FELIZ PÁSCOA

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quinta-feira, 3 de junho de 2010

Nº 1025 - 3 DE JUNHO DE 2010 - SANTOS DO DIA

 

Carlos Lwanga e 21 companheiros

entre os quais

(Kizito, 14 anos, Dionísio Sebugwawo, 17 anos, Ponciano Ngondué, Mukaza Kiriuauanvu, André Kajua, Atanásio Badzekuketa, Gonzaga Gonza, Matias Kalemba, Santos)

Junho 3

Carlos Luanga y compañeros, Santos

Carlos Luanga e 21 companheiros, Santos

Mártires em Uganda

A 18 de Outubro de 1964, Paulo VI canonizou estes 22 mártires do Uganda, os únicos da centena sobre os quais existia documentação bem concreta. Foram executados, entre 1885 e 1887, por ordem do rei Muanga, cioso da sua autoridade e invertido. Morreu o rei Mutesa, do Uganda, em Outubro de 1884; sucedeu-lhe o rei Muanga, vicioso e cruel. Acirrado pelos muçulmanos, e com receio de ver diminuído o comércio dos escravos, decidiu aniquilar o nome cristão. Entre os 500 pajens ou jovens das principais famílias que serviam o rei, havia um pequeno grupo de 20 cristãos, chefiados por Carlos Luanga, jovem de 20 anos, baptizado a 15 de Novembro de 1885. O mais novo Kizito, não passava de 14 anos, e era ainda catecúmeno. Um dia (25 de Maio de 1886), o rei mandou chamar um dos pajens. Responderam-lhe que não estava. Quando, uma hora depois, regressou, perguntou-lhe o rei onde estivera e para quê. – “Dionísio Sebugwawo (um recém-baptizado de 17 anos apenas) ensinava-me a doutrina – foi a resposta. - “A doutrina? – grita Muanga: e, dirigindo-se a Dionísio: – “Que fazias, há pouco, com Muafu?” - “Ensinava-lhe a religião”  - respondeu corajosamente o pajem cristão. - “Como assim? Tu ensinas o que eu proibi ensinar, e era ao filho do Primeiro Ministro que tu te atreves a ensinar essas coisas?” Sem mais, pegou num estilete e cravou-o na garganta do mártir, que, arrastado para fora, acabou esfaqueado. Durante a noite, Carlos Lwanga entendeu que a horta era grave e resolveu administrar o baptismo ao pequeno Kizito e a três dos catecúmenos mais adiantados. No dia seguinte, o rei Muanga reuniu o conselho e com ele acordou aplicar pena capital aos pajens cristãos que não apostatassem. Manda reunir todos os jovens, e ordena: - “Os que rezam, vão para ali, para junto da estacada; os que não rezam, fiquem aqui, ao pé de mim.” A tais palavras, Carlos Lwanga ergueu-se; tomou pela mão o pequeno Kizito; atravessou o território, cheio e pagãos hostis, e foi-se colocar no lugar indicado; seguiram-no mais doze. Todos foram condenados à morte e esperavam, fora do palácio, que os conduzissem até Namungongo, a 60 kms de distância, onde devia ter lugar a execução. Pela tardinha, chegaram mais dois neófitos: Ponciano Ngondué e Mukaza Kiriuauanvu. - “Tu és cristão?” – perguntou o algoz ao primeiro. À sua resposta afirmativa, trespassou-o com uma lançada. No momento em que o cortejo se pôs em marcha para Kampala, primeira jornada da viagem até ao lugar do suplicio, foi preso André Kajua. - “Matem-no já – ordena o algoz; – não comerei bocado, enquanto não lhe vir, com os meus olhos, o braço cortado”. Pouco depois, traziam, ainda escorrendo sangue, o braço do novo João Baptista ao Herodes africano.

Era costume que, durante a caminhada, fossem imolados dois condenados aos deuses locais; em Kampala, imolaram-lhes os pajens Atanásio Badzekuketa e Gonzaga Gonza. Aqui também foi executado Matias Kalemba, juiz suplente num tribunal da província. Pela tarde do dia 27, o cortejo chegou a Namugongo; puseram-lhes algemas; e assim esperaram até ao dia 3 de Junho, em que se levou a cabo a execução. Os pajens apareceram de corda ao pescoço, de mãos atadas, pálidos, desfeitos de fome e cansaço; mas dando graças a Deus por os ter conservado firmes na fé. A fogueira levantava-se num vale próximo. À medida que as vítimas passavam, um dos algozes batia-lhes na cabeça com um pau, rito antigo, destinado a afastar do espírito do rei a sombra dos mortos. Os pajens foram enrolados e atados numa esteira de canas secas e levados para a fogueira. Um dos mártires era filho do algoz; por mais insistentes que fossem os rogos, perseverou firme; o pai fê-lo separar dos outros e, à parte, mandou-o matar com violenta pancada na nuca. No mesmo momento, atearam o fogo que transformava os pajens em tochas vivas. O murmúrio de orações foi crescendo, à medida que o sofrimento aumentava; nada de gritos, nem súplicas; nada de cobardias ou maldições. Por fim, as vozes cessaram; e as vítimas voaram para o céu. Para Lwanga, o algoz cruel e escarnecedor preparou-lhe o suplicio do fogo lento, sem lhe arrancar a mais pequena queixa. O suplicio das 22 vítimas do Uganda teve enorme repercussão no mundo inteiro. O Papa Pio X introduziu a causa de beatificação dos veneráveis servos de Deus, Carlos Lwanga, Matias Kalemba e companheiros; Bento XV beatificou-os, a 6 de Junho de 1920. A 18 de Outubro de 1964, na sua viagem apostólica ao Uganda, o Papa Paulo VI canonizou estes mártires, pronunciando um discurso, do qual transcrevemos estas passagens: «Estes Mártires Africanos acrescentam ao álbum dos vencedores, chamado Martirológio, uma página ao mesmo tempo trágica e grandiosa, verdadeiramente digna de figurar ao lado das célebres narrações da África antiga, as quais, neste tempo em que vivemos. Julgávamos, por causa da nossa pouca fé, que nunca mais viriam a ter semelhante continuação…” “… Estes Mártires Africanos, dão, sem dúvida, inicio a uma nova era… Com efeito, a África, orvalhada com o sangue destes mártires, que são os primeiros desta nova era (e queira Deus que sejam os últimos – tão grande e precioso é o seu holocausto!), a África renasce livre e resgatada».  www.jesuitas.pt  -  Ver também http://es.catholic.net/santoral

Morando, Santo
Junho 3   -  Monge

Morando, Santo

Morando, Santo

Monge

Na aldeia de Altkirch, na região de Basileia, entre os helvécios, são Morando, monge, oriundo de Renânia, que sendo presbítero peregrinou a Compostela e no regresso entrou no mosteiro de Cluny, fundando mais adiante o cenóbio em que terminou sua santa vida (c. 1115).
Nascido em Worms, Renânia (Alemanha), em redor do ano 1050 numa família nobre, já havia sido ordenado sacerdote quando decidiu fazer uma peregrinação a Santiago de Compostela, um dos destinos mas procurados pelos peregrinos na idade média.
Durante el viaje hizo una parada en la Abadía de Cluny, fundada en el año 910 por san Bruno y que por aquellos días era gobernado por san Hugo (1049-1109); quedó fuertemente impresionado por el estilo de vida de monjes, y al retorno de su peregrinación, hizo la solicitud para ser aceptado en la abadía.
Ya como monje, por sus cualidades ejemplares fue enviado al monasterio de Alvernia, en la región central de Francia. En el año 1100 un señor alsaciano (de Alsacia, región francesa con dialecto alemán), deseaba restaurar el santuario dedicado a san Cristóbal que estaba dentro de sus propiedades en Altkirch, por lo que solicito ayuda al abad de Cluny. El abad estaba de acuerdo en fundar un monasterio junto a la iglesia y envió a algunos monjes para la fundación, pero la tarea resulto difícil debido a que los monjes no conocían la lengua de esa región.
Entonces el san Hugo mandó a buscar en Alvernia a Morando y lo envió a Altkirch como un intérprete, aquí brilló para su bondad, su calma y el conocimiento del lugar; se ganó el aprecio de las personas que comensaron a visitarlo a menudo en busca de consejo, conocimiento y ayuda, también se le atribuye varios milagros.
El santo monje murió en el año 1115, y fue canonizado en el siglo XII, su tumba aún está en la iglesia de Altkirch.
Es considerado el santo patrón de los vinocultores de la región del sur de Alsazia, porque se dice que Morando pasó toda una Cuaresma sin más comida que un manojo de uvas, aquel manojo fue representado en algunas esculturas en los portales de varias iglesias.

Clotilde, Santa
Junho 3   -  Rainha de França

Clotilde, Santa

Clotilde, Santa

Rainha de França

Clotilde quer dizer: "a que luta vitoriosamente" (tild: lutar. Clot: vitória).
Esta santa rainha teve a imensa honra de conseguir a conversão ao catolicismo do fundador da nação francesa, o rei Clodoveo. 
A vida de nossa santa a escreveu São Gregório de Tours, fazia o ano 550.
Era hija del rey de Borgoña, Chilberico, que fue asesinado por un usurpador el cual encerró a Clotilde en un castillo. Allí se dedicó a largas horas de oración y a repartir entre los pobres todas las ayudas que lograba conseguir. La gente la estimaba por su bondad y generosidad.
Clodoveo el rey de los francos supo que Clotilde estaba prisionera en el castillo y envió a uno de sus secretarios para que disfrazado de mendigo hiciera fila con los que iban a pedir limosnas, y le propusiera a Clotilde que aceptara el matrimonio secreto entre ella y Clodoveo. Aunque este rey no era católico, ella aceptó, con el fin de poderlo convertir al catolicismo, y recibió la argolla de matrimonio que le enviaba Clodoveo, y ella por su parte le envió su propia argolla.
Entonces el rey Clodoveo anunció al usurpador que él había contraído matrimonio con Clotilde y que debía dejarla llevar a Francia. El otro tuvo que aceptar.
Las fiestas de la celebración solemne del matrimonio entre Clodoveo y Clotilde fueron muy brillantes. Un año después nació su primer hijo y Clotilde obtuvo de su esposo que le permitiera bautizarlo en la religión católica. Pero poco después el niñito se murió y el rey creyó que ello se debía a que él no lo había dejado en su religión pagana, y se resistía a convertirse. Ella sin embargo seguía ganando la buena voluntad de su esposo con su amabilidad y su exquisita bondad, y rezando sin cesar por su conversión.
Los alemanes atacaron a Clodoveo y este en la terrible batalla de Tolbiac, exclamó: "Dios de mi esposa Clotilde, si me concedes la victoria, te ofrezco que me convertiré a tu religión". Y de manera inesperada su ejército derrotó a los enemigos.
Entonces Clodoveo se hizo instruir por el obispo San Remigio y en la Navidad del año 496 se hizo bautizar solemnemente con todos los jefes de su gobierno. Fue un día grande y glorioso para la Iglesia Católica y de enorme alegría para Clotilde que veía realizados sus sueños de tantos años. Desde entonces la nación francesa ha profesado la religión católica.
En el año 511 murió Clodoveo y durante 36 años estará viuda Clotilde luchando por tratar de que sus hijos se comporten de la mejor manera posible. Sin embargo la ambición del poder los llevó a hacerse la guerra unos contra otros y dos de ellos y varios nietos de la santa murieron a espada en aquellas guerras civiles por la sucesión.
San Gregorio de Tours dice que la reina Clotilde era admirada por todos a causa de su gran generosidad en repartir limosnas, y por la pureza de su vida y sus largas y fervorosas oraciones, y que la gente decía que más parecía una religiosa que una reina. Y después de la muerte de su esposo sí que en verdad ya vivió como una verdadera religiosa, pues desilusionada por tantas guerras entre los sucesores de su esposo, se retiró a Tours y allí pasó el resto de su vida dedicada a la oración y a las buenas obras, especialmente a socorrer a pobres y a consolar enfermos y afligidos.
Sus dos hijos Clotario y Chidelberto se declararon la guerra, y ya estaban los dos ejércitos listos para la batalla, cuando Clotilde se dedicó a rezar fervorosamente por la paz entre ellos. Y pasó toda una noche en oración pidiendo por la reconciliación de los dos hermanos. Y sucedió que estalló entonces una tormenta tan espantosa que los dos ejércitos tuvieron que alejarse antes de recibir la orden de ataque. Los dos combatientes hicieron las paces y fueron a donde su santa madre a prometerle que se tratarían como buenos hermanos y no como enemigos.
A los 30 días de este suceso, murió plácidamente la santa reina y sus dos hijos Clotario y Chidelberto llevaron su féretro hasta la tumba del rey Clodoveo. Así terminaba su estadía en la tierra la que consiguió de Dios que el jefe y fundador de una gran nación se pasara a la religión católica, con todos sus colaboradores.

Andrés Caccioli, Beato
Junho 3   -  Franciscano

Andrés Caccioli, Beato

Andrés Caccioli, Beato

Primeiro Sacerdote da Ordem dos Irmãos Menores

Andrés Caccioli nasceu em Spello, Umbría, em 1194. Cedo abraçou a vida eclesiástica e chegou a ser sacerdote.
Em 1223 quis seguir a São Francisco e se fez discípulo seu ingressando na Ordem dos Irmãos Menores. De São Francisco imitou especialmente o espírito de pobreza, e em 3 de Outubro de 1226 teve a dita de assistir ao glorioso trânsito do Seráfico Pobrezinho. En 1233 estaba en España, donde tomó parte en el Capítulo de Soria y obtuvo con sus oraciones una lluvia providencial para aquella tierra afectada por una prolongada sequía. Igual milagro hizo en Spello.
Vivió también en el eremitorio de Las Cárceles en Asís, en gran penitencia y austeridad. Atendía sólo a la contemplación de las cosas del cielo, al cual se sentía ya cercano. Las horas libres de los actos comunes las pasaba en una gruta separado del resto del mundo, únicamente dedicado a la oración ferviente. Varias veces fue favorecido con celestiales apariciones y su espíritu probó dulzuras indescriptibles. Un día Jesús se le apareció en forma de niño, resplandeciente de belleza. Estaban en dulces conversaciones cuando sonó la campana que llamaba a los religiosos al coro para la recitación de Vísperas. Andrés, por espíritu de obediencia, suspendió la conversación para unirse a sus cohermanos. Terminadas vísperas, regresó a su retiro y con gran alegría encontró al niño Jesús, el cual le dijo: “Hiciste bien al obedecer: pronto te llamaré a mí!”. Era el feliz anuncio de su próxima muerte.
En 1248 volvió al convento de San Andrés, de Spello, donde fue encargado de la dirección espiritual de las Clarisas. Obtuvo de Santa Clara que fuera enviada como abadesa de Spello la Beata Pacífica Guelfuccio, tía y una de las primeras y más ilustres discípulas de Santa Clara. Con la ayuda y el consejo del Beato Andrés la comunidad de las Damas Pobres de la Dama Pobreza aumentó en número y fervor, renunció a la regla mitigada del Cardenal Hugolino para seguir la compuesta por San Francisco para las primeras religiosas amantes de la pobreza. De esta manera el monasterio de Spello vino a ser pronto una de las casas más florecientes de la Orden.
En Spello Andrés esperó sereno la invitación para volar a la patria celestial. Rico de méritos y glorioso por su ardiente apostolado en medio del pueblo, realizado por medio de la predicación de muchos años, recibió con edificante piedad los últimos sacramentos, y se durmió plácidamente en el Señor el 3 de junio de 1254; tenía 60 años de edad.
Las antiguas crónicas franciscanas lo llaman máximo predicador y taumaturgo, recuerdan su caridad y obediencia ejemplares. Se distinguió por su fervor eucarístico, una tierna devoción a la Santísima Virgen y la contemplación de la Pasión y muerte de Jesús. Su cuerpo se venera en la iglesia de San Andrés, en Spello. Fue elegido co‑patrono de su ciudad en 1360.
Su culto fue confirmado el 25 de julio de 1738 por el Papa Clemente XII.

• Diego Oddi, Beato
Junho 3   -  Laico Franciscano

Diego Oddi, Beato

Diego Oddi, Beato

Irmão laico professo da Ordem de Irmãos Menores. Se dedicou à vida de piedade e ao trabalho do campo até que entrou em casa retiro de Bellegra (Roma). Foi irmão esmoler durante quarenta anos e, ainda que não tivesse estudos, edificou as gentes com suas palavras germinadas num coração acostumado a dialogar com Deus. O beatificou Juan Pablo II em 3 de Outubro de 1999.
no seio de uma família pobre e muito religiosa. Aos vinte anos, enquanto trabalhava no campo, sentiu uma misteriosa chamada, que foi amadurecendo nas visitas que cada tarde fazia à igreja, ao volver do trabalho, para dialogar com Deus e com a Santíssima Virgem, a quem estava vinculado desde sempre por uma entranhável devoção filial.
Algunos meses después, juntamente con un grupo de peregrinos, fue a visitar el Retiro de San Francisco, en Bellegra. Quedó impresionado por el lugar y por la vida santa que llevaban los frailes. Pasaron otros cuatro años, pero no podía olvidar aquella experiencia. Soñaba con el pequeño convento franciscano. Volvió allí en la primavera de 1864. Salió a abrirle la puerta un fraile, venerable por su edad y su aspecto. A José en el pueblo le habían hablado de él, destacando su vida santa. Aquel anciano llevaba allí más de cuarenta años abriendo la puerta a peregrinos y viandantes; para todos tenía una palabra buena, una sonrisa y, si hacía falta, un reproche y un pan: se llamaba fray Mariano de Roccacasale, también él proclamado beato el 3 de octubre de 1999.
José acudió a pedirle consejo. Fray Mariano le dijo: «¡Sé bueno; sé bueno, hijo mío!». Estas sencillas palabras fueron decisivas para su vida: en el largo viaje de regreso a Vallinfreda, las palabras de fray Mariano comenzaron a hacer mella en él con la fuerza de la verdad repentinamente descubierta. A partir de entonces, aumentó el tiempo dedicado a la oración; se afianzaba en él la certeza de la llamada.
Entró en el Retiro de Bellegra en 1871, superando la resistencia de sus padres. Acogido al principio como «terciario oblato», pudo pronunciar los votos solemnes en 1889. José inició una nueva vida: durante cuarenta años recorrió los caminos de Subiaco pidiendo limosna. Analfabeto, pero ingenioso y fácil para el diálogo, sorprendía a todos con sus palabras, que brotaban de un corazón habituado a usarlas en los coloquios con Dios. Cuando la campana que indicaba el silencio de la noche invitaba a los religiosos a descansar en su celda, Diego se quedaba a hablar con el Señor; y a menudo este coloquio se prolongaba toda la noche. Al recorrer los pueblos pidiendo limosna, hacia el atardecer, entraba en la iglesia y asistía con los fieles a las funciones litúrgicas. Después persuadía al sacristán para que se fuese a casa, porque él se ocuparía de tocar al «Ave María» y de cerrar la iglesia. Así se quedaba a menudo en oración durante toda la noche. De este continuo coloquio con el Señor sacaba la sabiduría de la fe, que los demás luego recogían de sus palabras y discursos. Verlo ayudar la misa y acercarse a la comunión equivalía a una predicación.
Otra cosa que despertaba admiración era su austeridad y penitencia, que trataba de ocultar, pero que quedaba de manifiesto a quien convivía con él o le hospedaba cuando se dirigía a los pueblos a pedir limosna. Ocultaba esta virtud bajo la sonrisa y respondiendo con ingeniosidad a las preguntas que le dirigían. En su vida sencilla se podían descubrir las maravillas que Dios obraba en él. Muchos fueron los milagros realizados a su paso; pero el más auténtico era su vida.
Murió el 3 de junio de 1919. Lo beatificó Juan Pablo II el 3 de octubre de 1999.

Kevin de Glendalough, Santo
Junho 3   -  Abade

Kevin de Glendalough, Santo

Kevin de Glendalough, Santo

Glendalough (o Valle de Los Dos Lagos) é um vale estreito, pitoresco e  solitário, no coração das Montanhas de Wicklow. A fama de sua escola monástica se deve principalmente, a seu fundador, São Kevin e a Laurence O´Tool, o último dos santos irlandeses canonizados.
Kevin, (em irlandês Coemghen, o honoravelmente engendrado) nació cerca de Rathdrum hacia finales del siglo quinto y vivió hasta los ciento veinte años. Su primer tutor fue San Petroc de Cornualles, el cual, había llegado a Leinster alrededor del 492 y se consagró a sí mismo, con considerable ardor y entusiasmo, al estudio de las Sagradas Escrituras, en lo que su alumno, también llegaría a convertirse en un estudioso notable. Kevin continuó sus estudios bajo la dirección de su tío, San Eugenio, posteriormente Obispo de Ardstraw, quien en aquella época, vivía en Kilnamanagh (Wicklow), donde enseñaba a sus alumnos todas las enseñanzas sagradas, las cuales había adquirido en el famoso Monasterio Británico de Rosnat.
El joven Kevin fue, en su tiempo, un apuesto mozo que había conquistado sin saberlo, el afecto de una joven y bella doncella, la cual, una vez le siguió a los bosques. El joven santo, dándose cuenta de la presencia de la joven dama, se tiró a una cama de ortigas y después, cogiendo un puñado de las mismas, flageló a la joven con las ardientes hierbas. “ El fuego externo” dice el biógrafo “extinguió el fuego interno” y Kathleen, arrepentida, llegó a convertirse en santa. Se desconoce el origen de la historia, la cual Moore unió al inmortal verso en el que relata cómo Kevin arrojó a la desdichada Kathleen de su cueva, frente a Lugduff, a las profundidades del lago que está debajo. Entonces Kevin se retiró a lo más salvaje del Valle de Glendalaough, donde pasó muchos años en una estrecha cueva viviendo a solas con Dios, practicando un ascetismo extremo. Con el paso del tiempo, hombres santos se congregaron entorno a él y le indujeron a construir el monasterio, cuyas ruinas todavía permanecen más abajo en el valle más abierto, hacia el este. Aquí su fama de santo y escolástico, atrajo multitud de discípulos, por eso Glendalough llegó a ser para el este de Irlanda lo que las Islas Arran fueron para el oeste- una gran escuela de sabiduría sagrada y noviciado en el que los jóvenes santos y clérigos eran entrenados en virtud y auto negación.
Uno de los más ilustres alumnos de San Kevin en Glendalogh fue San Moling, fundador del bien conocido monasterio llamado en su honor San Mullins, situado en la margen izquierda del río Barrow, en el suroeste del Condado de Carlow. Como su maestro Kevin, el fue un hombre dedicado al saber y a la extrema austeridad, viviendo, según se cuenta, tanto tiempo cómo hizo Kevin, en un árbol hueco. También fue un elegante escritor, tanto en Latín como en Irlandés. Son muchos los poemas irlandeses que le han sido atribuidos, sus profecías fueron ampliamente conocidas y el “Libro Amarillo de San Moling” fue uno de los que Keating tuvo en sus manos, pero que por desgracia se perdió. Uno de los escolásticos de Glendalogh, no obstante, San Laurence O´Tool, fue con mucho, el más distinguido. Un gran escolástico, obispo, patriota y santo, debió todo su entrenamiento en virtud y sabiduría a esta escuela. Llevó tan lejos su devoción a San Kevin que incluso después de haber sido nombrado Arzobispo de Dublín, convirtió en practica habitual retirarse de la ciudad y pasar toda la Cuaresma en la misma cueva en la cara de la roca sobre el lago donde San Kevin había vivido a solas con Dios.
Las ruinas existentes en Glendalough todavía forman una escena impactante en ese valle montañés de salvaje belleza. Dentro del área del recinto original están la gran iglesia, una catedral, construida probablemente en la época de San Kevin, una fina torre circular de 33 metros de altura (110 pies), la construcción llamada la Cro o cocina de San Kevin y la Iglesia de la Bendita Virgen, a la que San Kevin, como la mayoría de los santos irlandeses, profesaba una especial devoción. La construcción llamada la cocina de San Kevin fue sin lugar a dudas su oratorio privado y habitación del santo, esta última estando en un recinto más arriba, como en la casa de San Columbano en Kells.
Fue canonizado en 1903.

 

Santo Ovídio

Apóstolo (discípulo de Pedro e Paulo)

Que era cidadão romano, de família nobre e de erudição superior, conjecturamo-lo pela intimidade que tinha com Séneca, o filósofo, e com Máximo Cesónio, cônsul. Sendo exilado este último, abandonou com ele a pátria e sempre o acompanhou até à morte. Tal atitude exigia, sem dúvida, familiaridade e amizade em grau elevado. Morrendo o cônsul, seu amigo, voltou a Roma, onde assistiu às pregações de Pedro e Paulo, que por essa ocasião aí ensinavam a Boa Nova. Entusiasmado com a sublimidade da doutrina cristã, fez-se apóstolo ardente e zeloso. Começou a trabalhar na vinha do Senhor, conseguindo trazer à fé de Jesus Cristo muitas almas. O papa S. Clemente, reconhecendo em Ovídio não só qualidades superiores, mas também indícios de piedade sólida e bem fundada, enviou-o à Hispânia, a reger a Igreja Bracarense e pregar o Evangelho. Imediatamente o novo apóstolo deixou a pátria e partiu para o Ocidente, a ganhar adeptos para a Cruz. Houve-se por tal forma no desempenho das suas funções, que pode considerar-se como um dos varões apostólicos que mais fulgurantemente iluminaram a península. Com efeito, no seu tempo, a Bracara-Augusta do Império Romano floresceu não menos nas letras do que na piedade e religião. Depois de ter bem merecido da Igreja pelos trabalhos do apostolado, Ovídio consumou a carreira com o martírio. O seu corpo permaneceu por muitos séculos encerrado num sepulcro granítico, rodeado de grande veneração da parte do povo católico, até que, em 1708, D. Rodrigo de Moura Teles, arcebispo da mesma cidade, julgando que às relíquias de tão grande varão se devia ter dado pousada mais condigna, as trasladou para uma urna de madeira ricamente adornada, colocando-as em seguida, numa capela conveniente, hoje encontra-se na sacristia da sé de Braga. Pouquíssimo há de seguro historicamente nesta biografia. O que se menciona aqui, figura em parte em 8 de Junho, sob o título de Santa Marinha.  www.jesuitas.pt

SANTO ISAAC DE CÓRDOVA

Mártir (851)

Faz-nos conhecer Isaac o Memorial dos Santos, escrito por Santo Eulógio de Córdova, contemporâneo dele, executado no ano de 859. Isaac pertencia a nobre família de Córdova, que lhe mandou dar uma educação cuidadosa. Aprendeu também o árabe, embora fosse católico. As autoridades ocupantes do Islão tinham-lhe confiado um posto de notário, que ele abandonou para se ir encerrar num mosteiro vizinho da cidade. Tinha lá várias pessoas de família. Várias pessoas de família?! Sim, porque S. Frutuoso, no século VII, lança na Hispânia essa fórmula original de mosteiros-refúgios para famílias inteiras. Durante três anos viveu Isaac em santidade com seu parente, o abade Martinho. Depois sentiu-se movido por divina inspiração a apresentar-se diante do juiz muçulmano, falou-lhe de Maomé ensinado pelo anjo Gabriel, do paraíso agradável que espera os crentes, com mesas bem servidas, e das beldades encantadoras. Isaac replicou com veemência. Embaraçado o juiz deu-lhe uma bofetada. Isaac continuou ainda com o maior entusiasmo. «Tu estás embriagado ou louco», assim o classificou o muçulmano, vexado. Isaac respondeu magnificamente que ardia no zelo pela verdade, que estava pronto a morrer, feliz por sofrer pela justiça. Foi executado Isaac, dependurado de cabeça para baixo, na outra margem do Guadalquivir. Depois, as cinzas do cadáver foram lançadas ao rio. Dizem que foi executado com 27 anos de idade. www.jesuitas.pt

 

SÃO JOÃO DIOGO CUAUHTLATOATZIN

(1474-1548)

João Diogo nasceu em 1474, em Cuauhtitlan (México). O seu nome era Cuauhtoatladzin, mas quando foi baptizado, em 1524, com 50 anos de idade, foi-lhe mudado o nome para Juan Diego, segundo o costume dos missionários que davam o nome de João a todos os baptizados, conservando contudo o nome indígena. À sua mulher, que se baptizou conjuntamente com ele e outros parentes, deram o nome de Maria Lúcia. O seu baptismo foi uma profunda convicção, mudando completamente o seu ser e modo de proceder. João Diogo tornou-se um cristão fervoroso, pobre e humilde, fugindo às honras e mostrando sempre uma grande pureza de vida. Fazia 20 kilómetros para assistir à Missa e aproveitava estas celebrações para aumentar a sua instrução religiosa e venerar a Virgem Mãe de Jesus. A 9 de Dezembro de 1531, quando se dirigia, como de costume, a Tepeyac, para assistir à celebração eucarística, ouviu uma voz que o chamava , convidando-o para lhe falar e confiar uma missão. Olha para o céu azul e vê uma Senhora que lhe diz para se aproximar e pede que lhe seja construído ali um templo e prometendo compaixão e protecção para os habitantes daquele lugar. Manda-o ir ter com o bispo, para lhe dizer quem era Ela e lhe fazer o pedido de construir um templo na esplanada. João Diogo dirige-se a casa do bispo, ao qual expõe as palavras da Senhora, mas o prelado desconfiado da ingenuidade daquelas palavras, pede um sinal daquilo que aconteceu. O vidente volta ao lugar de aparição e conta à Senhora o que se tinha passado. Ela diz-lhe para ir de novo falar com o bispo, no dia seguinte. Este pede outra vez um sinal, mas foi também fazendo umas perguntas às quais João respondeu com toda a exactidão, não deixando dúvidas de que era a Virgem Maria que lhe tinha falado. Entretanto, um tio de João Diogo contraiu a peste que grassava na região. Quando já estava prestes a morrer, a Senhora cura-o da terrível doença. Era este o primeiro sinal de que ela era realmente a Mãe de Jesus. Como se este sinal não bastasse, a Virgem Maria convida o vidente a ir à montanha, onde se tinham dado as primeiras aparições e a colher as rosas que aí encontraria, desabrochadas. No lugar indicado pela Virgem só havia pedras e cactos e naquele tempo o frio tudo queimava (era o dia 12 de Dezembro).

João Diogo colheu as rosas, pô-las no seu manto e foi ter com o bispo para lhas mostrar, mas os criados não o deixavam passar. Conseguiu finalmente ser recebido e mostrou as rosas como o sinal que o prelado lhe tinha pedido. Todos abriram a boca de espanto e o bispo ajoelhou-se e juntou as mãos diante do índio. Mas isto não foi tudo. Para surpresa de todos, o sinal das flores era ultrapassado por outro prodígio: no manto simples de João Diogo aparecia impressa , a todo o comprimento, a imagem da Virgem Santa, com o seu rosto de mansidão e dois grandes olhos que pareciam vivos. Todos ajoelharam, perturbados, num misto de alegria e devoção. O prelado pediu perdão a Maria, por não ter acolhido desde o principio o sinal da sua vontade. Depois tirou o manto de João Diogo, para o colocar em lugar de honra no seu oratório particular. A imagem conserva-se impressa no manto. Em breve começaram as obras de construção de uma pequena ermida, que foi sendo renovada, até chegar à actual basílica, inaugurada em 1976. Em 1566 o lugar começou a chamar-se Guadalupe (da raiz mitológica indígena Cuatlaxupeh). A Senhora de Guadalupe é padroeira do México e do continente americano. A sua imagem esteve presente na batalha de Lepanto e desde então Maria começou a ser invocada como Rainha da Vitória e Auxilio dos Cristãos. João Diogo morreu no dia 3 de Junho de 1548, com 74 anos de idade. Foi beatificado por João Paulo II, em 6 de Maio de 1990, no México, e canonizado a 31 de Julho de 2002. www.jesuitas.pt

 

Juan Grande Romão, Santo
Junho 3   -  Religioso

Juan Grande Román, Santo

Juan Grande Román, Santo

Padroeiro da Diocese de Asidonia-Jerez
(1546-1600)

João Grande nasceu em Carmona, Sevilha (Espanha), a 6 de Março de 1546. Recebeu uma esmerada educação cristã, na família e como menino de coro na sua paróquia. Em Sevilha aprendeu o ofício de tecelão. Aos 17 anos voltou para casa, a fim de se dedicar ao comércio, como vendedor de tecidos. Esta profissão fê-lo entrar numa profunda crise espiritual. Deixou a família e retirou-se para uma ermida, perto da sua terra, onde passou um ano em retiro, meditando sobre a sua vocação. Ao fim desse ano, decidiu dedicar-se totalmente a Deus e adoptou o nome de «João Pecador». Começou a experiência de cuidar de um casal de idosos que encontrou completamente abandonados. Encarregava-se das suas necessidades e pedia esmola para os sustentar. Assim descobriu que  a sua nova vocação era o serviço dos pobres e necessitados. Com apenas 19 anos, João Pecador mudou-se para a cidade de Jerez de la Frontera e nesta cidade atendia as pessoas necessitadas, os presos e os doentes abandonados que encontrava. Em Janeiro de 1574, alastrou uma epidemia na cidade e eram tantos os doentes que encontrava na rua, que resolveu fundar o seu próprio hospital, dedicando-o a Nossa Senhora da Candelária. Entretanto, teve conhecimento da Instituição fundada por S. João de Deus, em Granada. Visitou-a e decidiu juntar-se a ela e a aplicar no seu hospital a mesma forma de vida professada naquela Instituição. Foram-se-lhe juntando companheiros que ele formou segundo os «Estatutos de João de Deus». Levava uma vida sumamente austera, dormindo no chão e praticando frequentes jejuns e abstinências, disciplinas e cilícios. mas cultivava sobretudo uma intensa vida interior, dedicando diariamente várias horas à oração, em íntima comunicação com  Deus. Em  1600 apareceu uma terrível epidemia de peste e João não tinha descanso no atendimento aos doentes, acabando por ser contaminado, vindo a falecer a 3 de Junho desse mesmo ano. Foi beatificado por Pio IX em 1853 e canonizado por João Paulo II, a 2 de Junho de 1996. Foi proclamado padroeiro da nova diocese de Jerez de la Frontera, em 1986. Os seus restos mortais são venerados no «Seminário Diocesano de S. João Grande», no hospital dos Irmãos de S. João de Deus.  www.jesuitas.pt  -  ver também http://es.catholic.net/santoral

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Recolha, transcrição e tradução (parcial) de espanhol para português por António Fonseca

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Nº 1024 - 2 DE JUNHO DE 2010 - SANTOS DO DIA

 

Marcelino e Pedro, Santos
Junho 2 Mártires (304)

Marcelino y Pedro, Santos

Marcelino e Pedro, Santos

Os nomes de S. Marcelino e S. Pedro, mártires, são mencionados no cânone romano da Missa. S. Marcelino era sacerdote e S. Pedro exorcista. Ambos sofreram o martírio na perseguição de Diocleciano. Pelo ano de 304 foram decapitados na via Cornélia, na aldeola chamada Selva Negra, onde primeiramente foram enterrados, com a intenção de os cristãos os não localizarem nem os venerarem. Mas Deus velou pelo culto dos seus mártires e revelou a uma piedosa mulher, chamada Lucila, o lugar em que jaziam. Foram recolhidos os restos e trasladados para o cemitério da via Lavicana, no local chamado «entre os dois loureiros». Esse local ficou-se chamando desde então Selva Branca, e na Idade Média chegou a ser sé episcopal. Os dados mais seguros do martírio dá-no-los S. Dâmaso na inscrição que redigiu para o túmulo na via Lavicana. É inscrição em verso, na qual indica, segundo confissão do verdugo mesmo, as circunstâncias do martírio: «Marcelino e Pedro, escutai a história do vosso triunfo. Quando eu era menino, o próprio verdugo contou-me, a mim Dâmaso, que o perseguidor furioso ordenarem que vos fossem cortadas as cabeças no meio dum bosque, para ninguém saber onde estavam os vossos corpos. Mas vós, triunfantes, com as vossas próprias mãos vos preparastes para esta sepultura onde agora descansais. Depois de terdes descansado por breve tempo numa Selva Branca, revelastes a Lucila que teríeis gosto em descansar aqui». A cripta de S. Pedro e S. Marcelino foi descoberta por Stevenson, no fim do século passado. A câmara é ampla e suficiente para receber muitos devotos. No meio, diante da ábside, há um pano de muralha conservado, onde estão os dois nichos dos corpos. Esta parte do muro respeitou-se intencionalmente, quando se derribaram as paredes a toda a volta para se fazer o santuário. Não se quis remover a sepultura dos dois santos e trasladar os seus corpos para outro sítio mais pomposo. Contentaram-se com revestir as paredes com pilastras de mármore.  www.jesuitas.pt – Ver também http://es.catholic.net/santoral

 

Erasmo de Fórmia, Santo
Junho 2   -  Bispo e Mártir

Erasmo de Formia, Santo

Erasmo de Fórmia, Santo

S. Erasmo foi bispo e mártir em Fórmia, no principio do século IV. Desde bem cedo se difundiu o seu culto no Lácio e Campânia. Entrou também na liturgia romana, graças sobretudo à fama que obteve o mosteiro do Monte Célio, em Roma, dedicado ao seu nome. Este mosteiro remonta sem dúvida ao século VI, pois nele foi educado o papa Adeodato, falecido em 619. Não temos noticias certas sobre a forma de seu martírio. Mas o facto da morte por Cristo deve bastar-nos, uma vez que as circunstâncias são sempre secundárias. Nosso Senhor Jesus Cristo sofreu em Si mesmo uma vez e continua sofrendo muitas vezes nos seus servos. Estas perseguições e mortes do justo são apenas externas e aparentes. Como o vento revolve e atinge o mar apenas na superfície, sem chegar nunca a remover as águas no interior do oceano, assim as torturas e a morte ficam na superfície do cristão, sem nunca chegarem à serenidade e vida do coração, do seu espírito imortal, que passa do patíbulo ao trono, do desterro ao seio de Deus. www.jesuitas.pt. Ver também http://es.catholic.net/santoral

 

Eugénio I, Santo
Junho 2   -  LXXV Papa

Eugenio I, Santo

Eugénio I, Santo

Santo Eugénio I nasceu em Roma. Foi eleito por expressa vontade do imperador Constante, um ano antes da morte de Martinho, enquanto este era conduzido em cadeias a Constantinopla. O clero romano e o próprio Eugénio I não se opuseram à vontade de Constante, provavelmente não por submissão ou medo, senão por motivos de oportunidade. Talvez não quisesse indispor o imperador quem, por exemplo, havia podido fazer eleger a um papa monotelista; ou talvez dando mostras de condescendência não se quis comprometer ainda mais a já precária posição do Papa Martinho.
Não há dúvida de que a atitude de Eugénio foi demasiado reverente e condescendente, até tal ponto que o Liber pontificalis o define demasiado «benévolo, doce e cheio de mansidão». Se resgatou no final recusando a epístola sinodal que lhe enviou o patriarca Pedro, que continha graves ambiguidades doutrinais em sentido monotelista, e negando-se a subscrever uma profissão de fé ditada pelo próprio imperador. Melhor, contestou à provocação denunciando os abusos e as perseguições que Martinho havia sofrido por parte da Corte imperial, fazendo-os de público domínio.
Haveria recebido o mesmo trato que seu antecessor se entretanto não tivesse morrido.
Se distinguiu por vários regulamentos utilíssimos que deu à Igreja numa época bastante azarenta. Prescreveu que os curas tivessem que guardar castidade perpétua.
Esteve dotado do dom de milagres, e morreu no Senhor em 2 de Junho do ano 657.

Nicolás o Peregrino, Santo
Junho 2   -  Padroeiro de Trani

Nicolás el Peregrino, Santo

Nicolás o Peregrino, Santo

Contrariamente ao mais célebre São Nicolau, padroeiro de Bari, deste São Nicolau chamado o Peregrino, possuímos pouquíssimos dados. 
É o padroeiro da cidade de Trani, onde morreu em 1094, apenas quinze dias depois de sua chegada, proveniente de Taranto e antes ainda de Otranto.
Havia nascido na Grécia e depois de haver passado alguns anos de solidão em Puglia, percorreu-a levando uma cruz na mão, repetindo continuamente a invocação: “Kyrie Eleison”.
Depois de sua morte, fez numerosos milagres. Quatro anos depois, em 1098, no Sínodo Romano, o Bispo de Trani propôs à Assembleia que o venerável Nicolás fosse inscrito no catálogo dos Santos, pelos méritos que acumulou durante sua vida e pelos milagres conseguidos mediante sua intercessão depois de sua morte. 
O Papa Urbano II mediante um ‘Breve’ autorizou o Bispo de Trani a actuar ao respeito como o considerara oportuno. De regresso a Trani o Bispo o canonizou e depois de edificar uma nova basílica, depositou ali o corpo do Santo.
Em 1748 o Papa Bento XIV o incluiu no Martirológio Romano.

Sadoc, Beato
Junho 2   -  Mártir

Sadoc, Beato

Sadoc, Beato

Sadoc sendo ainda jovem recebeu o hábito de mãos de santo Domingo -segundo a tradição-.
Foi enviado por ele desde o capítulo geral de Bolonha de 1221 junto com frei Pablo de Hungría (Vidas, Apénd. 1) a estender a Ordem na Hungría, sendo portanto considerado como um dos fundadores e impulsionadores desta província em que viveu durante muito tempo.
Foi mais tarde trasladado a Sandomierz (Polónia) como superior da comunidade. Ali junto com a comunidade de quarenta e oito frades foram assassinados pelos tártaros enquanto cantavam a Salve ao final de Completas. Essa destruição foi recentemente comprovada em escavações feitas no convento de Sandomierz.
Pío VII confirmou seu culto em 18 de Outubro de 1807.

Potino, Blandina e 46 Companheiros

Mártires de Lião (177)

 

Eusébio (338) reproduz na sua História eclesiástica a circular que as Igrejas de Lião e de Viena dirigiram às da Ásia, a propósito destes mártires, do ano de 177. Lê-se nela: «É impossível descrever-vos o que foi a raiva dos pagãos contra nós e os tormentos que nos infligiram. Começaram por nos perseguir nas casa, na praça e nos banhos públicos. Depois vieram as agressões, as saraivadas de pedra, as espoliações e as encarcerações. Houve a seguir os interrogatórios na praça. E em seguida os suplícios a que assistiu multidão imensa, tripudiando de alegria, nos dois anfiteatros da cidade. Os nossos irmãos suportaram com facilidade sofrimentos que se poderiam interpretar como insuportáveis. Alguns, infelizmente!, apostataram – uns dez aproximadamente; escravos que, na tortura, nos foram apresentados como a praticar incestos e a comer carne de criança». A circular, que cita vários confessores da fé, menciona em particular Blandina e Potino. Este último, «o santo bispo de Lião, velho de 90 anos, foi levado de maca ao tribunal. Ao juiz, que lhe perguntava quem era o Deus dos cristãos, respondeu: «conhecê-Lo-ás quando de tornares digno d’Ele». Foi permitido aos presentes dar-lhe pontapés e atirar-lhe com tudo o que tinham à mão. Em seguida foi reconduzido à prisão, onde pouco depois deu o último suspiro. Blandina, escrava muito jovem, despertava reduzida confiança,  em nós; mas cansou os algozes que se revezavam atormentando-a; limitava-se a dizer: «Sou cristã, e nada de mal se faz entre nós». Suspendida pelos braços a um poste, as alimárias nada quiseram com ela. Foi reconduzida à prisão, sendo reservada para o último dia das festas. Foi então flagelada, descarnada, queimada a fogo lento, metida numa rede e lançada a um touro, que se divertiu atirando-a ao ar; por último, executaram-na à espada».  www.jesuitas.pt

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Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português por António Fonseca

Nº 1024-(1) - NOTÍCIAS DA AGÊNCIA ECCLESIA EM 1-6-2010

 

 

Notícias nacionais

Livros da Paulus no telemóvel

A Paulus vai passar a utilizar o “Código QR”, uma tecnologia que, a partir de telemóveis com câmara fotográfica e ligação à Internet, permite o acesso a conteúdos multimédia que enriquecem as publicações impressas. No livro escolhido para estrear esta aplicação, “Bento XVI e Portugal”,...

«Compre um livro e faça uma criança feliz!»

A Paulus promove a partir desta Terça-feira a campanha “Compre um livro e faça uma criança feliz!”. Durante a iniciativa, que decorre durante o mês de Junho, por cada livro infantil comprado nas livrarias da Paulus, a editora oferece outro a uma criança carenciada. A campanha, inspirada no Dia Mundial da Criança, que se assinala a 1 de Junho, é...

Fátima e a I República

A relação de Fátima com o regime instaurado pela República de 1910 é o tema central da edição digital que agora a Agência ECCLESIA publica. Num projecto editorial que assinala o centenário da I República, ao longo deste ano 2010, o nº 4 que agora se distribui explica como “Fátima serve de palco e de detonador do...

Bancos Contra a Fome angariaram mais de duas mil toneladas de alimentos

Os Bancos Contra a Fome recolheram neste Sábado e Domingo um total de 2006 toneladas de géneros alimentares, quantidade 3,9% superior ao da campanha realizada em Maio de 2009. A iniciativa decorreu em 1400 superfícies comerciais das zonas de Abrantes, Algarve, Aveiro, Braga, Coimbra, Cova da Beira, Évora e Beja, Leiria-Fátima, Lisboa, Oeste, Portalegre, Porto, Santarém,...

LOC/MTC organiza seminário internacional e congresso

A Liga Operária Católica/Movimento de Trabalhadores Cristãos (LOC/MTC) realiza de 9 a 13 de Junho, em Aveiro, um seminário internacional e o 14.º Congresso Nacional. O seminário, que tem como tema “Mais e Melhores Empregos – A crise económica e financeira e os desafios à inovação para criar mais emprego sustentável”,...

Dia do Património das Misericórdias

Foi recentemente aprovado pelo Secretariado Nacional da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) o “Dia do Património das Misericórdias”. Prevista para 1 de Julho, a iniciativa visa promover um momento privilegiado de reflexão sobre o trabalho desenvolvido e ao mesmo tempo de definição de estratégias para o futuro. Em declarações...

Programação religiosa nos média

Programa Ecclesia RTP2, 18h30 Segunda a Sexta-feira Quinta-feira, dia 03 - Informação e a rubrica O Passado do Presente. Sexta-feira, dia 04 - Entrevista. Análise à Liturgia da Palavra de Domingo por Frei José Nunes e Pe. Robson Cruz Segunda-feira, dia 07 - Ano Sacerdotal. Análise de D. António Francisco dos Santos, Presidente da Comissão Episcopal...

Alma Perdida: Uma comédia bem achada!

Paul Giamatti, o fantástico actor americano de “Sideways” e “Cinderella Man” é... Paul Giamatti na inspirada comédia “Alma Perdida”de Sophie Barthes: um actor a braços com a complexidade de Vanya (Tio Vanya), a célebre personagem de Tchekov que ensaia para em breve encarnar em palco. A angústia provocada pelo sofrimento que...

Desafios sociais em tempo de crise

No dossier da Agência ECCLESIA desta semana fixamos a análise nas palavras do Papa dirigidas a mulheres e homens que trabalham nas organizações de Pastoral Social da Igreja Católica. Em Fátima, na tarde do dia 13 de Maio, mais de sete mil pessoas quiseram ouvir os reptos colocados por Bento XVI nas horas concretas de crise generalizada, que além de económica...

«Missa Nova» na Diocese de Bragança-Miranda

O Pe. José Luís Amaro Pombal, da Diocese de Bragança-Miranda, celebrou no domingo passado, domingo da Santíssima Trindade, a Missa Nova na sua terra natal, Mós, do concelho de Moncorvo. A Igreja paroquial de Mós não conteve a multidão de pessoas que acorreram à Festa da Missa Nova. Além dos filhos da terra, esteve presente um grande...

«Uma história, por favor!»

Um destes dias, ia sentada no autocarro atrás de uma menina e sua mãe, que tinha ido buscá-la à escola. Como a menina não fazia questão de falar baixo e o autocarro ia silencioso, não pude deixar de ouvir a conversa… - Mãe, logo contas-me uma história antes de eu dormir? A mãe não respondeu, mantendo-se virada para...

Notícias internacionais

Bento XVI preside às celebrações do encerramento do Ano Sacerdotal

Por ocasião do encerramento do Ano Sacerdotal, Bento XVI preside a 10 de Junho à vigília da solenidade do Sagrado Coração de Jesus. A celebração, que decorre na Praça de São Pedro, em Roma, começa às 19h30 (hora continental portuguesa) e vai incluir a exposição, adoração e bênção...

Bispos da Irlanda consideram que visita apostólica expressa «proximidade» de Bento XVI

A Conferência Episcopal Irlandesa considera que a visita apostólica ao país que vai decorrer no próximo Outono expressa a “proximidade pessoal do Papa Bento XVI aos católicos da Irlanda”. No seguimento das informações sobre a visita divulgadas esta Segunda-feira pela Sala de Imprensa da Santa Sé, os prelados referem que a iniciativa...

Investir na Cultura da Vida

1.Cultura da morte e negação da vida como direito absoluto A segunda metade do século XX viu a generalização do aborto legal, a pedido, como um avanço jurídico indiscutível e um progresso no âmbito da liberdade pessoal. Deste modo, a desprotecção legal da vida humana mais indefesa e inocente – a das crianças não...

Vaticano critica ataque de Israel a navios com ajuda humanitária

O Vaticano exprimiu na Segunda-feira a sua “dor" e "preocupação” pelo assalto militar israelita contra a frota pró-palestiniana que tentava abastecer Gaza, afirmou o porta-voz do Vaticano. “Trata-se de um facto extremamente doloroso, em particular devido às inúteis perdas de vidas. A situação é seguida no Vaticano com muita...

Editorial

A ponte

É natural que da visita do papa Bento XVI a Portugal fique mais o “acontecimento” no seu todo que o conjunto de 17 “discursos” que proferiu entre saudações, preces, entrevistas e homilias. Mas as suas palavras foram, de si, acontecimento. Se algumas foram circunstanciais e de protocolo outras, as principais, foram fruto de reflexão e proposta à...

Dossier

Renovar a esperança, desbravando caminhos

Parece claro a muita gente que a visita de Bento XVI a Portugal nos bafejou com a renovação da Esperança. Nas suas diferentes comunicações e contactos, mostrou que existem motivos para uma forte união a favor do entendimento mútuo, respeitando o pluralismo, e do bem comum. No domínio social - onde se situa esta breve reflexão - talvez se...

Estilo do bom samaritano

O Papa aponta como modelo de intervenção social "o estilo do bom samaritano", cujo ponto essencial é o momento em que o samaritano se comove: a partir daí, os seus problemas perdem importância e ele apenas vê aquele desconhecido ferido à beira da estrada. A este "comover-se", atitude tão própria de Jesus, chama o Papa ver com o coração...

Bento XVI e as organizações de Pastoral Social

Dirigindo-se às organizações da Pastoral Social no encontro de Fátima e insistindo na necessidade de uma nova e grandiosa dinâmica que conduza para a civilização do amor, o Santo Padre recomendou “que as instituições da Igreja, unidas a todas as organizações não eclesiais, melhorem as suas capacidades de conhecimento”...

Desafios de Bento XVI aos agentes da Pastoral Social

Bento XVI quis encontrar-se com as Organizações da Pastoral Social. Com este gesto, o Sucessor de Pedro reafirmou a centralidade da acção social e caritativa na missão evangelizadora da Igreja. Decorreu este encontro no contexto de uma Celebração da Palavra, para, decerto, indicar que «Neste mundo dividido, impõe-se a todos uma profunda...

Documentos

A Primeira República e Fátima

“Os eventos de Fátima adquirem a sua particular relevância – embora transcendam a situação concreta em que ocorrem – no contexto das transformações em curso em Portugal e na Europa da época (…). Assistia-se, por toda a parte, a profundas transformações de ordem existencial. Estava em curso a revolução...

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Recolha efectuada através de e-mail para mim enviado pela agência Ecclesia, www.ecllesia.pt. António Fonseca

terça-feira, 1 de junho de 2010

Notícia de ontem (31 de Maio) no boletim da Agência Ecclesia

 

Porto encerra Maio com procissão «Luz na Cidade da Virgem»

Iniciativa quer «cultivar uma atitude de diálogo recíproco com a Cidade»

Luz na Cidade da Virgem” é o nome dado à procissão entre a Igreja da Lapa e a Sé que encerra esta Segunda-feira as actividades de Maio na diocese do Porto, mês que foi dedicado a Maria.

Segundo os organizadores, a iniciativa pretende “cultivar uma atitude de diálogo recíproco com a Cidade”, identificando “pontos de luz” com os quais se convive diariamente mas cujo sentido não é habitualmente motivo de reflexão.

A procissão conta com a presença de confrarias, irmandades e associações marianas de toda a diocese do Porto que vão os seus estandartes, alguns antiquíssimos.

O andor da imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima vai ser transportado numa viatura clássica dos Bombeiros Portuenses.

A procissão tem três etapas:

1ª.: Entre a Lapa e a Trindade
Oração do Rosário a partir da Igreja da Lapa, Grande Coro e Órgão, Mistérios Gozosos

2.ª: Entre a Trindade e S. Bento - Meditações sobre a Luz na Cidade
Igreja da Trindade: Caridade (Pe. Manuel Mendes (Obra da Rua))
Câmara Municipal: Cidadania (Artur Santos Silva)
Feira do Livro/Menina Nua: Cultura/Beleza (Pintor Francisco Laranjo (ESBAP); texto inédito de Mário Cláudio, lido por Actor Jorge Mota (TNSJ))
Praça da Liberdade: Liberdade (Zita Seabra)
Estação de S. Bento: Comunicação (Jornalista Carlos Magno)

3.ª: Subida da Av. D. Afonso Henriques - Litania de Nossa Senhora da Igreja do Porto
Sé: Conclusão (D. Manuel Clemente (Bispo do Porto))
Coro da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição

Esta iniciativa integra-se no programa da "Missão 2010", conjunto de actividades promovidas pela diocese do Porto com o objectivo de anunciar e testemunhar a mensagem cristã.

 

Recolha efectuada através do boletim da Agência Ecclesia.  www.ecclesia.pt

António Fonseca

Nº 1023 - 1 DE JUNHO DE 2010 - SANTOS DO DIA

 

Justino, Santo
Junho 1   -  Mártir

Justino, Santo

Justino, Santo

Mártir

 

S. Justino, filho de Prisco, nasceu em 103, na Palestina, na cidade de Siquém. Nascido nas trevas do paganismo, cursou as escolas filosóficas da sua terra e dedicou-se especialmente ao estudo do pensamento de Platão. para conseguir aprofundar cada vez mais o sistema do grande sábio grego, retirou-se para um ermo.  Um dia apresentou-se-lhe um ancião, que lhe não era conhecido, mas de aparência sumamente simpática. Entre os dois entabulou-se uma conversa sobre a filosofia; o velho mostrou a Justino a insuficiência do sistema platónico, que não satisfazia o desejo do espírito de conhecer a verdade sobre a existência de Deus. Mostrou-lhe mais, que os antigos filósofos se basearam em princípios falsos e, não tendo uma ideia muito clara de Deus e da alma humana, não podiam servir de guias no caminho da verdade. Justino, ávido de conhecer a verdade, pediu ao hóspede lhe indicasse o meio pelo qual ,pudesse chegar ao conhecimento da verdade. O ancião respondeu-lhe: «Muito antes dos filósofos, existiram no mundo homens, amigos de deus e ilustrados pelo Espírito divino. São os profetas, que predisseram as coisas futuras, e essas profecias cumpriram-se à letra. Os livros que deles possuímos, contêm doutrinas cheias de luz sobre a origem e fim de todos os seres. Ensinam a fé em um Deus Uno e Trino, Criador do céu e da terra, que mandou o Filho Unigénito para salvar o género humano. Eleva tua alma em profunda oração ao céu, para que se te abram as portas do santuário da verdade e da vida. As coisas de que te falei são incompreensíveis, a não ser que Jesus Cristo, o Filho de Deus, nos dê delas compreensão». Ditas estas palavras, o ancião desapareceu. Justino, muito impressionado com  aquilo que tinha ouvido, e ao mesmo tempo ávido de conhecera a verdade, leu os livros dos profetas. Esta leitura fez-lhe luz no espírito e conduziu-o ao conhecimento de Jesus Cristo. Não muito tempo depois, teve ocasião de observar e admirar a grande virtude e constância dos cristãos, por altura duma grande perseguição, de que foram vítimas. Justino fez-se cristão, dirigiu-se para Roma e envidou todos os esforços na propaganda da fé entre os pagãos e na defesa da mesma contra os inimigos. Num memorandum, dirigido ao imperador romano, procurou desfazer os graves preconceitos que existiam, contra os cristãos. «Os cristãos – escrevei ele – vivem na carne, mas não segundo a carne; perseguidos pelo mundo, amam  a todos; neles são condenados os vícios, que nos outros se descobrem; nos cristãos é perseguida a inocência, que não é reconhecida; são martirizados até à morte, e a morte dá-lhes a vida; pobres que são, enriquecem a muitos outros; falta-lhes tudo, e possuem tudo em abundância; são tratados com desprezo, e nisto se sentem honrados». S. Justino é o primeiro «Padre da Igreja»; é o primeiro e o mais antigo de que possuímos obras extensas, de grande valor apologético. Os escritos que deixou apresentam a doutrina em toda a pureza, mostram os santos mistérios em toda a beleza e majestade, e conservam as fontes puríssimas da tradição apostólica.

A vida de S. Justino estava em perfeita concordância com os escritos. O zelo verdadeiramente apostólico mereceu-lhe o agrado de muitos filósofos do seu tempo, entre eles de Trifão e Crescêncio. O primeiro, nessa altura o judeu mais sábio da sua raça, teve que reconhecer a superioridade da argumentação de Justino; o segundo, filósofo cínico e ímpio, ficou tão desmoralizado que perdeu a estima de todos e do próprio imperador Antonino. Crescêncio jurou vingança a Justino e denunciou-o ao imperador Marco Aurélio, por causa da religião cristã. Justino, citado perante o tribunal, respondeu: Outro Deus não reconheço, a não ser aquele que criou o céu e a terra». À censura do prefeito Rústico, de ser discípulo de Jesus Cristo, replicou: «Não pode ser censurado aquele que obedece às leis de Jesus Cristo. para mim é grande honra e antes quero morrer, que negá-lo». Rústico perguntou-lhe ainda: «Crês que entrarás no céu?». Justino: Não só o creio, sei-o e disto tenho tanta certeza, que não me cabe a menor dúvida». À ameaça de ser condenado à terrível flagelação, Justino respondeu firmemente: «Um homem de bem não abandona a fé, para abraçar o erro e a impiedade. maior desejo não tenho, senão de padecer por aquele que entregou a vida por mim. os sofrimentos enchem a nossa alma de confiança na terrível Justiça divina de Nosso Senhor Jesus Cristo, perante o qual, por ordem de Deus, todo o mundo deverá comparecer. faz o que tencionas fazer; inútil é insistir connosco para que prestemos homenagem aos deuses». A estas palavras seguiu-se a flagelação e decapitação de Justino, e de muitos outros cristãos, no ano de 167. Justino, sem ser sacerdote, deixou à Igreja livros preciosíssimos , os quais constituem tesouro inigualável do tempo apostólico, monumento indestrutível da doutrina imutável da nossa santa Igreja. Consagrou a sua vida de cristão a escrever e a ensinar. Chegaram até nós três das suas obras: duas Apologias e um Diálogo. Aos filósofos, que tinham os cristãos por ignorantes, mostrou que sabia tanto com o eles, e convidou-os a ultrapassar os seus sistemas, para abraçarem o Evangelho. Os seus escritos contêm ainda – sobre as crenças e os usos dos cristão do tempo, sobre a celebração da sagrada Eucaristia, etc.. – informações de que não temos quase outra fonte. Foi preso por motivo de proselitismo. O rescrito de Trajano (117) em vigor, salvava-lhe a vida se renegasse a fé, mas Justino recusou-se terminantemente. www.jesuitas.pt. Ver também http://es.catholic.net/santoral

 

Félix de Nicósia, Santo
Junho 1   -  Religioso Capuchinho

Félix de Nicosia, Santo

Félix de Nicósia, Santo

Religioso Capuchinho

Martirológio Romano: Em Nicósia, na Sicília, são Félix (Jacobo) Amoroso, religioso, que depois de haver sido recusado durante dez anos, finalmente ingressou na Ordem dos Irmãos Menores Capuchinhos, desempenhando humilíssimos ofícios com simplicidade e inocência de coração (1787).
Etimologicamente: Félix = Aquele que se considera Feliz ou afortunado, é de origem latina.

Nasceu no ano 1715 em Nicósia (Sicília), no seio de uma família humilde e muito religiosa. Cedo teve que trabalhar no oficio de sue defunto pai, que era sapateiro, para ajudar aos seus. Após receber várias negativas, conseguiu ser admitido na Ordem capuchinha. Feita a profissão, enviaram-no ao convento de seu povo, onde por espaço de mais de quarenta anos exerceu o oficio de irmão esmoler, desenvolvendo um intenso apostolado popular e itinerante, entre gente de todas as classes. Era analfabeto, mas tinha a ciência da caridade e da humildade. Suas maiores devoções foram a paixão de Cristo, a Eucaristia e a Virgem das Dores. Realizou sempre trabalhos humildes e destacou-e por sua obediência e paciência, espírito de sacrifício e amor às crianças e aos pobres e enfermos. Morreu em 31 de Maio de 1787 em Nicósia. O canonizou Bento XVI no ano 2005, e sua festa se celebra em 1 de Junho.
São Félix (no século, Filippo Giacomo Amoroso) nasceu em Nicósia em 5 de Novembro de 1715. Seu pai era sapateiro remendão e ele mesmo trabalhou desde jovem numa sapataria. Muito piedoso e religioso desde sua infância, aspirava à vida religiosa e, quando morreram seus pais, foi aos capuchinhos solicitando o ingresso, mas não foi admitido. Perseverou em sua pretensão durante anos até que foi admitido em 1743 no convento de Mistretta, onde fez a profissão religiosa como irmão leigo e tomou o nome de frei Félix de Nicósia.
Enviado ao convento de Nicósia, acompanhou primeiro o irmão esmoler pelas ruas da cidade e logo foi hortelão, cozinheiro, sapateiro, enfermeiro, porteiro e sobretudo, durante mais de quarenta anos, esmoler, oficio este que lhe permitiu pôr-se em contacto com muita gente a que edificou e fez muito bem. Sua espiritualidade diferente e grandes virtudes, como a humildade, a mansidão, a caridade, atraíram até ele a atenção dos fieis, que se encomendavam a suas orações e diziam receber de Deus por meio delas grandes favores, inclusive milagres. O guardião do convento submeteu muitas vezes à prova sua obediência e humildade, comprovando que frei Félix era com efeito tão santo como parecia. Levava uma vida austeríssima, com grandes jejuns e mortificações. Devotíssimo da eucaristia, passava não poucas horas da noite ante o sacrário, e era assim mesmo muito fervorosa sua devoção à Virgem María.
Cheio de méritos morreu em seu convento de Nicósia em 31 de Maio de 1787. Foi beatificado pelo papa Leão XIII em 12 de Fevereiro de 1888, e canonizado pelo papa Bento XVI em 23 de Outubro de 2005.

Aníbal María Di Francia , Santo
Junho 1   -  Presbítero e Fundador

Aníbal María Di Francia , Santo

Aníbal María Di Francia , Santo

Presbítero e Fundador da Congregação dos Rogacionistas do Coração de Jesús 
e das Filhas do Zelo Divino
Insigne apóstolo da oração pelas vocações

Martirologio Romano: En Messina, de Sicilia, en Italia, san Aníbal María Di Francia, presbítero, que fundó la Congregación de los Rogacionistas del Corazón de Jesús y las Hijas del Celo Divino, para rogar al Señor que dé santos sacerdotes a su Iglesia (1927).
Etimológicamente: Anibal = Aquel que es beneficiado con la gracia de Baal1, es de origen fenicio-cartaginés.

Aníbal María Di Francia nació en Messina el 5 de julio de 1851 de la noble señora Anna Toscano y del caballero Francisco, marqués de S. Caterina dello Ionio, Vicecónsul Pontificio y Capitán Honorario de la Marina. Tercero de cuatro hijos, Aníbal quedó huérfano, tan sólo a los quince meses por la muerte prematura del padre. Esta amarga experiencia infundió en su ánimo la particular ternura y el especial amor a los huérfanos, que caracterizó su vida y su sistema educativo.
Desarrolló un grande amor hacia la Eucaristía, tanto que recibió el permiso, excepcional para aquellos tiempos, de acercarse cotidianamente a la Santa Comunión. Jovencísimo, delante del Santísimo Sacramento solemnemente expuesto, recibió lo que se puede definir «inteligencia del Rogate»: es decir, descubrió la necesidad de la oración por las vocaciones, que, más tarde, encontró expresada en el versículo del Evangelio: «La mies es mucha pero los obreros son pocos. Rogad (Rogate) pues al dueño de la mies, para que envíe obreros a su mies» (Mt 9, 38: Lc 10, 2). Estas palabras del Evangelio constituyeron la intuición fundamental a la que dedicó toda su existencia.
De ingenio alegre y de notables capacidades literarias, apenas sintió la llamada del Señor, respondió generosamente, adaptando estos talentos a su ministerio. Terminados los estudios, el 16 de marzo de 1878 fue ordenado sacerdote. Algún mes antes, un encuentro «providencial» con un mendigo casi ciego lo puso en contacto con la triste realidad social y moral del barrio periférico más pobre de Messina, las llamadas Casas de Avignone y le abrió el camino de aquel ilimitado amor hacia los pobres y los huérfanos, que llegará a ser una característica fundamental de su vida.
Con el consentimiento de su Obispo, fue a habitar en aquel «gueto» y se comprometió con todas sus fuerzas en la redención de aquellos infelices, que, se presentaban, ante su vista, según la imagen evangélica, como «ovejas sin pastor». Fue una experiencia marcada por fuertes incomprensiones, dificultades y hostilidades de todo tipo, que él superó con grande fe, viendo en los humildes y marginados al mismo Jesucristo y realizando lo que definía: «Espíritu de doble caridad: la evangelización y la ayuda a los pobres».
En 1882 dio inicio a sus orfanatos, que fueron llamados antonianos porque puestos bajo la protección de San Antonio de Padua. Su preocupación no sólo fue la de dar pan y trabajo, sino y, sobre todo, la de educar de forma integral a la persona teniendo en cuenta el aspecto moral y religioso, ofreciendo a los asistidos un verdadero clima de familia, que favorece el proceso formativo para hacerles descubrir y seguir el proyecto de Dios. Hubiera querido abrazar a los huérfanos y a los pobres de todo el mundo con espíritu misionero. Pero, cómo hacerlo? La palabra del Rogate le abría esta posibilidad. Por eso escribió: « ¿Qué son estos pocos huérfanos que se salvan y estos pocos pobres que se evangelizan frente a millones que se pierden y están abandonados como rebaño sin pastor?... Buscaba un camino de salida y lo encontré amplio, inmenso en aquellas adorables palabras de nuestro Señor Jesucristo: Rogate ergo... Entonces me pareció haber hallado el secreto de todas las obras buenas y de la salvación de todas las almas».
Aníbal había intuido que el Rogate no era una simple recomendación del Señor, sino un mandado explícito y un «remedio inefable». Motivo por el cual su carisma es de valorar como el principio animador de una fundación providencial en la Iglesia. Otro aspecto importante para hacer resaltar es que él precede a los tiempos en el considerar vocaciones también aquellas de los laicos comprometidos: padres, maestros y hasta buenos gobernantes.
Para realizar en la Iglesia y en el mundo sus ideales apostólicos, fundó dos nuevas familias religiosas: en 1887 la Congregación de las Hijas del Divino Celo y diez años después la Congregación de los Rogacionistas. Quiso que los miembros de los dos Institutos, aprobados canónicamente el 6 de agosto de 1926, se comprometieran a vivir el Rogate con un cuarto voto. Tanto que el Di Francia escribió en una súplica del 1909 a S. Pío X: «Me he dedicado desde mi primera juventud a aquella santa Palabra del Evangelio: Rogate ergo. En mis mínimos Institutos de beneficencia se eleva una oración incesante, cotidiana de los huérfanos, de los pobres, de los sacerdotes, de las sagradas vírgenes, con la que se suplican a los Corazones Santísimos de Jesús y María, al Patriarca S. José y a los Santos Apóstoles para que quieran proveer abundantemente a la Iglesia de sacerdotes elegidos y santos, de obreros evangélicos de la mística mies de las almas».
Para difundir la oración por las vocaciones promovió numerosas iniciativas, tuvo contactos epistolares y personales con los Sumos Pontífices de su tiempo; instituyó la Sagrada Alianza para el clero y la Pía Unión de la Rogación Evangélica para todos los fieles. Creó el periódico con el significativo título «Dios y el Prójimo» para implicar a los fieles a vivir los mismos ideales.
«Es toda la Iglesia — escribe él — que oficialmente tiene que rezar por este fin, ya que la misión de la oración para obtener buenos obreros es tal que ha de interesar vivamente a cada fiel, a todo cristiano, que le preocupe el bien de todas las almas, pero en particular a los obispos, los pastores del místico rebaño, a los cuales fueron confiadas las almas y que son los apóstoles vivientes de Jesucristo». La anual Jornada Mundial de Oración por las Vocaciones, instituida por Pablo VI en 1964, puede considerarse la respuesta de la Iglesia a esta intuición suya.
Grande fue el amor que tuvo por el sacerdocio, convencido que sólo mediante la obra de los sacerdotes numerosos y santos es posible salvar a la humanidad. Se comprometió fuertemente en la formación espiritual de los seminaristas, que el arzobispo de Messina confió a sus cuidados. A menudo repetía que sin una sólida formación espiritual, sin oración, «todos los esfuerzos de los obispos y de los rectores de los seminarios se reducen generalmente a una cultura artificial de sacerdotes...». Fue él mismo, el primero, en ser buen obrero del Evangelio y sacerdote según el corazón de Dios. Su caridad, definida «sin cálculos y sin límites», se manifestó con connotaciones particulares también hacia los sacerdotes en dificultad y las monjas de clausura.
Ya durante su existencia terrenal fue acompañado por una clara y genuina fama de santidad, difundida a todos los niveles, tanto que cuando el 1 de junio de 1927 falleció en Messina, confortado por la presencia de María Santísima, que tanto había amado durante su vida terrenal, la gente decía: «Vamos a ver el santo que duerme». Los funerales fueron una verdadera y propia apoteosis, que los periódicos de la época puntualmente registraron con artículos y con fotografías. Las autoridades fueron solícitas en otorgar el permiso de enterrarlo en el Templo de la Rogación Evangélica, que él mismo había querido y que está dedicado precisamente al «divino mandato»: «Rogad al Dueño de la mies para que envíe obreros a su mies».
Las Congregaciones religiosas fundadas por el Padre Aníbal están hoy presentes en los cinco Continentes comprometidas, según los ideales del Fundador, en la difusión de la oración por las vocaciones a través de centros vocacionales y editoriales y en la actividad de los institutos educativos asistenciales a favor de niños y muchachos necesitados y de sordomudos, centros nutricionales y de salud; casas para ancianos y para madres solteras; escuelas, centros de formación profesional, etc.
La santidad y la misión de Padre Aníbal, declarado «insigne apóstol de la oración por las vocaciones», son hoy profundamente apreciadas por quienes se han compenetrado de las necesidades vocacionales de la Iglesia.
El Sumo Pontífice, Juan Pablo II, el 7 de octubre de 1990 proclamó a Anibal Di Francia Beato y al día siguiente lo definió: «Auténtico precursor y celoso maestro de la moderna pastoral vocacional». La canonización fue el 16 de mayo de 2004.
1Baal: un dios de la religión púnica.

• Juan Pelingotto, Beato
Junho 1   -  Terceiro Franciscano

Juan Pelingotto, Beato

Juan Pelingotto, Beato

Laico Franciscano

Martirologio Romano: En Urbino, del Piceno, en Italia, beato Juan Pelingotto, de la Tercera Orden de San Francisco, que, siendo comerciante, procuraba favorecer más a los otros que a sí mismo, y viviendo recluido en una celda, solamente salía para atender a pobres y enfermos (1304).
Etimológicamente: Juan = Dios es misericordioso, es de origen hebreo.

Su culto fue aprobado por S.S. Bendedicto XV el 13 de noviembre de 1918.
Juan Pelingotto nació en Urbino en 1240, hijo de un rico mercader de telas que bien pronto, si bien de mala gana, hubo de permitirle dedicarse libremente a los ejercicios de piedad. A los once años ya lo había iniciado en el comercio.
Vistió el hábito de la Tercera Orden de la penitencia en la iglesia de Santa María de los
Ángeles, la primera iglesia franciscana de Urbino, y como fiel imitador del Seráfico Padre, vivía austeramente. El amor por los pobres lo movía a privarse aun de lo necesario para socorrerlos; humildísimo, al caer en la cuenta de que sus conciudadanos lo tenían en grande estima, para despistarlos se hizo el loco, pero mientras más procuraba ocultarse, más manifiestas hacía Dios sus virtudes.
En 1300 fue a Roma para ganar el jubileo decretado por Bonifacio VIII. Era la primera vez
que iba a la ciudad eterna y no era conocido por nadie; sin embargo, un desconocido al
encontrarse con él, lo señaló a sus compañeros diciendo: “¿No es este aquel santo hombre de Urbino?”. Otros varios hechos manifestaron claramente que el Señor quería hacer conocer su santidad. De regreso a su ciudad natal, intensificó su vida espiritual deseando ardientemente la patria celestial. Fue atacado por una gravísima enfermedad que lo redujo pronto a las últimas, y lo hizo perder hasta el habla, que recuperó completamente sólo en los últimos días de su vida terrena. Supo ser imitador del Seráfico Padre incluso en el dolor.
El demonio no cesaba de molestar con horribles tentaciones a este terciario penitente que siempre había guardado intacta la pureza de su alma. Andaba repitiendo: “¿Por qué me molestas? ¿Por qué me echas en cara cosas que nunca he cometido y en las cuales nunca he consentido?”. Y abandonándose confiado en los brazos de la misericordia divina, con voz fuerte dijo: “Y ahora, vamos con toda confianza!”. Uno de los presentes dijo: “Padre, ¿a
dónde vas?”. “Al Paraíso!”, respondió. Dicho esto, su rostro se puso bellísimo, sus miembros se distensionaron y, poco después expiró serenamente. Era el primero de junio de 1304; tenía 64 años de edad.
Juan había pedido que se le sepultara en la iglesia de San Francisco, pero en un primer
tiempo no se cumplió su voluntad: tuvo solemnes funerales y fue sepultado en el cementerio franciscano, en el claustro del convento. Dios glorificó bien pronto a su fiel servidor. Tantas fueron las gracias que se decían obtenidas por su intercesión, tanto era el concurso de los fieles a su sepulcro, que los hermanos exhumaron sus restos y los llevaron a la iglesia de San Francisco. Aumentándose los prodigios se erigió un altar sobre su tumba, donde se celebraron misas en su honor.
Su culto continuó a través de los siglos.

João Baptista Scalabrini, Beato
Junho 1   -  Bispo e Fundador

Juan Bautista Scalabrini, Beato

Juan Bautista Scalabrini, Beato

Fundador das Congregações de
Missionários de São Carlos (Scalabrinianos) e das
Irmãs Missionárias de São Carlos Borromeo (Scalabrinianas)

Martirologio Romano: En Piacenza, en Italia, beato Juan Bautista Scalabrini, obispo, quien trabajó incansable por el bien de su iglesia, mostrado un especial interés por los sacerdotes, agricultores y obreros. En favor de los emigrantes a los países de América fundó las Congregaciones de Misioneros y de Hermanas Misioneras de San Carlos (1905).
Etimológicamente: Juan = Dios es misericordioso, es de origen hebreo.

Juan Bautista Scalabrini nació y fue bautizado el 8 de julio de 1839 en Fino Monasco (Como, Italia). Era el tercero de ocho hijos de una familia muy religiosa, de clase media. Estudió en el instituto «Volta de Como». Ingresó en el seminario diocesano, donde realizó sus estudios de filosofía y teología. Recibió la ordenación sacerdotal el 30 de mayo de 1863. Durante sus primeros años de sacerdocio fue profesor y luego rector del seminario comasco de San Abundio; en 1870 fue nombrado párroco de San Bartolomé.
Nombrado obispo de Piacenza por el Papa Pío IX, recibió la consagración episcopal el 30 de enero de 1876. Desarrolló una actividad pastoral y social muy amplia: visitó cinco veces las 365 parroquias de la diócesis, a la mitad de las cuales sólo se podía llegar a caballo o a pie; celebró tres sínodos, uno de ellos dedicado al culto eucarístico, difundiendo entre todos los fieles la comunión frecuente y la adoración perpetua; reorganizó los seminarios y reformó los estudios eclesiásticos, anticipando la reforma tomista de León XIII; consagró doscientas iglesias; fue incansable en la administración de los sacramentos y en la predicación; impulsó al pueblo a profesar un amor activo a la Iglesia y al Papa, fomentando la verdad, la unidad y la caridad.
Practicó de forma heroica la caridad asistiendo a enfermos del cólera, visitando a los enfermos y a los encarcelados, socorriendo a los pobres y a las familias en desgracia, y siendo generoso en el perdón. Salvó del hambre a miles de campesinos y obreros, despojándose de todo, vendiendo sus caballos, así como el cáliz y la cruz pectoral que le regaló el Papa Pío IX.
Fundó un instituto para sordomudas, sociedades de mutua ayuda, asociaciones obreras, cajas rurales, cooperativas y otras formas de Acción católica.
Pío IX lo definió «apóstol del catecismo », porque hizo lo posible para que lo enseñaran en todas las parroquias bajo forma de escuela, incluso para los adultos. Ideó y presidió el primer Congreso catequístico nacional de 1889 y fundó el primer periódico catequístico italiano.
Ante el desarrollo dramático de la emigración italiana, que se convirtió en fenómeno de masas, desde el comienzo de su episcopado se hizo apóstol de millones de italianos, que vivían en otros países, a menudo en condiciones de semi-esclavitud, y corrían el peligro de abandonar su fe o la práctica religiosa.
El 28 de noviembre de 1887, fundó la congregación de los Misioneros de San Carlos (Scalabrinianos), aprobada por León XIII, para proporcionar asistencia religiosa, moral, social y legal a los emigrantes. Impulsó a santa Francisca Javier Cabrini, la madre de los emigrantes, a partir rumbo a América en 1889 para encargarse de los niños, los huérfanos y los enfermos italianos. Él mismo fundó, el 25 de octubre de 1895, la congregación de Hermanas Misioneras de San Carlos Boromeo (Scalabrinianas). De sus enseñanzas nacieron en 1961 las Misioneras Seglares Escalabrinianas.
Su intensa actividad episcopal tenía su origen e inspiración profunda en una fe ilimitada en Jesucristo. Su programa era: «Hacerme todo a todos para ganarlos a todos para Cristo». Estaba profundamente enamorado de la Eucaristía: pasaba horas en adoración delante del Santísimo; durante la jornada le hacía muchas visitas y hasta quiso ser sepultado con todo lo necesario para la celebración de la santa misa.
Sentía gran pasión por la cruz y una tierna devoción a la Virgen, que se manifestaba en sus homilías y peregrinaciones a santuarios marianos. Este amor le llevó a entregar las joyas de su madre para la corona de la Virgen.
Falleció el 1 de junio de 1905, fiesta de la Ascensión del Señor. Sus últimas palabras fueron: «¡Señor, estoy listo. Vamos!».
Fue beatificado por S.S. Juan Pablo II el 9 de noviembre de 1997.
Reproducido con autorización de
Vatican.va

Alfonso Navarrete, Beato
Junho 1   -  Mártir no Japão

Alfonso Navarrete, Beato

Alfonso Navarrete, Beato

Mártir

Martirologio Romano: En Omura, en Japón, beatos mártires Alfonso Navarrete, de la Orden de Predicadores, Fernando de San José de Ayala, de la Orden de los Ermitaños de San Agustín, y León Tanaka, religioso de la Compañía de Jesús, que fueron degollados a causa de la fe cristiana, por decisión del supremo mandatario Hideta (1617).
Etimológicamente: Alfonso = Aquel guerrero totalmente preparado para el combate, es de origen germánico.

Nace en Logroño, España, el 21 de septiembre de 1571.
Es hijo del convento de San Pablo de Valladolid. Embarca para Manila en 1598 y vuelve a España en 1602, pero vuelve a Filipinas al frente de una expedición misionera en 1611.
Fue enviado inmediatamente al Japón, siendo allí vicario provincial de la misión. El mismo se presentó voluntariamente a confesar su fe y a sufrir el martirio, muriendo decapitado, después de numerosos tormentos, en la isla de Tokasima el 1 de junio de 1617.
Sus virtudes más salientes fueron la piedad, la misericordia, la gratitud y la devoción al rosario.
Encabeza la lista de los numerosos mártires beatificados por Pío IX el 7 de julio de 1867.

Iñigo (Ignácio) de Oña, Santo
Junho 1   -  Abade

Iñigo de Oña, Santo

Iñigo de Oña, Santo

Abade

Martirologio Romano: En el monasterio de Oña, en el territorio de Burgos, de la región de Castilla, en Hispania, san Enecón (o Iñigo), abad, varón pacífico, cuya muerte fue llorada también por judíos y musulmanes (c. 1060).
Etimológicamente: Iñigo = Ignacio = Aquel que es ardiente, es de origen latino.

San Iñigo, decoroso ornamento de la Orden de San Benito, nació en Calatayud, ciudad antiquísima y muy noble de la corona de Aragón.
Sus padres fueron mozárabes, esto es, cristianos mezclados con los árabes, los cuales dieron a Iñigo una educación con forme a las piadosas máximas del Evangelio. Llegado el ilustre joven a edad competente, dejó su patria, sus padres y sus cuantiosos bienes, y se retiró a los montes Pirineos, donde pasó algún tiempo. en la contemplación de las grandezas divinas; mas llegando a su noticia la santidad de los monjes que vivían en el célebre monasterio de san Juan de la Peña, establecido en lo alto de las montañas de Jaca, resolvió abrazar la regla de san Benito.
Hecha ya su solemne profesión, cuando era amado y venerado de todos los monjes por sus eminentes virtudes, alcanzó licencia del esclarecido abad, llamado Paterno, para retirarse a un espantoso desierto de las montañas de Aragón, donde resucitó con sus austeridades las imágenes de penitencia que se leen de los solitarios de la Tebaida, de la Nitria y de la Siria; y donde atraía a gran número de gentes que aprovechaban sus saludables instrucciones.
Mas habiendo fallecido por este tiempo el primer abad del monasterio de Oña, llamado García, y desean do el rey Sancho nombrar un digno sucesor del difunto, envió tres veces embajadores al santo para que aceptase aquel cargo y aun pasó el mismo rey personal mente al desierto y logró al fin rendirle y traerlo consigo a aquel monasterio.
En su gobierno practicó con gran eminencia todas las virtudes del más perfecto prelado, a los pobres oprimidos pagaba sus créditos, buscábales para mantenerlos y vestirlos, libró a muchos presos de las cárceles, redimió cautivos y obró esclarecidos milagros.
Cuando le acometió su última enfermedad en un pueblo llamado Solduengo y tomó al anochecer el camino para Oña a fin de consolar a sus hijos, se le aparecieron dos ángeles en figura de dos hermosísimos niños vestidos de blanco con sus hachas encendidas, los cuales le acompañaron hasta el monasterio. Era el 1 de junio de 1057.
En la hora de su muerte se llenó el ámbito de su celda de un resplandor celestial y se oyó una voz que dijo: Ven, alma dichosa, a gozar de la bienaventuranza de tu Señor.
Celebráronse con gran pompa sus funerales, y no sólo los cristianos, sino también los judíos y los moros concurrieron a sus exequias y rasga ron sus vestiduras con grandes muestras de sentimiento.
Fue canonizado por el Papa Alejandor IV el año 1259.

http://es.catholic.net/santoral  e   www.jesuitas.pt

 

Recolha, transcrição e tradução incompleta, por absoluta falta de tempo, por António Fonseca. As minhas desculpas.

Lista de Papas por ordem de data

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I - São PEDRO (42 a 47); II - São LINO; 67-76; III - ANACLETO I ou CLETO (76-88);

IV São CLEMENTE I (88-97); V - Santo EVARISTO I (97-105;

VI - Santo ALEXANDRE I (105-115); VII - São SISTO I (115-125);

VIII - São TELÉSFORO (125-136); IX - Santo HIGINO (136-140);

X - São PIO I (140-155); XI - Santo ANICETO (155-166);

XII - São SOTERO (166-175); XIII - Santo ELEUTÉRIO (175-189); XIV -

São VÍTOR I (189-199); XV - São ZEFERINO (199-217); XVI - São CALISTO I (217-222);

I -Santo HIPÓLITO (217-235) *Embora Anti-Papa foi considerado Santo*;

XVII - Santo URBANO I (222-230); XVIII - São PONCIANO (230-235);

XIX - Santo ANTERO (235-236); XX - São FABIÃO ou FABIANO (236-250);

XXI - São CORNÉLIO (251-253);

II - NOVACIANO (251) - II ANTI-PAPA;

XXII - São LÚCIO I (253-254); XXIII - Santo ESTÊVÃO (254-257);

XXIV - São SISTO II (257-258); XXV - São DIONÍSIO (259-268);

XXVI - São FÉLIX I (269-274); XXVII - Santo EUTIQUIANO (275-283);

XXVIII - São CAIO (283-296); XXIX - São MARCELINO (296-304);

VACATURA DA SANTA SÉ (305-308);

XXX - São MARCELO I (308-309); XXXI - Santo EUSÉBIO (309);

XXXII - São MILCÍADES ou MELQUÍADES (310-314);

XXXIII - São SILVESTRE I (314-335); XXXIV - São MARCOS (336);

XXXV - São JÚLIO I (337-352); XXXVI - São LIBÉRIO (352-366);

III - São FÉLIX II (335-358) - ANTI-PAPA;

XXXVII - São DÂMASO I (366-384);

IV - Santo URSINO (366-367) - ANTI-PAPA;

XXXVIII - São SIRÍCIO (384-399); XXXIX - Santo ANASTÁSIO I (399-401);

XL - Santo INOCÊNCIO I (401-417); XLI - São ZÓZIMO (417-418);

XLII - São BONIFÁCIO I (418-422);

V - EULÁLIO (418-419 - ANTI-PAPA;

XLIII - São CELESTINO I (422-432); XLIV - São SISTO III (432-440);

XLV - São LEÃO I MAGNO (440-461);

XLVI - Santo HILARIO ou HILARIÃO (461-468); XLVII - São SIMPLÍCIO (468-483); XLVIII - São FÉLIX III (483-492) (*) É considerado como Félix III, apesar o seu antecessor Félix II ter sido Anti-Papa; XLIX - São GELÁSIO I (492-496);

L - Santo ANASTÁSIO I (496-498) - LI - São SÍMACO (498-514);

VI - LOURENÇO (498 e 501-505) ANTI-PAPA;

LII - Santo HORMISDAS (514-523); LIII - São JOÃO I (523-526);

LIV - São FÉLIX IV (526-530);

VII - DIÓSCORO (530) - ANTI-PAPA;

LV - BONIFÁCIO II (530-532); LVI - JOÃO II (533-535); LVII - Santo AGAPITO I (515-536); LVIII - São SILVÉRIO (536-536); LIX - VIGILIO (537-555); LX - PELÁGIO I (556-561);

LXI - JOÃO III (561-574); LXII - São BENTO I (575-579); LXIII - PELÁGIO II (579-590); LXIV - São GREGÓRIO I MAGNO (590-604); LXV - SABINIANO (604-606);

LXVI - BONIFÁCIO III (607); LXVII - São BONIFÁCIO IV (608-615);

LXVIII - São DEODATO I ou ADEODATO (615-618); LXIX - BONIFÁCIO V (619-625); LXX - HONÓRIO I (625-638); LXXI - SEVERINO (640); LXXII - JOÃO IV (640-642); LXXIII - TEODORO I (642-649); LXXIV - São MARTINHO I (649-655);

LXXV - Santo EUGÉNIO I (654-657);

LXXVI - São VITALINO ou VITALIANO (657-672);

LXXVII - DEODATO II ou ADEODATO (672-676); LXXVIII - DONO (676-678);

LXXIX - Santo AGATÃO (678-681); LXXX - São LEÃO II (682-683);

LXXXI - São BENTO II (684-685); LXXXII - JOÃO V (685-686);

LXXXIII - CÓNON (686-687); LXXXIV - São SÉRGIO I (687-701);

VIII - TEODORO (687) - ANTI-PAPA; IX - PASCOAL (687) - ANTI-PAPA;

LXXXV - JOÃO VI (701-705); LXXXVI - JOÃO VII (705-707); LXXXVII - SISÍNIO (708); LXXXVIII - CONSTANTINO I (708-715); LXXXIX - São GREGÓRIO II (715-731);

XC - São GREGÓRIO III (731-741); XCI - São ZACARIAS (741-752);

XCII - ESTÊVÃO II (752-757); XCIII - São PAULO I (757-767);

X - CONSTANTINO II (767-769) - ANTI-PAPA;

XCIV - ESTÊVÃO III (768-772);

XI - FILIPE (768) - ANTI-PAPA;

XCV - ADRIANO I (772-795); XCVI - São LEÃO III (795-816);

XCVII - ESTÊVÃO IV (816-817); XCVIII - São PASCOAL I (817-824);

XCIX - EUGÉNIO II (824-827); C - VALENTIM (827); CI - GREGÓRIO IV (827-844);

CII - SÉRGIO II (844-847);

XII - JOÃO (844) - ANTI-PAPA;

CIII - São LEÃO IV (847-855); CIV - BENTO III (855-858);

XIII - ANASTÁSIO (855) - ANTI-PAPA;

CV - São NICOLAU I MAGNO (858-867); CVI - ADRIANO II (867-872);

CVII - JOÃO VIII (872-882); CVIII - MARINHO I (882-884);

CIX - Santo ADRIANO III (884-885); CX - ESTÊVÃO V (885-891);

CXI - FORMOSO (891-896); CXII - BONIFÁCIO VI (896);

CXIII - ESTÊVÃO VI (896-897); CXIV - ROMANO (897); CXV - TEODORO II (897);

CXVI - JOÃO IX (898-900); CXVII - BENTO IV (900-903); CXVIII - LEÃO V (903);

XIV - CRISTÓVÃO (903-904) - ANTI-PAPA;

CXIX - SÉRGIO III (904-911); CXX - ANASTÁSIO III (911-913);

CXXI - LANDON (913-914); CXXII - JOÃO X (914-928); CXXIII - LEÃO VI (928);

CXXIV - ESTEVÃO VII (928-931); CXXV - JOÃO XI (931-935);

CXXVI - LEÃO VII (936-939) CXXVII - ESTEVÃO VIII (939-942);

CXXVIII - MARINHO II (942-946); CXXIX - AGAPITO II (946-955);

CXXX - JOÃO XII (955-964); CXXXI - LEÃO VIII (963-965);

CXXXII - BENTO V (964-966); CXXXIII - JOÃO XIII (965-972);

CXXXIV - BENTO VI (973-974);

XV - BONIFÁCIO VII (974 e 984-985) - ANTI-PAPA;

CXXXV - BENTO VII (974-983); CXXXVI - JOÃO XIV (983-984);

CXXXVII - JOÃO XV (985-996); CXXXVIII - GREGÓRIO V (996-999);

XVI - JOÃO XVI (997-998) - ANTI-PAPA;

CXXXIX - SILVESTRE II (999-1003); CXL - JOÃO XVII (1003);

CXLI - JOÃO XVIII (1003-1009); CXLII - SÉRGIO IV (1009-1012);

XVII - GREGÓRIO VI (1012) - ANTI-PAPA;

CXLIII - BENTO VIII (1012-1024); CXLIV - JOÃO XIX (1024-1032);

CXLV - BENTO IX (1032-1044, 1045 e 1047-1048)(**); CXLVI - SILVESTRE III - (1045)

CXLVII - GREGÓRIO VI (1045-1046); CXLVIII - CLEMENTE II (1046-1047);

CXLIX - DÂMASO II (1048); CL - São LEÃO IX (1049-1054)

(**) Possível Anti-Papa, embora apareça em algumas listas como Papa legítimo, apesar de ter causado alguns problemas com SILVESTRE III e com DÃMASO II;

CLI - VÍTOR II (1055-1057); CLII - ESTEVÃO IX (1057-1058);

XVIII - BENTO X (1058- 1059) -ANTI-PAPA;

CLIII - NICOLAU II (1059-1061); CLIV - ALEXANDRE II (1061-1073);

XIX - HONÓRIO II (1061-1072) - ANTI-PAPA;

CLV - São GREGÓRIO VII (1073-1085);

XX - CLEMENTE III (1080-1084) ANTI-PAPA;

CLVI - BEATO VÍTOR III (1086-1087); CLVII - BEATO URBANO II (1088-1099); CLVIII - PASCOAL Ii (1099-1118);

XXI - TEODORICO (1100) - ANTI-PAPA; XXII - ALBERTO (1102 - ANTI-PAPA;

XXIII - SILVESTRE IV (1105-1111) - ANTI-PAPA;

CLIX - GELÁSIO II (1118-1119);

XXIV - GREGÓRIO VIII (1118-1121) - ANTI-PAPA;

CLX - CALISTO II (1119-1124); CLXI - HONÓRIO II (1124-1130);

XXV - CELESTINO II (1124); - ANTI-PAPA;

CLXII - INOCÊNCIO II (1130-1143);

XXVI - ANACLETO II (1130-1138) - ANTI-PAPA; XXVII - VÍTOR IV (1138) - ANTI-PAPA;

CLXIII - CELESTINO II (1143-1144); CLXIV - LÚCIO II (1144-1145);

CLXV - BEATO EUGÉNIO III (1145-1153); CLXVI - ANASTÁSIO IV (1153-1154); CLXVII - ADRIANO IV (1154-1159); CLXVIII - ALEXANDRE III (1159-1181);

XXVIII - VÍTOR IV (1159-1164) - ANTI-PAPA; XXIX - PASCOAL III (1164-1168) - ANTI-PAPA; XXX - CALISTO III - (1168-1178) - ANTI-PAPA;

XXXI - INOCÊNCIO III (1179-1180); - ANTI-PAPA;

CLXIX - LÚCIO III (1181-1185); CLXX - URBANO III (1185-1187);

CLXXI - GREGÓRIO VIII (1187); CLXXII - CLEMENTE III (1187-1191);

CLXXIII - CELESTINO III (1191-1198); CLXXIV - INOCÊNCIO III (1198-1216);

CLXV - HONÓRIO III (1216-1227); CLXXVI - GREGÓRIO IX (1227-1241);

CLXXVII - CELESTINO IV (1241); CLXXVIII - INOCÊNCIO IV (1243-1254);

CLXXIX - ALEXANDRE IV (1254-1261); CLXXX - URBANO IV (1261-1264);

CLXXXI - CLEMENTE IV (1265-1268); CLXXXII - BEATO GREGÓRIO X (1271-1276); CLXXXIII - BEATO INOCÊNCIO V (1276); CLXXXIV - ADRIANO V (1276);

CLXXXV - JOÃO XXI (1276-1277) CLXXXVI - NICOLAU III (1277-1280);

CLXXXVII - MARTINHO IV (1281-1285); CLXXXVIII - HONÓRIO IV (1285-1287); CLXXXIX - NICOLAU IV (1288-1292); CXC - SÃO CELESTINO V (1294);

CXCI - BONIFÁCIO VIII (1294-1303) CXCII - BEATO BENTO XI (1303-1304);

CXCIII - CLEMENTE V (1305-1314); CXCIV - JOÃO XXII (1316-1334);

XXXII - NICOLAU V - ANTI-PAPA (1328-1330);

CXCV - BENTO XII (1334-1342); CXCVI - CLEMENTE VI (1342-1352);

CXCVII - INOCÊNCIO VI (1352-1362); CXCVIII - BEATO URBANO V (1362-1370); CXCIX - GREGÓRIO XI (1370-1378); CC - URBANO VI (1378-1389);

CCI - BONIFÁCIO IX (1389-1404); CCII - INOCÊNCIO VII (1404-1406);

CCIII - GREGÓRIO XII (1406-1415);

XXXIII - CLEMENTE VII - ANTI-PAPA (1378-1394);

XXXIV - BENTO XIII - ANTI-PAPA (1394-1420);

XXXV - ALEXANDRE V - ANTI-PAPA (1409-1410);

XXXVI - JOÃO XXIII ANTI-PAPA (1410-1415);

XXXVII - CLEMENTE VIII ANTI-PAPA (1423-1429);

CCIV - MARTINHO V (1334-1342);

XXXVIII - BENTO IV ANTI-PAPA (1425-1430);

CCV - EUGÉNIO IV (1431-1447);

XXXIX - FÉLIX V ANTI-PAPA (1439-1449);

CCVI - NICOLAU V (1447-1465); CCVII - CALISTO III (1455-1458);

CCVIII - PIO II (1458-1464); CCIX - PAULO II (1464-1471); CCX - SISTO IV (1471-1484); CCXI - INOCÊNCIO VIII (1484-1492); CCXII - ALEXANDRE VI (1492-1503);

CCXIII - PIO III (1503); CCXIV - JÚLIO II (1503-1513); CCXV - LEÃO X (1513-1521); CCXVI - ADRIANO VI (1522-1523); CCXVII - CLEMENTE VII (1523-1534);

CCXVIII - PAULO III (1534-1549); CCXIX - JÚLIO III (1550-1555);

CCXX - MARCELO II (1555); CCXXI - PAULO IV (1555-1559);

CCXXII - PIO IV (1559-1565); CCXXIII - SÃO PIO V (1566-1572);

CCXXIV - GREGÓRIO XIII (1572-1585); CCXXV - SISTO V (1585-1590);

CCXXVI - URBANO VII - (1590); CCXXVII - GREGÓRIO XIV (1590-1591);

CCXXVIII - INOCÊNCIO IX (1591); CCXXIX - CLEMENTE VIII (1592-1605);

CCXXX - LEÃO XI (1605); CCXXXI - PAULO V (1605-1621):

CCXXXII - GREGÓRIO XV (1623-1644); CCXXXIII - URBANO VIII (1623-1644); CCXXXIV - INOCÊNCIO X (1644-1655); CCXXXV - ALEXANDRE VII (1655-1667); CCXXXVI - CLEMENTE IX (1667-1669); CCXXXVII - CLEMENTE X (1670-1676); CCXXXVIII - BEATO INOCÊNCIO XI (1676-1689);

CCXXXIX - ALEXANDRE VIII (1689-1691); CCXL - INOCÊNCIO XII (1691-1700);

CCXLI - CLEMENTE XI (1700-1721); CCXLII - INOCÊNCIO XIII (1721-1724);

CCXLIII - BENTO XIII (1724-1730); CCXLIV - CLEMENTE XII (1730-1740);

CCXLV - BENTO XIV (1740-1758); CCXLVI - CLEMENTE XIII (1758-1769);

CCXLVII - CLEMENTE XIV (1769-1774); CCXLVIII - PIO VI (1775-1799);

CCXLIX - PIO VII (1800-1823); CCL - LEÃO XII (1823-1829); CCLI - PIO VIII (1829-1830); CCLII - GREGÓRIO XVI (1831-1846); CCLIII - BEATO PIO IX (1846-1878);

CCLIV - LEÃO XIII (1878-1903); CCLV - SÃO PIO X (1903-1914);

CCLVI - BENTO XV (1914-1922); CCLVII - PIO XI (1922-1939);

CCLVIII - PIO XII (1939-1958); CCLIX - SÃO JOÃO XXIII (1958-1963);

CCLX - PAULO VI (1963-1978); CCLXI - JOÃO PAULO I - (1978);

CCLXII - SANTO JOÃO PAULO II;

CCLXIII - BENTO XVI - PAPA DESDE 18 DE ABRIL DE 2005 até 28 DE FEVEREIRO DE 2013 data em que renunciou passando a ser PAPA EMÉRITO;

CCLXIV - FRANCISCO - Eleito em 28 de Fevereiro de 2013

por renúncia de BENTO XVI - Papa Emérito

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