269-274); XXVII - Santo EUTIQUIANO (275-283);

XXVIII - São CAIO (283-296); XXIX - São MARCELINO (296-304);

VACATURA DA SANTA SÉ (305-308);

XXX - São MARCELO I (308-309); XXXI - Santo EUSÉBIO (309);

XXXII - São MILCÍADES ou MELQUÍADES (310-314);

XXXIII - São SILVESTRE I (314-335); XXXIV - São MARCOS (336);

XXXV - São JÚLIO I (337-352); XXXVI - São LIBÉRIO (352-366);

III - São FÉLIX II (335-358) - ANTI-PAPA;

XXXVII - São DÂMASO I (366-384);

IV - Santo URSINO (366-367) - ANTI-PAPA;

XXXVIII - São SIRÍCIO (384-399); XXXIX - Santo ANASTÁSIO I (399-401);

XL - Santo INOCÊNCIO I (401-417); XLI - São ZÓZIMO (417-418);

XLII - São BONIFÁCIO I (418-422);

V - EULÁLIO (418-419 - ANTI-PAPA;

XLIII - São CELESTINO I (422-432); XLIV - São SISTO III (432-440);

XLV - São LEÃO I MAGNO (440-461);

XLVI - Santo HILARIO ou HILARIÃO (461-468); XLVII - São SIMPLÍCIO (468-483); XLVIII - São FÉLIX III (483-492) (*) É considerado como Félix III, apesar o seu antecessor Félix II ter sido Anti-Papa; XLIX - São GELÁSIO I (492-496);

L - Santo ANASTÁSIO I (496-498) - LI - São SÍMACO (498-514);

VI - LOURENÇO (498 e 501-505) ANTI-PAPA;

LII - Santo HORMISDAS (514-523); LIII - São JOÃO I (523-526);

LIV - São FÉLIX IV (526-530);

VII - DIÓSCORO (530) - ANTI-PAPA;

LV - BONIFÁCIO II (530-532); LVI - JOÃO II (533-535); LVII - Santo AGAPITO I (515-536); LVIII - São SILVÉRIO (536-536); LIX - VIGILIO (537-555); LX - PELÁGIO I (556-561);

LXI - JOÃO III (561-574); LXII - São BENTO I (575-579); LXIII - PELÁGIO II (579-590); LXIV - São GREGÓRIO I MAGNO (590-604); LXV - SABINIANO (604-606);

LXVI - BONIFÁCIO III (607); LXVII - São BONIFÁCIO IV (608-615);

LXVIII - São DEODATO I ou ADEODATO (615-618); LXIX - BONIFÁCIO V (619-625); LXX - HONÓRIO I (625-638); LXXI - SEVERINO (640); LXXII - JOÃO IV (640-642); LXXIII - TEODORO I (642-649); LXXIV - São MARTINHO I (649-655);

LXXV - Santo EUGÉNIO I (654-657);

LXXVI - São VITALINO ou VITALIANO (657-672);

LXXVII - DEODATO II ou ADEODATO (672-676); LXXVIII - DONO (676-678);

LXXIX - Santo AGATÃO (678-681); LXXX - São LEÃO II (682-683);

LXXXI - São BENTO II (684-685); LXXXII - JOÃO V (685-686);

LXXXIII - CÓNON (686-687); LXXXIV - São SÉRGIO I (687-701);

VIII - TEODORO (687) - ANTI-PAPA; IX - PASCOAL (687) - ANTI-PAPA;

LXXXV - JOÃO VI (701-705); LXXXVI - JOÃO VII (705-707); LXXXVII - SISÍNIO (708); LXXXVIII - CONSTANTINO I (708-715); LXXXIX - São GREGÓRIO II (715-731);

XC - São GREGÓRIO III (731-741); XCI - São ZACARIAS (741-752);

XCII - ESTÊVÃO II (752-757); XCIII - São PAULO I (757-767);

X - CONSTANTINO II (767-769) - ANTI-PAPA;

XCIV - ESTÊVÃO III (768-772);

XI - FILIPE (768) - ANTI-PAPA;

XCV - ADRIANO I (772-795); XCVI - São LEÃO III (795-816);

XCVII - ESTÊVÃO IV (816-817); XCVIII - São PASCOAL I (817-824);

XCIX - EUGÉNIO II (824-827); C - VALENTIM (827); CI - GREGÓRIO IV (827-844);

CII - SÉRGIO II (844-847);

XII - JOÃO (844) - ANTI-PAPA;

CIII - São LEÃO IV (847-855); CIV - BENTO III (855-858);

XIII - ANASTÁSIO (855) - ANTI-PAPA;

CV - São NICOLAU I MAGNO (858-867); CVI - ADRIANO II (867-872);

CVII - JOÃO VIII (872-882); CVIII - MARINHO I (882-884);

CIX - Santo ADRIANO III (884-885); CX - ESTÊVÃO V (885-891);

CXI - FORMOSO (891-896); CXII - BONIFÁCIO VI (896);

CXIII - ESTÊVÃO VI (896-897); CXIV - ROMANO (897); CXV - TEODORO II (897);

CXVI - JOÃO IX (898-900); CXVII - BENTO IV (900-903); CXVIII - LEÃO V (903);

XIV - CRISTÓVÃO (903-904) - ANTI-PAPA;

CXIX - SÉRGIO III (904-911); CXX - ANASTÁSIO III (911-913);

CXXI - LANDON (913-914); CXXII - JOÃO X (914-928); CXXIII - LEÃO VI (928);

CXXIV - ESTEVÃO VII (928-931); CXXV - JOÃO XI (931-935);

CXXVI - LEÃO VII (936-939) CXXVII - ESTEVÃO VIII (939-942);

CXXVIII - MARINHO II (942-946); CXXIX - AGAPITO II (946-955);

CXXX - JOÃO XII (955-964); CXXXI - LEÃO VIII (963-965);

CXXXII - BENTO V (964-966); CXXXIII - JOÃO XIII (965-972);

CXXXIV - BENTO VI (973-974);

XV - BONIFÁCIO VII (974 e 984-985) - ANTI-PAPA;

CXXXV - BENTO VII (974-983); CXXXVI - JOÃO XIV (983-984);

CXXXVII - JOÃO XV (985-996); CXXXVIII - GREGÓRIO V (996-999);

XVI - JOÃO XVI (997-998) - ANTI-PAPA;

CXXXIX - SILVESTRE II (999-1003); CXL - JOÃO XVII (1003);

CXLI - JOÃO XVIII (1003-1009); CXLII - SÉRGIO IV (1009-1012);

XVII - GREGÓRIO VI (1012) - ANTI-PAPA;

CXLIII - BENTO VIII (1012-1024); CXLIV - JOÃO XIX (1024-1032);

CXLV - BENTO IX (1032-1044, 1045 e 1047-1048)(**); CXLVI - SILVESTRE III - (1045)

CXLVII - GREGÓRIO VI (1045-1046); CXLVIII - CLEMENTE II (1046-1047);

CXLIX - DÂMASO II (1048); CL - São LEÃO IX (1049-1054)

(**) Possível Anti-Papa, embora apareça em algumas listas como Papa legítimo, apesar de ter causado alguns problemas com SILVESTRE III e com DÃMASO II;

CLI - VÍTOR II (1055-1057); CLII - ESTEVÃO IX (1057-1058);

XVIII - BENTO X (1058- 1059) -ANTI-PAPA;

CLIII - NICOLAU II (1059-1061); CLIV - ALEXANDRE II (1061-1073);

XIX - HONÓRIO II (1061-1072) - ANTI-PAPA;

CLV - São GREGÓRIO VII (1073-1085);

XX - CLEMENTE III (1080-1084) ANTI-PAPA;

CLVI - BEATO VÍTOR III (1086-1087); CLVII - BEATO URBANO II (1088-1099); CLVIII - PASCOAL Ii (1099-1118);

XXI - TEODORICO (1100) - ANTI-PAPA; XXII - ALBERTO (1102 - ANTI-PAPA;

XXIII - SILVESTRE IV (1105-1111) - ANTI-PAPA;

CLIX - GELÁSIO II (1118-1119);

XXIV - GREGÓRIO VIII (1118-1121) - ANTI-PAPA;

CLX - CALISTO II (1119-1124); CLXI - HONÓRIO II (1124-1130);

XXV - CELESTINO II (1124); - ANTI-PAPA;

CLXII - INOCÊNCIO II (1130-1143);

XXVI - ANACLETO II (1130-1138) - ANTI-PAPA; XXVII - VÍTOR IV (1138) - ANTI-PAPA;

CLXIII - CELESTINO II (1143-1144); CLXIV - LÚCIO II (1144-1145);

CLXV - BEATO EUGÉNIO III (1145-1153); CLXVI - ANASTÁSIO IV (1153-1154); CLXVII - ADRIANO IV (1154-1159); CLXVIII - ALEXANDRE III (1159-1181);

XXVIII - VÍTOR IV (1159-1164) - ANTI-PAPA; XXIX - PASCOAL III (1164-1168) - ANTI-PAPA; XXX - CALISTO III - (1168-1178) - ANTI-PAPA;

XXXI - INOCÊNCIO III (1179-1180); - ANTI-PAPA;

CLXIX - LÚCIO III (1181-1185); CLXX - URBANO III (1185-1187);

CLXXI - GREGÓRIO VIII (1187); CLXXII - CLEMENTE III (1187-1191);

CLXXIII - CELESTINO III (1191-1198); CLXXIV - INOCÊNCIO III (1198-1216);

CLXV - HONÓRIO III (1216-1227); CLXXVI - GREGÓRIO IX (1227-1241);

CLXXVII - CELESTINO IV (1241); CLXXVIII - INOCÊNCIO IV (1243-1254);

CLXXIX - ALEXANDRE IV (1254-1261); CLXXX - URBANO IV (1261-1264);

CLXXXI - CLEMENTE IV (1265-1268); CLXXXII - BEATO GREGÓRIO X (1271-1276); CLXXXIII - BEATO INOCÊNCIO V (1276); CLXXXIV - ADRIANO V (1276);

CLXXXV - JOÃO XXI (1276-1277) CLXXXVI - NICOLAU III (1277-1280);

CLXXXVII - MARTINHO IV (1281-1285); CLXXXVIII - HONÓRIO IV (1285-1287); CLXXXIX - NICOLAU IV (1288-1292); CXC - SÃO CELESTINO V (1294);

CXCI - BONIFÁCIO VIII (1294-1303) CXCII - BEATO BENTO XI (1303-1304);

CXCIII - CLEMENTE V (1305-1314); CXCIV - JOÃO XXII (1316-1334);

XXXII - NICOLAU V - ANTI-PAPA (1328-1330);

CXCV - BENTO XII (1334-1342); CXCVI - CLEMENTE VI (1342-1352);

CXCVII - INOCÊNCIO VI (1352-1362); CXCVIII - BEATO URBANO V (1362-1370); CXCIX - GREGÓRIO XI (1370-1378); CC - URBANO VI (1378-1389);

CCI - BONIFÁCIO IX (1389-1404); CCII - INOCÊNCIO VII (1404-1406);

CCIII - GREGÓRIO XII (1406-1415);

XXXIII - CLEMENTE VII - ANTI-PAPA (1378-1394);

XXXIV - BENTO XIII - ANTI-PAPA (1394-1420);

XXXV - ALEXANDRE V - ANTI-PAPA (1409-1410);

XXXVI - JOÃO XXIII ANTI-PAPA (1410-1415);

XXXVII - CLEMENTE VIII ANTI-PAPA (1423-1429);

CCIV - MARTINHO V (1334-1342);

XXXVIII - BENTO IV ANTI-PAPA (1425-1430);

CCV - EUGÉNIO IV (1431-1447);

XXXIX - FÉLIX V ANTI-PAPA (1439-1449);

CCVI - NICOLAU V (1447-1465); CCVII - CALISTO III (1455-1458);

CCVIII - PIO II (1458-1464); CCIX - PAULO II (1464-1471); CCX - SISTO IV (1471-1484); CCXI - INOCÊNCIO VIII (1484-1492); CCXII - ALEXANDRE VI (1492-1503);

CCXIII - PIO III (1503); CCXIV - JÚLIO II (1503-1513); CCXV - LEÃO X (1513-1521); CCXVI - ADRIANO VI (1522-1523); CCXVII - CLEMENTE VII (1523-1534);

CCXVIII - PAULO III (1534-1549); CCXIX - JÚLIO III (1550-1555);

CCXX - MARCELO II (1555); CCXXI - PAULO IV (1555-1559);

CCXXII - PIO IV (1559-1565); CCXXIII - SÃO PIO V (1566-1572);

CCXXIV - GREGÓRIO XIII (1572-1585); CCXXV - SISTO V (1585-1590);

CCXXVI - URBANO VII - (1590); CCXXVII - GREGÓRIO XIV (1590-1591);

CCXXVIII - INOCÊNCIO IX (1591); CCXXIX - CLEMENTE VIII (1592-1605);

CCXXX - LEÃO XI (1605); CCXXXI - PAULO V (1605-1621):

CCXXXII - GREGÓRIO XV (1623-1644); CCXXXIII - URBANO VIII (1623-1644); CCXXXIV - INOCÊNCIO X (1644-1655); CCXXXV - ALEXANDRE VII (1655-1667); CCXXXVI - CLEMENTE IX (1667-1669); CCXXXVII - CLEMENTE X (1670-1676); CCXXXVIII - BEATO INOCÊNCIO XI (1676-1689);

CCXXXIX - ALEXANDRE VIII (1689-1691); CCXL - INOCÊNCIO XII (1691-1700);

CCXLI - CLEMENTE XI (1700-1721); CCXLII - INOCÊNCIO XIII (1721-1724);

CCXLIII - BENTO XIII (1724-1730); CCXLIV - CLEMENTE XII (1730-1740);

CCXLV - BENTO XIV (1740-1758); CCXLVI - CLEMENTE XIII (1758-1769);

CCXLVII - CLEMENTE XIV (1769-1774); CCXLVIII - PIO VI (1775-1799);

CCXLIX - PIO VII (1800-1823); CCL - LEÃO XII (1823-1829); CCLI - PIO VIII (1829-1830); CCLII - GREGÓRIO XVI (1831-1846); CCLIII - BEATO PIO IX (1846-1878);

CCLIV - LEÃO XIII (1878-1903); CCLV - SÃO PIO X (1903-1914);

CCLVI - BENTO XV (1914-1922); CCLVII - PIO XI (1922-1939);

CCLVIII - PIO XII (1939-1958); CCLIX - SÃO JOÃO XXIII (1958-1963);

CCLX - PAULO VI (1963-1978); CCLXI - JOÃO PAULO I - (1978);

CCLXII - SANTO JOÃO PAULO II;

CCLXIII - BENTO XVI - PAPA DESDE 18 DE ABRIL DE 2005 até 28 DE FEVEREIRO DE 2013 data em que renunciou passando a ser PAPA EMÉRITO;

CCLXIV - FRANCISCO - Eleito em 28 de Fevereiro de 2013

por renúncia de BENTO XVI - Papa Emérito

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